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Editorial diz que excesso de recursos favorece a impunidade. Você concorda?

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  • José Silveira 

    Em princípio, as medidas recursais podem adiar mas não extinguir o processo, nem a consequente punibilidade. A justiça democrática tem essa dupla visão: abre-se à opinião pública mas sofre as impaciências com o cumprimento dos ritos pré-estabelecidos, que podem parecer oportunos ou não, segundo as circunstâncias ou pontos de vista. Nos casos exemplificados no editorial parece justo o inconformismo com a protelação da execução penal.

    Santa Maria - RS - Brasil11/01/2013 | 17:50
  • paulo alves 

    Concordo, pois normalmente a grande maioria dos "ditos" recursos são para passar o tempo garantindo a impunidade, e para quem recursos financeiros.

    Porto Alegre - RS - Brasil11/01/2013 | 16:43
  • Daniel Ribeiro 

    Qualquer cidadão de bem, há que concordar com a posição manifesta por ZH neste editorial. É necessário acrescentar que tal legislação beneficia quem tem recursos financeiros para arcar com os custos de infinitas protelações. De resto isso corrobora também o quão injusto e desigual é este país, posto que, são poucos os que dispõe de aparato financeiro para contar com a caduquice judicial para se livrar de condenações ou de cumprimento de penas.

    Estância Velha - RS - Brasil11/01/2013 | 15:37
  • carmelindo provenci 

    CONCORDO, POIS VERIFICA-SE ATÉ O QUE SE PODE DIZER FALTA DE OBJETIVIDADE DO PROCESSO, PELO TANTO DE RECURSOS QUE PODEM SER IMPETRADOS.

    ALVORADA - TO - Brasil11/01/2013 | 14:04
  • Alessandro Coimbra 

    Concordo. E isso faz com que desacreditemos em qualquer julgamento que venha a aparecer. Usamos tradicionalmente o termo "isso vai terminar em pizza" pelo fato que já sabemos que o julgamento apenas será um teatro para o mundo inteiro, não fazendo jus ao seu objetivo.

    Caxias Do Sul - RS - Brasil11/01/2013 | 13:42
  • Regina Santos da Silva 

    Concordo. As leis penais brasileiras são frouxas e liberais demais para com bandidos, até mesmo com os de "colarinho branco". Mesmo condenados, eles transitam livremente em nosso meio, agarrados aos recursos protelatórios e às artimanhas juridícas, como progressão de pena, regime semiaberto, indultos de natal etc. Essa liberdade indevida faz com que eles se sintam à vontade para cometer novos crimes. O pior de tudo é que os maus exemplos advêm das mais altas esferas do poder, cujos integrantes são os primeiros a não respeitarem a Constituição Brasileira. O caso do Cachoeira provará mais uma vez que liberalidade em demasia sempre termina em libertinagem. As grades, hoje em dia, são somente para o cidadão de bem.

    Porto Alegre - RS - Brasil11/01/2013 | 13:21
  • Adriano Vieira 

    Mais vale um culpado livre que um inocente condenado. Aquele que discordar que passe uma temporada em uma penitenciária brasileira antes de se pronunciar. No Brasil há uma descarada falta de vontade dos governantes e legisladores em aplicar as leis, isto leva a sociedade a exigir a criação de outras leis ainda mais severas, que igualmente não são aplicadas. Em 1764, época das masmorras, da tortura e do enforcamento em praça publica, Cesare Beccaria já dizia que não era a severidade das penas, mas a certeza da punição que evitaria a criminalidade. O ignorante pode alegar que os recursos geram incerteza da punição, quando na realidade o sucateamento e desprezo aos quadros policiais e judiciários que o fazem. Ao ler outros comentários fica claro que a ignorância do povo brasileiro se perpetua até pelos ditos "mais cultos" e continua a inaltecer o velho conceito de "Lei para inglês ver". O único objetivo dos recursos é tentar garantir que não se condenem inocentes.

    PORTO ALEGRE - RS - Brasil11/01/2013 | 11:56
  • Andreas Richter Weber 

    Sem dúvida, os recursos beneficiam a impunidade, no momento em que permitem verdadeiros corruptos ficarem em liberdade, quando deveriam estar atrás da grades.

    Porto Alegre - RS - Brasil11/01/2013 | 10:57
  • Alda Pegoraro Roeder 

    Concordo e me envergonho da situação em que o Brasil se coloca diante desses recursos. Um homem que é julgado e condenado ficar "usufruindo" das leis que o país impõem é muito revoltante.Temos que rever a Constituiçao e fazer com que o devedor pague sua conta,seja ele quem for,não importa seu grau de instrução e o cargo que exerce.Definitivamente tá muito fácil roubar no Brasil,quem deveria nos dar o exemplo,nos ensina o caminho errado.

    Nova Prata - RS - Brasil11/01/2013 | 09:48
  • Guilherme Mauricio Rodrigues 

    O caso do mensalão julgado de em 2012 foi um belo exemplo que a sociedade brasileira esta menos tolerante a corrupção. Mas nosso sistema jurídico é paternalista e pouco eficaz na hora de finalizar seus julgamentos, a coisa vai acontecer bem devagar por aqui. Não é fácil modificar quinhentos anos de corrupção. O povo também tem que colaborar e não se omitir. Concordo, existem recursos em excesso na nossa jurisdição.

    Farroupilha - RS - Brasil11/01/2013 | 09:41
  • Moises Nunes 

    - Concordo plenamente. As Leis estão brandas demais e com muitos recursos.Onde sai o temor da punição entra a violência desenfreada como estamos vendo. - Maior rigor nas punições,menos violência!

    Porto Alegre - RS - Brasil11/01/2013 | 08:32
  • LILIAN LEIVAS 

    TUDO ISSO PODERIA SER RESUMIDO NAQUILO QUE A POPULAÇÃO JÁ SABE HÁ MUITO TEMPO: RICO NÃO VAI PARA A CADEIA. PARECE SER A LEI MAIOR EXISTENTE NESTE PAÍS. ALGUÉM CONHECE ALGUM RICO PRESO? VAZ NETO, DANIEL DANTAS, CACHOEIRA, JADER BARBALHO...ALGUÉM ACREDITA QUE IRÃO PARA ATRÁS DAS GRADES? OS BONS ADVOGADOS CONHECEM OS ATALHOS PARA ALONGAR PROCESSOS ATÉ CHEGAR À PRESCRIÇÃO. E SÓ OS RICOS CONSEGUEM CONTRATAR ESSES BONS ADVOGADOS. SIMPLES, NÃO É?

    RIO GRANDE - RS - Brasil11/01/2013 | 08:01
  • Antonio Augusto Fonseca de Oliveira 

    Concordo que o excesso de recursos favorece a impunidade, mas o tempo demandado em cada recurso é que deve ser avaliado. Cada recurso não devería ultrapassar 30 dias para uma decisào do magistrado.

    Primavera do Leste - MT - Brasil11/01/2013 | 07:07
  • arnaldo novaes 

    Concordo e acho que há um excesso de entrancias, que só aservem para permitir esses recursos que são puramente protelatórios.

    pelotas - RS - Brasil10/01/2013 | 23:00
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