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Criminalidade

Taxista de São Leopoldo teria sido roubado antes de ter o corpo incinerado

Polícia Civil de Novo Hamburgo, onde ocorreu o crime, trabalha com hipótese de latrocínio

12/08/2014 | 15h49

A hipótese de um latrocínio (roubo com morte) foi reforçada pela polícia na investigação da morte do taxista Adriano Voese, 45 anos, encontrado carbonizado dentro do veículo em que trabalhava, um Spin branco, ontem à noite, no Bairro Ideal, em Novo Hamburgo. Havia marcas facadas no peito da vítima. De acordo com o delegado Enizaldo Plentz, que atendeu ao local do crime, a suspeita é de que os criminosos tenham embarcado no táxi na região central de São Leopoldo – onde Adriano tinha um ponto de táxi – e seguiram para o município vizinho, onde teriam anunciado o assalto.
– É possível que a vítima tenha entrado em luta corporal. Na sequência, eles queimaram o corpo e abandonaram o carro – aponta o delegado.
Testemunhas teriam visto dois homens e uma mulher saírem correndo do carro, na Rua Marquês de Alegrete, em direção à Rua Araxá, mas a polícia ainda não tem suspeitos.
Casado e pai de um filho de 13 anos, Adriano era motorista profissional há 20 anos. E, por isso, bastante conhecido no Centro de São Leopoldo.
O caso, que foi atendido pela Delegacia de Homicídios de Novo Hamburgo, deve ser repassado à 1ª DP da cidade, que nos próximos dias deve ouvir colegas e procurar por imagens de câmeras que mostrem o momento do embarque dos criminosos.

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