Como nos anos 1990

Felipão pede Grêmio com alma: "Temos de reconstruir este ambiente"

Técnico afirma que pode promover mais mudanças em relação à equipe que atuou no Gre-Nal

15/08/2014 | 18h43
Felipão pede Grêmio com alma: "Temos de reconstruir este ambiente" Lauro Alves/Agencia RBS
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

Quase duas semanas após reassumir o comando do Grêmio, Felipão busca correções para montar um time confiável. Quer posicionamento correto de seus comandados, preocupa-se com as fragilidades defensivas e entende que a equipe está melhor para a partida contra o Criciúma, no domingo, do que estava na derrota no Gre-Nal.

Entre suas convicções, a importância de recuperar uma das características marcantes dos times vencedores que montou nos anos 1990: algo que ele chama de "alma".

— A equipe vem melhorando um pouco na parte tática, com melhor posicionamento, conhecendo como os colegas jogam e como utilizar essas características. Acho que para o jogo de domingo vamos ter um pouco de dificuldade de organização, mas a equipe está melhor do que no jogo anterior — disse, antes de ressaltar a importância de superar eventuais limitações técnicas:

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— Temos de reconstruir esse ambiente no Grêmio. Muitas vezes a equipe pode não ser a melhor tecnicamente, mas que tenha alma. Eu quero alma.

O sigilo sobre o que planeja para cada jogo é outra marca da trajetória de Felipão que ele repete em seu retorno ao Grêmio. Nesta sexta-feira, fechou o treino que pode ter definido a equipe que vai a campo no domingo. O técnico, porém, lembra que a medida de impedir o acesso da imprensa tem um objetivo diferente:

— Não é mistério, preciso cobrar um pouco mais dos jogadores. Não posso dizer: "meu amigo, você é muito bonito, mas errou o lance". Se fizer com a imprensa, parece que existe algo errado. São cobranças normais.

Correções que devem, de acordo com o treinador, resultar em mais mudanças na escalação após a formação surpreendente que foi a campo no clássico.

— Podem acontecer outras mudanças. Tomamos sete gols em três jogos, temos de nos preocupar com o setor defensivo e dificultar para o adversário. Vimos os jogos do Cricíuma e o bom posicionamento. Podemos ter duas, três trocas — concluiu.

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