Coluna do Pedro

Pedro Ernesto: "O que sobrou"

Por: Pedro Ernesto Denardin
21/09/2016 - 08h08min | Atualizada em 21/09/2016 - 08h09min
Pedro Ernesto: "O que sobrou" Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena/Lancepress
Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem/Fotoarena/Lancepress

O Grêmio joga esta noite uma partida pela competição que ainda lhe resta em 2016. Nada mais tem a fazer no Brasileirão, a não ser fazer pontos necessários para impedir a aproximação do Z-4.

Renato quase não treinou, mas isso pode não ser importante. Conversa também arruma times. Assim como trazer a paz aos jogadores. A vantagem trazida de Curitiba é importante. Classificar é recuperar autoestima. Depois, é esperar pelo sorteio de sexta-feira para ver o que vem por aí.

No entanto, apesar da vantagem e do fator local, é importante respeitar o Atlético-PR.

Espero um grande público na Arena. Como se sabe, a Copa do Brasil foi o que sobrou.

Mesmo time
Renato promete não inventar. Ele pouco conhece o grupo. O mais prudente é manter aquilo que foi feito por Roger Machado. E nem existe jogador capaz de mudar muita coisa.

O técnico prefere jogar com três volantes. Acho uma boa solução. Primeiro, não toma gols. Depois, busca a vitória. Foi assim que ele chegou ao vice-campeonato com o Grêmio em sua última passagem. Tem um bom time na mão. Estruturado, cresce a chance de sucesso.

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Cavalo encilhado
A expressão acima é gauchesca e retrata oportunidades que aparecem na vida e que precisam ser aproveitadas. O cavalo passou duas vezes na frente do Inter. Perdeu em casa para o Vitória. Depois perdeu para o lanterna do campeonato. Como diz Muricy Ramalho, a bola pune. Tomara que esses pontos não façam falta ali adiante. 

*Diário Gaúcho

 
 
 
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