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Courtney Love acredita ter encontrado vestígios do avião desaparecido

Rastreando com a ferramenta Tomnod, cantora é uma entre milhares que vasculham imagens de satélite

18/03/2014 | 17h59
Courtney Love acredita ter encontrado vestígios do avião desaparecido Reprodução/Reprodução
Courtney Love divulgou em sua conta no Facebook uma foto de satélite onde ela indica supostas manchas de óleo e destroços de aeronave Foto: Reprodução / Reprodução

Milhares de internautas tentam ajudar nas buscas ao Boeing 777-200 que desapareceu há 11 dias após decolar de Kuala Lumpur em direção à China com imagens de satélite. Entre eles está a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, que publicou na linha do tempo do seu Facebook uma imagem onde ela indica supostas manchas de óleo e supostos destroços do avião na região de Pulau Perak, no estreito de Malaca, na Malásia.

"Não sou experta, mas, olhando de perto isso, parece ser um avião e um vazamento de óleo", escreveu no post que até às 16h desta terça-feira tinha mais de 11,7 mil compartilhamentos.

Segundo a cantora, os destroços estariam nas coordenadas 5°39'08.5?N 98°50'38.0. De acordo com o site britânico do jornal Metro, a foto utilizada por Love foi retirada da ferramenta Tomnod (www.tomnod.com), que utiliza imagens de satélites. O registro teria sido feito no dia 12 de março, quatro dias após o último rastreamento da aeronave.

 
FOTO: Reprodução

Tomnod é gerenciado pela empresa de satélites comerciais DigitalGlobe, que logo depois do desaparecimento do voo reposicionou dois de seus cinco satélites sobre o Golfo da Tailândia que, depois, foram movidos em direção ao oeste, para onde as buscas internacionais estão concentradas.

 
FOTO: Reprodução

As imagens são fornecidas pela empresa DigitalGlobe, que já foram acessadas por mais de 2 milhões de pessoas. Os objetos encontrados pela ferramenta são marcados em quatro categorias — marcas de óleo, destroços, botes e diversos.

Mais de 600 mil objetos já foram identificados.

Os usuários recebem recortes de imagens escolhidas aleatoriamente para marcar se enxergam algo suspeito. Um algoritmo então encontra se outras pessoas já marcaram a mesma localização e as áreas mais notáveis são compartilhadas com as autoridades. Um porta-voz da empresa afirmou que cada pixel já foi olhada por olhos humanos pelo menos 30 vezes — e isso foi na semana passada, segundo o jornal The Guardian.

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