Economia, ZH 2014, clicRBSZH 2014http://zh.clicrbs.com.br/rs/urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-iatom© 2011-2015 clicrbs.com.br2015-01-27T11:57:27-02:00urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-grau-de-investimento-e-o-precedente-russo-4688618Marta Sfredo: grau de investimento e o precedente russoCaso o Brasil seja novamente rebaixado neste ano, como já foi no início de 2014, pela S&P, desta vez perde seu selo de bom pagador 2015-01-26T23:30:00-02:002015-01-26T23:30:00-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brÉ certo que os problemas da Rússia têm magnitude maior do que os do Brasil, ao menos até agora. Mas o rebaixamento da nota da dívida soberana russa (correspondente aos títulos públicos do governo central) mostra que as agências de classificação de risco tentam polir a credibilidade arranhada com a crise de 2008. Uma das três grandes, Standard & Poor's, cortou nesta segunda-feira a nota dos papéis russos de BBB- para BB+. Leia todas as últimas notícias de Zero Hora A mudança de sinal e a perda de uma letrinha na sopa da análise de crédito, neste caso, corresponde à perda do grau de investimento, ou como se convencionou chamar no Brasil, do selo de bom pagador. É a primeira vez que isso ocorre em mais de uma década. E reforça o temor de que outras letras possam ser afetadas pelo movimento das agências. A ênfase nos cortes de despesas e aumento de impostos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, segue a moldura da avaliação da nota de crédito. Caso o Brasil seja novamente rebaixado neste ano, como já foi no início de 2014, também pela S&P, desta vez perde seu selo de bom pagador. Tinha notas dois graus acima do limite, agora tem uma. E daí?, perguntam muitos brasileiros. A vida por aqui segue igual – ou pior com os aumentos de impostos que pode custar manter a carteira desse clube exclusivo. A perda do grau de investimento freia o investimento externo no país que perde essa credencial, por um motivo simples: a grande maioria das fundações americanas só é autorizada a aplicar seu dinheiro em países considerados "confiáveis". Sem esse volume de recursos, escasseiam dólares no mercado interno. Essa conta, todo mundo sabe fazer: quanto menor a oferta, maior o preço. E dólar mais caro é igual a inflação maior.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: grau de investimento e o precedente russoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-grau-de-investimento-e-o-precedente-russo-4688618Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-empresa-polonesa-vai-investir-ate-r-640-mi-no-rs-4688037Empresa polonesa vai investir até R$ 640 mi no RSDiretores assinaram um protocolo de intenções com o Governo do Estado2015-01-26T11:13:10-02:002015-01-26T11:13:10-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brA empresa polonesa Synthos, que produz borracha sintética, decidiu dar a largada na implantação de uma fábrica no Brasil mesmo sem ter a confirmação do fornecimento de matéria-prima, que depende de uma negociação ainda em aberto entre a Braskem e a Petrobras. Na semana passada, diretores da Synthos assinaram um protocolo de intenções com o Governo do Rio Grande do Sul prevendo um investimento de até R$ 640 milhões na instalação de uma unidade no Polo Petroquímico de Triunfo, a 80 km de Porto Alegre. Exportações gaúchas fecham o ano com 25% de queda RS registra a menor geração de empregos desde 2003 Brasil tenta provar que é lugar para se investir De acordo com Maurênio Stortti, que responde pelo projeto de engenharia da fábrica e foi nomeado representante legal da Synthos no RS, o objetivo é começar a obra em abril. – Estamos esperando que o governo estadual emita a licença de instalação, o que deve ocorrer em quinze dias – afirmou. A previsão é de que em julho de 2017 a planta estará pronta para produzir borracha para a indústria automotiva nacional. A iniciativa demonstra uma mudança de postura por parte da Synthos, que nos últimos meses vinha mantendo o projeto em compasso de espera. O principal empecilho era a incerteza com relação à principal matéria-prima da Synthos, o butadieno, que seria comprado da unidade da Braskem localizada também em Triunfo. Para viabilizar esse fornecimento, no entanto, a petroquímica brasileira precisa concluir a negociação com a Petrobras sobre o preço da nafta, usada para produzir o butadieno. Leia as últimas notícias de Economia Leia as últimas notícias de Zero Hora O pontapé inicial no projeto brasileiro da Synthos ocorre em um momento em que Braskem e Petrobras seguem em fase de negociação. O último acordo entre as companhias vigorou entre 2009 e fevereiro de 2014. Como não chegaram a um consenso, uma vez que a estatal queria fazer um reajuste, as companhias firmaram um contrato aditivo, válido por seis meses. O prazo venceu em agosto, e um segundo aditivo, assinado na época, vencerá no fim do próximo mês. Procurada, a Braskem informou que "busca um contrato de longo prazo de fornecimento de nafta com a Petrobras". De acordo com