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Leonardo Oliveira: a sorte sorriu muito para o Grêmio na Libertadores

Colunista analisa o grupo definido nesta quarta-feira na Conmebol

Leonardo Oliveira

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Se em 2016 o Grêmio deixou a sede da Conmebol com razões de sobra para se preocupar, ontem havia motivos para comemorar em Luque. O maior problema do Grêmio na Libertadores 2017 será chegar para jogar. Barinas está no noroeste da Venezuela, a 500 quilômetros de Caracas. Iquique, no norte chileno, quase no Peru, fica a 1,7 mil quilômetros de Santiago. O mais suave será ir até Assunção, no fechamento do turno.

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O Zamora foi o pior time da primeira fase em 2015, é mais conhecido por ser o time da família de Hugo Chávez, um dos seus irmãos é o presidente. O Iquique é um emergente no Chile, foi vice-campeão nacional, e o Huachipato de 2012 deixou uma lição. Quanto ao Guaraní, tem tradição, surpreendeu em 2015, mas uma olhada rápida sobre seu time e se percebe que o centroavante Hernán Rodrigo López enfrentou o Inter em 2006 e o zagueiro Cáceres, 37 anos, jogou no Atlético-MG em 2010. Ou seja, é um time envelhecido. Tanto que já busca cinco reforços para a Libertadores.

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