
Desvinculado do Guangzhou Evergrande, da China, o atacante Robinho foi oferecido ao Grêmio por empresários. A direção confirma o oferecimento, mas, frente aos altos valores solicitados, nem levou adiante as negociações.
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Por um ano de contrato, Robinho e seus representantes exigem salário de R$ 800 mil mensais, além de luvas de R$ 1,2 milhão.
– Acima de tudo, prezamos por preservar o clima dentro do vestiário. Diferenças salariais, por vezes, podem provocar algum desconforto – explica o vice de futebol César Pacheco.
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Foi também por falta de acordo financeiro que Robinho não acertou-se com o Santos. Como o Corinthians também cogita sua contratação, especula-se que possa ocorrer um leilão, do qual o Grêmio não aceita fazer parte.
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Pacheco não esconde a inquietação com a dificuldade para contratar um meia e um atacante, as duas peças que ainda faltam para completar o grupo. Diz que muitos nomes surgem apenas via redes sociais e criam entre os torcedores uma expectativa que a direção não pode atender.
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Revela, também, que é elevado o número de ofertas de jogadores argentinos, uruguaios e colombianos, mas a maioria é reprovada na avaliação interna feita por comissão técnica e direção.
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