o representante da empresa polonesa, no momento o maior obstáculo para o andamento da obra é outro. A empresa alemã Lanxess, que fabrica borracha sintética no Brasil, protocolou em Brasília um pedido de investigação de dumping contra fabricantes que exportam o produto para o País, como a Synthos. A investigação não diz respeito somente à Synthos, mas a companhia foi citada. – Se o processo avançar, prejudicando as exportações da Synthos, pode também prejudicar o investimento no Brasil – explicouPorto Alegre, RSZH 2014Empresa polonesa vai investir até R$ 640 mi no RSZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-empresa-polonesa-vai-investir-ate-r-640-mi-no-rs-4688037Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-percepcao-sobre-a-economia-puxa-queda-na-confianca-do-consumidor-em-janeiro-4688006Percepção sobre a economia puxa queda na confiança do consumidor em janeiroO índice registrou queda de 6,7% de janeiro ante dezembro2015-01-26T09:20:06-02:002015-01-26T09:20:06-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brA piora na percepção do brasileiro sobre a economia foi a principal razão para a queda de 6,7% na confiança do consumidor em janeiro ante dezembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador que mede o grau de satisfação com a situação econômica atual puxou a queda de 8,6% do Índice de Situação Atual (ISA) no período. Monitor do PIB indica estagnação e crescimento zero em 2014 FGV prevê desemprego a 5,6% no ano Prévia da inflação de dezembro tem forte alta e acumula 6,46% em 2014 A proporção de consumidores afirmando que a situação está boa caiu de 8,7% em dezembro para 6,0% do total em janeiro. Já a parcela dos entrevistados que consideram a situação econômica ruim aumentou de 54,6% para 61,8%, na mesma comparação. Em relação ao futuro próximo, o indicador de otimismo com a situação econômica nos próximos seis meses caiu de 92,5 pontos em dezembro para 77,6 pontos em janeiro, contribuindo para a deterioração no Índice de Expectativas (IE), que recuou 6,2% no período. A parcela de consumidores prevendo melhora na economia diminuiu de 23,3% em dezembro para 16,6% em janeiro, ao passo que o grupo que prevê piora aumentou de 30,8% para 39,0% do total. O levantamento de janeiro abrange 1.820 domicílios, com entrevistas conduzidas entre os dias 2 e 21 de janeiro. Leia as últimas notícias de economiaPorto Alegre, RSZH 2014Percepção sobre a economia puxa queda na confiança do consumidor em janeiroZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-percepcao-sobre-a-economia-puxa-queda-na-confianca-do-consumidor-em-janeiro-4688006Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-o-brasil-pede-agua-4687879Marta Sfredo: o Brasil pede águaFalta de planejamento, atrasos em obras, escassez de chuva, excesso de calor e consumo sem consciência se combinaram de forma perversa para ameaçar os brasileiros com um quadro assustador: ter de fechar a torneira e desligar os interruptores 2015-01-26T05:01:45-02:002015-01-26T05:01:45-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDiz-se que as grandes catástrofes nunca podem ser atribuídas a uma só causa. A confluência de vários problemas desata o desastre. Parece ser para onde caminha o abastecimento de água e de energia no país. Falta de planejamento, atrasos em obras, escassez de chuva, excesso de calor e consumo sem consciência se combinaram de forma perversa para ameaçar os brasileiros com um quadro assustador: ter de fechar a torneira e desligar os interruptores. O governo, pela voz da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pediu moderação no consumo, na sexta-feira. Há quem defenda uma campanha maciça pelo consumo racional. Leia as últimas notícias sobre energia Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento atingir o Estado E aí surge um obstáculo às boas intenções. Representantes do setor elétrico não querem nem ouvir falar em racionalização no consumo. Esse poderia ser um passo antes do corte compulsório, como ocorreu em 2001 e 2002 na maior parte do país – a Região Sul só escapou porque não tinha como transferir energia para as demais, o que não ocorre agora. Mas para as empresas, a racionalização seria o pior dos mundos porque ainda precisariam garantir oferta, pagando preço de mercado pela energia, muito acima do normal, e correriam o risco de redução na receita, caso os brasileiros realmente abraçassem a ideia. Como se sabe, as distribuidoras de energia estão com rombos gigantescos em decorrência da elevação do preço da energia elétrica provocada pela seca que exigiu a entrada da geração térmica nos orçamentos de todas. Mas também as empresas têm sua parcela de responsabilidade. Parte do desequilíbrio ocorreu porque muitas não haviam contratado toda a energia de que precisavam para abastecer seus clientes. É por isso que há muita pressão – e uma queda de braço entre os vários agentes do segmento – em torno do racionamento. Além do desgaste que representa para uma presidente que assinou e carimbou o atual modelo do setor elétrico, envolve interesses econômicos, financeiros e políticos. De julho de 2001 a setembro de 2002, boa parte do Brasil foi obrigada a cortar 20% do consumo de energia. Desde então, "racionamento" – a redução compulsória – virou sinônimo de "apagão" – desligamento involuntário provocado por problema técnico ou climático. Agora, ainda temos de conviver com o "corte seletivo", para garantir que o sistema não entre em colapso. E justo no verão que testa recordes históricos de altas temperaturas.