1 a 0

Nos acréscimos, Mina marca e Palmeiras vence o Jorge Wilstermann

Com o resultado, paulistas assumem liderança do grupo 5 da Libertadores

Por: Lancepress
16/03/2017 - 00h08min | Atualizada em 16/03/2017 - 00h24min
Nos acréscimos, Mina marca e Palmeiras vence o Jorge Wilstermann NELSON ALMEIDA / AFP/AFP
Foto: NELSON ALMEIDA / AFP / AFP  

O palmeirense ficou por 90 minutos esperando Borja marcar no Allianz Parque, mas foi outro colombiano que definiu a vitória suada sobre o Jorge Wilstermann-BOL: Mina. No último lance da partida, o zagueiro fez o gol do triunfo por 1 a 0. O resultado deixa os paulistas na liderança do grupo 5 da Libertadores.

Parecia que o empate já estava sacramentado: o Palmeiras, com quase 70% de posse de bola o jogo todo, sofreu para furar a linha de cinco jogadores na defesa colombiana. No próprio lance do gol, a bola passou duas vezes dentro da área para que o camisa 26 a empurrasse às redes.

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A proposta dos visitantes era evitar que o Palmeiras criasse e teve sucesso por quase todo o tempo. O time de Eduardo Baptista teve poucas oportunidades. Tanto que na primeira etapa a melhor chance foi do time visitante, quando Mina quase fez contra, não fosse por uma linda defesa de Fernando Prass.

Borja teve três chances antes do intervalo, a mais clara na pequena área, quando cabeceou por cima da meta. Nem o colombiano nem o Palmeiras estavam calibrados. Melhor para o Jorge Wilstermann, que gastou cada minuto que pôde em jogadas de bolas paradas.

Mina, além de desarmes precisos por baixo, cansou de carregar o time ao ataque no segundo tempo. Ele fez o primeiro gol, mas estava impedido; em outro cruzamento, foi agarrado pelo ex-são-paulino Alex Silva dentro da área, mas o árbitro Eduardo Gamboa nada marcou.

Guerra e Róger Guedes, caso tivessem acreditado nas duas jogadas em que saíram na cara do goleiro, poderiam ter finalizado melhor. Quando o time caiu de rendimento, Felipe Melo cresceu e, além de distribuir bem o jogo, chamou a torcida com sua raça. Keno e Willian foram as outras mudanças do técnico palmeirense, que apostou na velocidade, muitas vezes desorganizada.

A torcida, que deu apoio desde a chegada do ônibus com o Corredor Alviverde, e esteve em bom número no estádio (quase 40 mil pessoas), foi ficando tensa. Poderia até ser pior, se após jogada de Thomaz, o melhor do Jorge Wilstermann, Olego chutasse melhor. O tiro saiu torto, à esquerda.

O Palmeiras, então, tentou a última cartada. Keno abriu para Róger Guedes, que cruzou. Mina, como se fosse o amigo Borja, entrou como um centroavante e fez explodir a arena alviverde. No sufoco, a vitória veio!

O resultado deixou o time com quatro pontos em dois jogos, enquanto o rival boliviano tem dois - Olego, revoltado com o gol no fim, ainda foi expulso. O empate com o Tucumán era visto como bom se fizesse a lição de casa na arena. O time não jogou bem, mas conseguiu o que precisava.

*LANCEPRESS

 
 
 
 
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