Sem criação

"A bola não está entrando", diz vice de futebol do Inter Luciano Davi

Dirigente garante Fernandão no comando e conceitua segundo tempo colorado como apático

29/08/2012 | 22h35
"A bola não está entrando", diz vice de futebol do Inter Luciano Davi Alexandre Lopes/Divulgação/
Damião chutou na trave em uma das poucas chances de gol do Inter contra o Coritiba Foto: Alexandre Lopes/Divulgação

Abatido, mas focado no retorno de atletas como D'Alessandro, domingo, contra o Flamengo, no Beira-Rio, o vice-presidente de futebol do Inter Luciano Davi conceituou o primeiro tempo da derrota para o Coritiba, nesta quarta, como "bom". Considerou que, novamente, a bola colorada não entrou. E sintetizou a etapa complementar como "apática".

— O primeiro tempo foi bom. Infelizmente, de novo, a bola não entrou. Acho que o grande problema do Internacional é que a bola não está entrando. O segundo tempo foi mais apático, sem criação — declarou, depois da partida vencida pelo Coritiba por 1 a 0, no Estádio Couto Pereira.

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Davi mostrou-se preocupado com o resultado e também sobre o rendimento: — Estávamos jogando contra o Coritiba, que não é tão qualificado. Tínhamos que ter rendido mais.

Em seguida, garantiu Fernandão no comando da equipe. E disse esperar que com o retorno de jogadores como D'Alessandro, domingo, o time possa criar mais e melhores oportunidades de gol.

— O treinador do Inter é o Fernandão. Temos o retorno de vários jogadores para domingo e, quem sabe, com esses jogadores possamos criar melhor as nossas oportunidades. No segundo tempo, a bola não chegou. Não acho que seja falta de ousadia. A bola não chegou ao gol do Coritiba — resumiu.

Davi reiterou o discurso quando questionado sobre a baixa possibilidade de título para o Inter neste Campeonato Brasileiro. Reforçou que o time precisa criar mais e chutar mais a gol.

— Vamos continuar o dever de avaliar jogo a jogo. Os três pontos são importantíssimos e é isso que temos que fazer. Faltou criatividade. Quando falta criação, falta chutar no gol. O time tem que criar mais — ressaltou.

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