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: o Brasil pede águaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-o-brasil-pede-agua-4687879Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Brasil vai demorar para pagar energia importada da ArgentinaCompras foram feitas na modalidade emergencial, para suprir a demanda atendida pela geração nacional2015-01-24T11:58:09-02:002015-01-24T11:58:09-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSONSBrasil vai demorar para pagar energia importada da ArgentinaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-vai-demorar-para-pagar-energia-importada-da-argentina-4687375Brasil vai demorar para pagar energia importada da ArgentinaCompras foram feitas na modalidade emergencial, para suprir a demanda atendida pela geração nacional2015-01-24T11:58:09-02:002015-01-24T11:58:09-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brAs importações de energia elétrica da Argentina desta semana, embora não tenham impacto nas contas externas brasileiras, elevaram a 11 mil megawatts/hora (MWh) a "dívida" de energia do Brasil com o país vizinho. As compras de 2 mil MWh foram feitas na modalidade emergencial, ou seja, para suprir a demanda que não conseguiu ser atendida pela geração nacional. Apagão foi causado por problema na oferta de energia O acordo entre Brasil e Argentina prevê que "a energia importada deve ser compensada com devolução em igual montante" nos casos emergenciais. Dados do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostram que o Brasil já devia 9.185 MWh aos argentinos importados via Garabi 1 e Garabi 2, em Garruchos (RS). Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento no RS A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) informou que a aquisição da Argentina não foi uma questão comercial e não envolveu nenhuma transação financeira. As importações de 2 mil MWh serviram para suportar a escalada do consumo no horário de pico desde terça-feira, 20. A última vez em que houve compra de energia do exterior foi em dezembro de 2010. Corte de luz afetou as regiões sul, sudeste e norte do país Tecnicamente, segundo explicação do ONS, o tipo de aquisição feita nesta semana ocorre quando "emergências no sistema de geração ou transmissão comprometem o atendimento à carga". A energia recebida da Argentina serviu para abastecer o Sul que, durante os dois dias, enviou o máximo de sua energia ao Sudeste. Energia não será devolvida Como a energia produzida pelas usinas brasileiras tem sido totalmente usada para suprir a demanda nacional, a "devolução" dessa carga à Argentina não deve ocorrer tão cedo, ainda mais em um cenário de racionamento, como admitido na quinta-feira, dia 22, pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 O próprio acordo binacional isenta os dois países de devolver a energia enquanto não houver sobras no sistema. Mesmo nos casos em que o parceiro superavitário nas transações de troca de energia inicie também uma situação de emergência. Ou seja, com o Brasil ofertando energia no limite da demanda, uma ocorrência do outro lado da fronteira pode ficar sem socorro, mesmo com o "crédito" de 11 mil MWh dos vizinho. Há uma alternativa que pode servir para adquirir eletricidade argentina sem aumentar a dívida com o parceiro: a importação pelo sistema de interligação de Uruguaiana, no qual o Brasil detém um crédito de 1.153 MWh. O problema é que a usina gaúcha, desligada desde abril de 2014, está no centro de uma polêmica com o próprio governo argentino, que rompeu o contrato de abastecimento de gás à planta em 2009.Porto Alegre, RSZH 2014Brasil vai demorar para pagar energia importada da ArgentinaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-vai-demorar-para-pagar-energia-importada-da-argentina-4687375Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-um-desafio-de-alta-voltagem-na-ceee-4687253Marta Sfredo: um desafio de alta voltagem na CEEEConcessão da companhia para área de distribuição vence no dia 8 de julho. Até lá, a empresa terá de fazer um trabalho de fôlego para se manter no negócio2015-01-23T23:52:45-02:002015-01-23T23:52:45-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPara quem terá de lidar com risco diário de curto circuito, com possibilidade de desligamento da rede a curtíssimo prazo – considerando o ritmo do segmento –, o novo presidente da CEEE, Paulo de Tarso Pinheiro Machado, mostrou bastante calma ao tomar posse nesta sexta-feira. Não avançou muito no detalhamento nem da situação em que assume uma das maiores e mais problemáticas estatais do Rio Grande do Sul nem deu mais pistas de seu plano tático-operacional. Mas sua diretoria já deu um dado que ajuda a dimensionar a voltagem do desafio que vai encarar. As perdas não-técnicas – resultantes de ligações clandestinas (gatos) e furto de energia (fraudes em medidores) da companhia chegam a 18%, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reconhece na tarifa – ou seja, admite cobrança extra por essa perda – de apenas 6%. Ou seja, é um indicador três vezes pior do que o desejado. Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento no país atingir o RS Leia as últimas notícias sobre a CEEE Quem conhece a realidade dos demais indicadores de qualidade da companhia, como o ex-presidente da CEEE Sergio Dias, sabe que a situação dos demais é igual ou ainda pior. Esse será um dos principais problemas a resolver se a estatal quiser se manter como distribuidora de energia. A concessão da CEEE para distribuição vence no dia 8 de julho. Até lá, a empresa terá de fazer um trabalho de fôlego para se manter no negócio. – O plano tem de ser muito consistente, e acompanhado de ação política. Se a Aneel olhar a letra fria da lei, não renova – adverte Dias. No governo, há quem conheça bem a voltagem desse desafio. Mas é preciso que toda a sociedade conheça a situação da empresa que ajuda a sustentar, ou como consumidor ou como contribuinte. Até para poder formar seu próprio juízo sobre o melhor futuro para a empresa. Outros ex-dirigentes que conheceram bem os gargalos de eficiência da estatal lembram com certa ironia do episódio do aumento do salário do governador, que subiria de R$ 17,3 mil para R$ 25 mil. Na CEEE, há pelo menos 150 servidores que recebem entre R$ 17 mil e R$ 20 mil – alguns chegam a R$ 30 mil.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: um desafio de alta voltagem na CEEEZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-um-desafio-de-alta-voltagem-na-ceee-4687253Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17179210Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento atingir o EstadoEstatal também quer ser mais ágil para religar a energia após temporais2015-01-23T17:44:49-02:002015-01-23T17:44:49-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLauro AlvesNovo presidente da CEEE admite risco de racionamento atingir o EstadoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17179210Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-novo-presidente-da-ceee-admite-risco-de-racionamento-atingir-o-estado-4686699Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento atingir o EstadoEstatal também quer ser mais ágil para religar a energia após temporais2015-01-23T17:44:49-02:002015-01-23T17:44:49-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO novo presidente da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Paulo de Tarso Pinheiro Machado, admitiu nesta sexta-feira o risco de racionamento de energia no país, que também atingiria o Rio Grande do Sul. Além do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas no Centro Oeste, Sudeste e Nordeste, as altas temperaturas têm elevado a demanda, o que contribuiu para o blecaute que atingiu 11 Estados e o Distrito Federal na última segunda-feira. — O Rio Grande do Sul está dentro do contexto do Brasil. E o que acende a luz vermelha para o Estado é que estamos no pico do consumo em função do aumento das temperaturas. É uma realidade que não nos permite pensar que estamos em uma posição diferente do Brasil. Há, sim, uma possibilidade de risco. Mas isso não está mensurado — disse Machado, que tomou posse na tarde desta sexta-feira. Dados mostram que apagão foi causado por problema na oferta de energia Marta Sfredo: apagão, um raio que cai várias vezes no mesmo lugar Desafio no setor de energia é reduzir o consumo Uma das prioridades da nova gestão da CEEE é fazer a companhia ser mais ágil no restabelecimento da energia quando acontecerem cortes no abastecimento devido a temporais. Para isso, a ideia é promover uma aproximação com órgãos como a Defesa Civil e serviços de meteorologia e estar com as equipes em prontidão quando houver previsão de chuva forte e vento. — Precisamos nos antecipar aos fatos — explica.Porto Alegre, RSZH 2014Novo presidente da CEEE admite risco de racionamento atingir o EstadoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-novo-presidente-da-ceee-admite-risco-de-racionamento-atingir-o-estado-4686699Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:16831345RS registra a menor geração de empregos desde 2003Dados referentes a 2014 foram divulgados no início da tarde desta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho2015-01-23T14:52:34-02:002015-01-23T14:52:34-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus JuniorRS registra a menor geração de empregos desde 2003ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:16831345Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-rs-registra-a-menor-geracao-de-empregos-desde-2003-4686512RS registra a menor geração de empregos