Coluna do Pedro

Pedro Ernesto: sem efetividade

Por: Pedro Ernesto Denardin
19/09/2016 - 07h54min | Atualizada em 19/09/2016 - 08h36min
Pedro Ernesto: sem efetividade André Ávila/Agencia RBS
Foto: André Ávila / Agencia RBS

Roger deixou muitas virtudes no time do Grêmio. Mas a efetividade nunca chegou a ser seu forte. Teórico, o ex-treinador falou em marcação alta, último terço, e outros adjetivos modernos para posicionamentos históricos do futebol, mas esqueceu que fazer gols é fundamental. Aliás, não esqueceu, não soube dar efetividade ao time. O tic-tac que encantou muita gente não foi suficiente para ter uma ideia completa de equipe. Foi o que se viu ontem. Muita posse de bola e nada concreto. O Fluminense foi dominado durante todo o jogo, mas foi quem teve as únicas três reais chances de gol. Sendo assim, o Grêmio deixa de lado o Brasileirão, em que a única tarefa passa ser achar oitos pontos, e volta-se para a Copa do Brasil. E tudo começa na quarta-feira.

Portaluppi

Os que gostaram de sua contratação se fixam no seu passado brilhante. Os opositores lembram que faz dois anos que ele não trabalha. Vale o mesmo para Espinosa: campeão do mundo, mas em 1983. O certo é que parecia a única alternativa. Não há bom treinador na praça que aceite trabalhar por três meses. Quando esteve no Grêmio, Renato foi bem. Poderá repetir?

Decisão

O Inter precisa ganhar. Roth diz que Seijas inicia no banco. Acho que começa a perder aí. É o jogador que tem feito algo diferente. Nico López ou Valdívia, se entende, já que não têm contribuído. Espero que o treinador e o time saibam que é o Inter e sua torcida que entram em campo.

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