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Fomos melhores, mas encontramos Martini e a trave pela frente

O jogo desta quarta foi válido para que Renato arrume esses detalhes que podem vir a comprometer em jogos da Libertadores

Por: José Augusto Barros
15/03/2017 - 21h51min | Atualizada em 15/03/2017 - 22h56min
Fomos melhores, mas encontramos Martini e a trave pela frente Tadeu Vilani/Agencia RBS
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS  

Era previsível que o Brasil-Pel fizesse um bom jogo, equilibrado e corrido, como fez na noite desta quarta-feira, no Bento Freitas. O time pelotense é organizado, chegou a integrar o G-4 da Série B em 2016 e mantém uma boa base em 2017. Mesmo que ainda não tenha repetido as atuações de 2016, o Brasil é bem superior a grande parte dos times do Gauchão.

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Mas, por ter um time superior, o Grêmio teve melhor atuação no jogo. E, ao contrário de 2016, quando perdíamos gols inexplicáveis, em Pelotas vi muito mais mérito no goleiro Eduardo Martini, que fez grandes defesas em lances de Bolanos e Luan, do que imperícia ou falta de qualidade de nossos atacantes. E o chute de Éverton foi bem executado, mas encontrou a trave.

O jogo desta quarta, em fase de classificação, foi válido para que Renato arrume esses detalhes que podem vir a comprometer em jogos da Libertadores. E claro, dar um orientada na zaga, que falhou no gol do Brasil e deu outra chance de gol semelhante para Gustavo Papa, no segundo tempo. Pela qualidade do adversário, valeu o empate.

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