desde 2003Dados referentes a 2014 foram divulgados no início da tarde desta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho2015-01-23T14:52:34-02:002015-01-23T14:52:34-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEmbora a criação de vagas com carteira assinada tenha se mantido positiva em 2014, foi a menor geração desde 2003 — início da série histórica — tanto no Rio Grande do Sul como no Brasil. No Estado, foram apenas 23,8 mil empregos, queda de 73,5% em relação ao período anterior. E, no país, 396,9 mil, recuo de 64,5%, conforme dados divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho. Produção recua em metade das regiões pesquisadas Produção industrial cai no RS, e setor estima mais demissões Leia outras notícias de Economia O principal motivo do declínio foi o fechamento de vagas na indústria. No Rio Grande do Sul, foram 17,3 mil empregos a menos. O resultado geral do Estado só não foi pior porque o comércio e os serviços contabilizaram 41,6 mil admissões. No Brasil, houve uma diminuição de 163,8 mil postos na indústria e de 106,4 mil na construção civil. As causas da redução, segundo o economista Giácomo Balbinotto Neto, da UFRGS, estão relacionadas, em parte, às incertezas desencadeadas com as eleições presidenciais. — Havia uma indefinição muito grande, e os empresários decidiram puxar o freio e postergar novas contratações — explica Neto. Embora reconheça "certo esgotamento" do atual modelo de crescimento da economia, o sociólogo Guilherme Xavier Sobrinho, da Fundação de Economia e Estatística (FEE), diz que os resultados não devem ser analisados por um viés "catastrofista". — Mesmo com um desempenho econômico fraco, o país conseguiu manter a geração de empregos positiva. Isso é importante — destaca Sobrinho. Apesar disso, as perspectivas para 2015 não são animadoras. Medidas amargas tomadas recentemente pelo governo federal, como o aumento de impostos e a elevação da taxa básica de juro, tendem a frear o consumo. O economista José Dari Krein, da Unicamp, não descarta um aumento do desemprego. — O cenário está ruim e tende a piorar — adverte Krein.Porto Alegre, RSZH 2014RS registra a menor geração de empregos desde 2003ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-rs-registra-a-menor-geracao-de-empregos-desde-2003-4686512Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17142824Infraero deve definir ampliação do Salgado Filho no início de fevereiroConselho de Administração do órgão, que analisará o pedido do ministro Padilha, deve se reunir em duas semanas2015-01-23T12:48:44-02:002015-01-23T12:48:44-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFernando GomesInfraero deve definir ampliação do Salgado Filho no início de fevereiroZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17142824Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-infraero-deve-definir-ampliacao-do-salgado-filho-no-inicio-de-fevereiro-4686481Infraero deve definir ampliação do Salgado Filho no início de fevereiroConselho de Administração do órgão, que analisará o pedido do ministro Padilha, deve se reunir em duas semanas2015-01-23T12:48:44-02:002015-01-23T12:48:44-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brResponsável por aprovar ou não a solicitação do ministro da Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, de ampliação de 920 metros da pista do Aeroporto Salgado Filho, o Conselho de Administração da Infraero deve se reunir e definir a questão nos primeiros dias de fevereiro. A informação foi confirmada pela assessoria do órgão. A última reunião do conselho ocorreu no começo do ano. Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã" Os conselheiros se encontram uma vez por mês ou excepcionalmente para analisar diversos pedidos relacionados aos aeroportos sob sua concessão. A Infraero já começou a reunir os documentos com detalhes do projeto de expansão da pista do Salgado Filho. Padilha volta atrás e pede ampliação de pista do Salgado Filho Em entrevista a ZH na quinta-feira, o prefeito da Capital, José Fortunati, disse que buscará "todos os aspectos técnicos para defender a ampliação" e vai encaminhá-los "formalmente para o conselho". A obra, que vai melhorar a segurança do aeroporto e ampliar o transporte de cargas, chegou a ser uma das mais importantes para a Copa do Mundo, mas foi retirada da lista de prioridades a pedido da Infraero em dezembro de 2012. O órgão exige que o terreno destinado à obra deve ser totalmente cedido à União. Fortunati garantiu que não haverá entraves para isso e que as cerca de 1,8 mil famílias das vilas Dique e Nazaré (ao lado do Salgado Filho) serão levadas para imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida ao longo do ano. Segundo o prefeito, os trabalhos poderiam começar imediatamente. Ministro volta atrás após susto em voo da Azul Na tarde da última quinta-feira, Padilha emitiu uma nota e informou que solicitou a ampliação da pista do Salgado Filho à presidência da Infraero. No documento, ele defende que um incidente registrado com uma aeronave