Satisfeito

"Fiquei feliz por não sentir dor", afirma Kleber após retorno aos gramados

Jogador também disse que precisa de sequência para ter ritmo de jogo: "Com o tempo, vai melhorar"

02/06/2012 | 19h06
"Fiquei feliz por não sentir dor", afirma Kleber após retorno aos gramados Mauro Vieira/
Kleber dividiu com zagueiros adversários e declarou que precisa de ritmo de jogo Foto: Mauro Vieira

Os quase cinco mil gremistas que foram ao Olímpico na tarde deste sábado queriam mais do que assistir ao jogo-treino diante do Cerâmica. Planejavam observar de perto o retorno mais esperado pela metade azul do Estado. Kleber, o Gladiador, voltou aos gramados após mais de dois meses entre a lesão na fíbula do pé direito — sofrida em 25 de março, pelo Gauchão, contra o Cruzeiro, em Novo Hamburgo —, a cirurgia, a fisioterapia, os treinos com bola e a recuperação completa.

Leia mais:
No retorno de Kleber, Grêmio vence o Cerâmica por 1 a 0 em jogo-treino

Confira galeria de fotos do jogo-treino realizado no Olímpico
Com suspeita de fratura, Saimon deixa jogo-treino para realizar exame em hospital

Kleber entrou no segundo tempo. No primeiro, Luxemburgo havia formado o ataque com Rondinelly e André Lima, além do costumeiro time titular — Gabriel atuou no lugar do lesionado Edilson na lateral direita. No meio, Fernando, Souza, Léo Gago e Marco Antonio. Na zaga, Gilbeto Silva e Naldo. Na lateral esquerda, Pará. E no gol, Victor.

O atacante correu, se movimentou, buscou o jogo o tempo inteiro. E dividiu. Sofreu faltas e foi marcado com força pelos zagueiros adversários. Não se intimidou. Mostrou firmeza e segurança ao trombar e cair. Na metade da etapa complementar, subiu para dividir com um zagueiro. A bola quicou e correu na direção do ataque gremista. Ao se chocar com o defensor, levou a melhor. O marcador ficou caído, sentindo dores.

No fim da partida, atendeu prontamente aos jornalistas que assistiram ao jogo-treino em uma das casamatas do Olímpico, sob forte chuva em boa parte da tarde. Disse que se sentiu bem. E que sabe que necessita de mais sequência para engrenar um ritmo de jogo suficientemente capaz de deixá-lo pronto.

— Foi bom pela movimentação. Com o tempo, vai melhorar. Já sofri lesões em que tive que operar e sei como é. É preciso ritmo de jogo. Sei disso. Sei que tenho que ir devagar — disse, ponderado.

Em seguida, comentou que se sente bem fisicamente e que poderia ter aguentado até mais tempo correndo. Se sentiu feliz por não ter sentido dor alguma.

— Jogo-treino é importante, mas o que menos importa é o resultado. Não sei dizer quando vou poder começar uma partida. Hoje, eu poderia aguentar até mais. Fiquei feliz por não sentir dor — resumiu.



VEJA TAMBÉM

     
 
Zero Hora No jornal Zero Hora você encontra as últimas notícias sobre esportes, economia, política, moda, cultura, colunistas e mais.