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Duas empresas de aviação agrícola de São Sepé estão proibidas de fazer aplicações

Fepam tomou decisão para colaborar com investigação sobre a morte de rebanho de gado

19/05/2009 | 19h45
Duas empresas de aviação agrícola de São Sepé estão proibidas de fazer aplicações Fernando Ramos /
Desde a segunda-feira da semana passada, pelo menos 30 animais da propriedade teriam morrido Foto: Fernando Ramos
Até a próxima semana, as duas empresas de aviação agrícola de São Sepé não poderão fazer aplicações de defensivos em lavouras da Região Central, nem a limpeza dos tanques dos seus aviões. A determinação partiu da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), na última sexta-feira, depois de uma visita de representantes do órgão às empresas.

De acordo com o coordenador da Fepam em Santa Maria, José Antônio Mallmann, a decisão foi tomada para colaborar com a investigação sobre a morte de um rebanho de gado, em uma propriedade perto do aeroclube, onde funcionam as empresas.

A restrição se deve à possibilidade de a morte por contaminação dos animais ter sido causada por agrotóxicos usados pelas empresas de aviação. Desde a segunda-feira da semana passada, pelo menos 30 animais da propriedade teriam morrido. A suspeita é que eles tenham sido vítimas de uma intoxicação.

O diretor da Sepal Aviação Agrícola, Mário Texter, diz que não trabalha com a aplicação de defensivos agrícolas há pelo menos 60 dias, por causa do término da safra, e que o seu pátio de higienização está de acordo com as normas ambientais.

A empresa Pluna (ex-Sanagri) foi contatada pelo Diário de Santa Maria, mas seus representantes não foram encontrados.

Confira reportagem completa na edição desta quarta-feira do Diário de Santa Maria.

 
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