da Azul, no dia 19 de janeiro, demonstra a necessidade de maior espaço no aeroporto. Rosane de Oliveira: entenda o impasse no projeto do aeroporto O avião teve um problema técnico e pousou emergencialmente na Base Aérea de Canoas – com 471 metros a mais de pista – na manhã do dia 19. O voo 4111 saiu do aeroporto de Confins (MG) às 6h57min para o Salgado Filho, quando teve de desviar. "Solicitamos que seja avaliada a oportunidade e conveniência de ser dado andamento ao referido projeto, tendo em conta não somente a previsão de aumento da demanda do volume de cargas a ser transportado, mas também a segurança das operações, a fim de que, também, sejam evitados eventos da natureza do noticiado", escreveu Padilha ao presidente da Infraero, José Irenaldo Leite de Ataíde. O documento também detalha as obras da primeira fase do Plano Diretor de expansão do Salgado Filho. O Terminal de Passageiros 1 passará de 41,5 mil m² para 60,3 mil m² até janeiro de 2017; o Pátio de Aeronave e Pistas de Táxi deve estar maior em março desse ano; um novo Terminal de Cargas, com área de 18 mil m², tem conclusão prevista para setembro de 2016, e o edifício garagem e um hotel de 200 apartamentos, ambos em parceria com o setor privado, devem ser finalizados até abril de 2016.Porto Alegre, RSZH 2014Infraero deve definir ampliação do Salgado Filho no início de fevereiroZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-infraero-deve-definir-ampliacao-do-salgado-filho-no-inicio-de-fevereiro-4686481Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17169833Áudio contradiz Padilha sobre ampliação de pista: "Hoje, não tem necessidade"Apesar de afirmar que não recuou na posição sobre obra do Salgado Filho, em entrevista há uma semana Eliseu Padilha havia descartado extensão2015-01-23T12:18:38-02:002015-01-23T12:18:38-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFernando GomesÁudio contradiz Padilha sobre ampliação de pista: "Hoje, não tem necessidade"ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17169833Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-audio-contradiz-padilha-sobre-ampliacao-de-pista-hoje-nao-tem-necessidade-4686475Áudio contradiz Padilha sobre ampliação de pista: "Hoje, não tem necessidade"Apesar de afirmar que não recuou na posição sobre obra do Salgado Filho, em entrevista há uma semana Eliseu Padilha havia descartado extensão2015-01-23T12:18:38-02:002015-01-23T12:18:38-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEm visita a Porto Alegre no dia 16 de janeiro de 2015, o ministro da Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, afirmou a jornalistas, após encontro com o prefeito José Fortunati, que não havia a necessidade de ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho. A declaração frustrou as expectativas dos gaúchos, que esperavam outro anúncio para este ano. Padilha volta atrás e pede extensão de pista do Salgado Filho Na manhã de hoje, em entrevista à Rádio Gaúcha, Padilha disse que foi mal compreendido em suas manifestações. Porém, a fala do dia 16 contradiz a versão dada nesta sexta-feira. "No devido momento, se necessário for, a gente amplia a pista. Hoje, não tem necessidade, porque nós estamos operando apenas com 54% da capacidade", argumentou o ministro na semana passada (ouça o áudio na íntegra abaixo). A obra, que vai melhorar a segurança do aeroporto e ampliar o transporte de cargas, chegou a ser uma das mais importantes para a Copa do Mundo, mas foi retirada da lista de prioridades a pedido da Infraero em dezembro de 2012. Definição, agora, cabe à Infraero Na tarde da última quinta-feira, Padilha emitiu uma nota e informou que a solicitação de ampliação de 920 metros na pista do Salgado Filho estava sendo feita à presidência da Infraero. No documento, ele defende que um incidente registrado com uma aeronave da Azul, no dia 19 de janeiro, demonstra a necessidade de maior espaço no aeroporto. Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã" Caberá ao Conselho de Administração da Infraero analisar o pedido do ministro. De acordo com a assessoria do órgão, a definição deve ocorrer nos primeiros dias de fevereiro. O avião da Azul teve um problema técnico e pousou emergencialmente na Base Aérea de Canoas – com 471 metros a mais de pista – na manhã do dia 19. O voo 4111 saiu do aeroporto de Confins (MG) às 6h57min para o Salgado Filho, quando teve de desviar. Especialistas ouvidos por Zero Hora afirmaram que se a pista fosse maior, o susto teria sido evitado. Rosane de Oliveira: entenda o impasse no projeto do aeroporto "Solicitamos que seja avaliada a oportunidade e conveniência de ser dado andamento ao referido projeto, tendo em conta não somente a previsão de aumento da demanda do volume de cargas a ser transportado, mas também a segurança das operações, a fim de que, também, sejam evitados eventos da natureza do noticiado", escreveu Padilha ao presidente da Infraero, José Irenaldo Leite de Ataíde. O documento também detalha as obras da primeira fase do Plano Diretor de expansão do Salgado