Informe Rural

Gisele Loeblein: nova conta para o leite

Se Farsul, Sindilat e CCGL não aderirem ao Instituto Gaúcho do Leite, será necessário reconfigurar a conta dos votos a que têm direito representantes do setor na entidade

26/02/2014 | 22h21

Com uma assembleia marcada para esta quinta-feira, a Federação da Agricultura do Estado (Farsul) colocará à mesa de votação o desejo dos sindicatos rurais associados em aderir ou não ao Instituto Gaúcho do Leite. Salvo alguma surpresa, a tendência é que a entidade repita a decisão do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat) de ficar de fora.

– Não será uma decisão pessoal, será a definição de um colegiado – afirma Jorge Rodrigues, presidente da Comissão de Leite da Farsul.

Uma consultoria ajudou na elaboração de parecer jurídico que avaliou o estatuto do IGL, documento a ser apresentado na assembleia.

Também é nesta quinta que a diretoria do instituto se reúne, conforme previsto na assembleia de criação do IGL.

Se de fato Farsul, Sindilat e CCGL não entrarem – o prazo oficial expirava quarta –, será necessário reconfigurar a conta dos votos a que têm direito representantes do setor no instituto. O Sindilat tinha dois votos, além de indicar seis empresas. A Farsul tem direito a quatro. CCGL a um dentro da cota das cooperativas.

Diante da necessidade de alteração, a condição previamente estabelecida é de que o número de representantes da indústria seja igual ao dos produtores.

– O instituto está formado – reforça Ardêmio Heineck, consultor da câmara setorial do leite e um dos idealizadores do projeto do IGL.

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