De olho no clima

Meninas do tempo brilham faça chuva ou faça sol

Conheça as garotas que apresentam a previsão do tempo para o Estado nos telejornais da RBS TV e da TVCOM

18/08/2012 | 15h15
Meninas do tempo brilham faça chuva ou faça sol Ricardo Duarte/Agencia RBS
Cristiane Silva, Gabriella Bordasch e Camila Martins Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

Será que vai chover? A pergunta é ouvida com frequência cada vez que uma das três belas da foto acima saem de casa. O trio integra o time de profissionais responsáveis por apresentar a previsão do tempo na RBS TV e na TVCOM. Cristiane Silva, Camila Martins e Gabriella Bordasch são as jornalistas que apresentam as informações do clima no Rio Grande do Sul, diariamente, nos noticiários das duas emissoras.

Massas de ar polar, linhas de instabilidade e ciclones extratropicais são termos que fazem parte do cotidiano destas gaúchas, que atuam nos telejornais Bom Dia Rio Grande, Jornal do Almoço, RBS Notícias, Teledomingo e na programação da TVCOM. Por conta dos horários muito diferentes de trabalho, é raro o trio se encontrar. Foi durante a sessão de fotos para esta reportagem que Cristiane, Camila e Gabriella conseguiram um tempinho para conversar. Bem-humoradas, as jornalistas contaram que sempre são referidas como “as moças do tempo”, mas o rótulo é raso. O que o telespectador vê na TV é apenas a pontinha do iceberg de um trabalho sério.

— Nosso papel é bem maior: somos jornalistas de origem. Queremos informar, prestar serviço, facilitar a vida das pessoas — explica Cristiane Silva, 33 anos, à frente do quadro de clima no Bom Dia RS e do Jornal do Almoço.

— Acho engraçada essa expressão – diverte-se Camila Martins, 23 anos, que apresenta a previsão também no Jornal do Almoço e RBS Notícias. — Percebo, porém, que está entrando um pouco em desuso.

— Prefiro ser chamada de “guria do tempo”, é mais gaudério — brinca Gabriella Bordasch, 26 anos, apresentadora da previsão na TVCOM e no Teledomingo.

Brincadeiras à parte, a rotina das garotas começa horas antes do momento de ir para a frente das câmeras, seja em estúdio ou em entradas ao vivo. Um dia normal de trabalho funciona assim: as jornalistas consultam os dados meteorológicos fornecidos por empresa contratada da RBS, informam-se sobre os destaques do clima do dia ou da semana e organizam o material para ir ao ar, com o auxílio de mapas e imagens de cidades do Estado para ilustrar a previsão.

Depois de pronto o texto, é hora de vestir a roupa escolhida pela Central de Figurinos e arrumar cabelos e maquiagem no camarim.

Na hora de apresentar as informações, uma curiosidade: o mapa para o qual elas apontam é virtual. Ou seja, Cris, Camila e Gabi estão interagindo apenas com um cenário vazio e, ainda por cima, ao vivo. Não é fácil, contam as garotas:

— Ficar em um estúdio de paredes azuis e apontar para o nada, lendo o texto e vendo por um monitor que os mapas estão ali, é mesmo um desafio — explica Gabriella. — Às vezes, a gente se sente um pouco desajeitada ali — confessa.

— Com a repetição diária do ofício, a gente acaba decorando as posições no mapa e dentro do cenário — explica Camila. — E fazer a previsão ao vivo é sinônimo de friozinho na barriga. É uma adrenalina muito boa.

— Acho que o mais difícil do nosso trabalho é trabalhar diariamente com a chance de erro. O tempo  muda muito, a toda hora. Temos orientação especializada, mas, às vezes, São Pedro apronta das suas — opina Cristiane.

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