Filho. O Terminal de Passageiros 1 passará de 41,5 mil m² para 60,3 mil m² até janeiro de 2017; o Pátio de Aeronave e Pistas de Táxi deve estar maior em março desse ano; um novo Terminal de Cargas, com área de 18 mil m², tem conclusão prevista para setembro de 2016, e o edifício garagem e um hotel de 200 apartamentos, ambos em parceria com o setor privado, devem ser finalizados até abril de 2016.Porto Alegre, RSZH 2014Áudio contradiz Padilha sobre ampliação de pista: "Hoje, não tem necessidade"ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-audio-contradiz-padilha-sobre-ampliacao-de-pista-hoje-nao-tem-necessidade-4686475Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Dados mostram que apagão foi causado por problema na oferta de energiaApesar do governo defender que o motivo foi falha técnica, a demanda por energia elétrica foi maior que a disponibilizada2015-01-23T09:51:12-02:002015-01-23T09:51:12-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSONSDados mostram que apagão foi causado por problema na oferta de energiaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dados-mostram-que-apagao-foi-causado-por-problema-na-oferta-de-energia-4686443Dados mostram que apagão foi causado por problema na oferta de energiaApesar do governo defender que o motivo foi falha técnica, a demanda por energia elétrica foi maior que a disponibilizada2015-01-23T09:51:12-02:002015-01-23T09:51:12-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, tem justificado que falhas técnicas causaram o apagão da última segunda-feira e reafirmado que há sobras de energia no País. Mas os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) são claros quanto à origem do blecaute que deixou dez Estados e o Distrito Federal sem luz: não havia energia disponível para atender ao pico de demanda. Por causa dessa limitação, equipamentos entraram em pane e passaram a comprometer o abastecimento. Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste Marta Sfredo: apagão, um raio que cai várias vezes no mesmo lugar Desafio no setor de energia é reduzir o consumo As limitações de geração estão no acompanhamento diário feito pelo ONS. Para garantir o abastecimento do País, o regulador deve manter uma oferta de geração 5% superior à demanda projetada diariamente. Essa margem de segurança é o que permite administrar a oferta em momentos de pico de consumo. Ocorre que, atualmente, essa "sobra" tem ficado na casa dos 3%. Nesta semana, em várias situações, ela nem sequer existiu. No dia do apagão, o ONS havia se programado para colocar 79.122 megawatt (MW) no sistema nacional de energia. Só que a demanda efetivamente registrada, segundo informações do operador, chegou a 79.553 MW- ou seja, no lugar de ter carga extra para garantir o atendimento, o parque nacional de geração ficou devedor em 431 MW. Essa situação ocorreu no horário de "pico regulatório", entre as 17 horas e as 22 horas. Isso significa que, na prática, o saldo negativo foi certamente maior, já que os recordes de demanda de energia têm ocorrido entre as 14 horas e as 16 horas. – Está claro que a queda da frequência alegada pelo governo é resultado dessa demanda de pico, que o governo não conseguiu atender – diz o especialista Claudio Salles, diretor do Instituto Acende Brasil. Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 Leia as últimas notícias de Zero Hora Importação de energia não resolve o problema A importação de energia da Argentina iniciada na terça-feira ajudou a atenuar o estresse na geração, mas não resolveu o problema. Na terça-feira e na quarta-feira, diversas regiões do País registraram índices de geração que comprometeram a margem de segurança do sistema. Na quarta-feira, por exemplo, a Região Sul registrou demanda de 15.739 MW, superando os 15.726 MW que estavam programados. Essas limitações regionais ocorrem porque o setor elétrico tem restrições técnicas para fazer o intercâmbio de energia. Duas semanas atrás, após encontro do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), composto pela cúpula da área de energia, o governo garantiu que o País tem "sobra estrutural de cerca de 7.300 MW médios" e que não há falta de energia. Especialistas veem o discurso oficial com cautela. – Há uma certa distância entre o que mostram os dados e as conclusões do governo. O ONS tem feito o que pode, mas é claro que hoje vivemos uma situação de absoluto estresse – diz o presidente da Comerc Energia, Cristopher Vlavianos. No curto prazo, a situação não deve se alterar. – Está faltando potência, tanto que estamos buscando apoio fora do País e acionando o que temos ainda de térmicas – disse João Carlos Mello, presidente da consultoria Thymos Energia.Porto Alegre, RSZH 2014Dados mostram que apagão foi causado por problema na oferta de energiaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dados-mostram-que-apagao-foi-causado-por-problema-na-oferta-de-energia-4686443Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17152077"A obra nunca foi revogada", diz Padilha sobre ampliação da pista do