Telefonia

Proibição de vendas derruba faturamento de lojas de celular na Capital

A CDL de Porto Alegre estima queda de até 20% nas receitas

21/07/2012 | 13h41

O faturamento das lojas que comercializam os chips na Capital sofreu o impacto da proibição de habilitação de novas linhas de telefonia móvel pelo Procon em Porto Alegre. A Câmara dos Dirigentes Lojistas da Capital (CDL-POA) estima que as receitas totais do mês de julho tenham sido afetadas em até 20%. As vendas de chips da semana ficaram 60% abaixo do normal.

De acordo com Gustavo Schifino, presidente da CDL Porto Alegre, o embargo do Procon não afetou apenas as vendas de chips e linhas:

— Muitas vezes quando a pessoa não pode comprar o chip, não compra também o aparelho — afirma

Desde o final da tarde de ontem, o bloqueio do Procon foi revogado. As operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo se comprometeram a respeitar as determinações do órgão. As empresas prometeram divulgar a cobertura do serviço de telefonia na Capital e também como os consumidores poderão pedir o abatimento da fatura se faltar sinal.

No caso da Oi, a liberação para vendas de chips só vale até domingo. A partir de segunda-feira, a operadora está suspensa pela Anatel.

 
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