Salgado FilhoMinistro da Aviação Civil sugere ter sido mal compreendido em suas manifestações sobre as obras do aeroporto2015-01-23T09:46:29-02:002015-01-23T09:46:29-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLauro Alves"A obra nunca foi revogada", diz Padilha sobre ampliação da pista do Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17152077Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-a-obra-nunca-foi-revogada-diz-padilha-sobre-ampliacao-da-pista-do-salgado-filho-4686440"A obra nunca foi revogada", diz Padilha sobre ampliação da pista do Salgado FilhoMinistro da Aviação Civil sugere ter sido mal compreendido em suas manifestações sobre as obras do aeroporto2015-01-23T09:46:29-02:002015-01-23T09:46:29-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEm entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta sexta-feira, o ministro da Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, afirmou que foi mal compreendido em suas manifestações sobre ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Há uma semana, em evento na capital gaúcha, Padilha havia anunciado que o governo federal não vê necessidade de investir no prolongamento da pista por falta de demanda de carga. Na última quinta-feira, três dias após um voo da Azul fazer pouso de emergência na Base Aérea de Canoas — a aeronave apresentou problemas no freio, e a pista do Salgado Filho poderia ser muito curta nesta situação —, no entanto, o ministro emitiu uma nota, afirmando que havia solicitado que a Infraero "avaliasse a conveniência e oportunidade de ser dado andamento ao projeto de ampliação da pista". Em outra ocasião, ministro ressaltou que "prioridade é a aviação regional" Rosane de Oliveira: entenda o impasse no projeto do aeroporto A nota emitida foi interpretada como um recuo do ministro em relação a sua manifestação anterior. Na Gaúcha, nesta manhã, no entanto, Padilha disse que não mudou de opinião. Segundo ele, o prolongamento da pista do aeroporto nunca saiu dos planos do governo, e que comunicado à Infraero seria um pedido para fosse considerado outro argumento para dar prioridade às obras: a segurança dos voos, em vez da demanda de carga. — A obra nunca foi revogada. Ela está no plano diretor do Salgado Filho e seria feita em mais ou menos dia. Apenas pedi que seja feita em menos dias e que se coloque em primeiro lugar a segurança dos passageiros, que é mais importante do que a demanda de carga — afirmou o ministro. Segundo Padilha, a obra é um "compromisso" da Infraero com a nação brasileira. O órgão, no entanto, teria partido de uma "premissa equivocada", que não estava justificando a obra. Se o argumento da segurança nos voos tivesse orientado as discussões desde o início, todo o processo poderia estar mais adiantado, e essa "má interpretação" não ter ocorrido, acredita o ministro. — Se a Infraero tiver um motivo a mais para esperar, ela vai esperar. Tem tantos outros (aeroportos) mais urgentes. Enfim, tem demanda de 20 para cada real disponível — afirma. Na última quinta-feira, o prefeito José Fortunati comemorou a nota emitida pela Secretaria da Aviação Civil e disse que "as obras poderiam começar amanhã", alegando que a presença de 1,8 mil famílias no entorno do aeroporto não seria um problema para a expansão da pista. Padilha concorda que as obras podem começar, mas não têm como serem finalizadas sem a desocupação da área. Além disso, o ministro informou que o projeto ainda não passou pelo Conselho de Administração da Infraero. Leia as últimas notícias de Zero Hora * Zero Hora com informações da Rádio GaúchaPorto Alegre, RSZH 2014"A obra nunca foi revogada", diz Padilha sobre ampliação da pista do Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-a-obra-nunca-foi-revogada-diz-padilha-sobre-ampliacao-da-pista-do-salgado-filho-4686440Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-o-futuro-de-quem-quer-voar-4686290Marta Sfredo: o futuro de quem quer voar2015-01-22T22:10:20-02:002015-01-22T22:10:20-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brNada como uma dose de realidade para readequar o tom das políticas públicas. O episódio que forçou o pouso de uma aeronave da Azul na base aérea de Canoas acabou servindo de senha para o famoso "giro de 360 graus", desta vez de fato. Voltamos ao ponto em que estávamos antes das novas diretrizes do ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil, o gaúcho Eliseu Padilha, sobre a desistência da ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho para se focar na construção de um novo em Portão, cercada de oportunidades. A obra, que havia sido embalada pelo governo reeleito, da noite para o dia foi considerada desnecessária e até foco de desperdício de dinheiro. Nestas primeiras e espantosas semanas de janeiro, entre as várias surpresas que esperavam os brasileiros depois da esquina de 2015, surgiu a determinação de abandonar a obra que já havia consumido mais de uma centena de milhões de reais e anos de trabalho, além de transformar o destino de centenas de famílias. Depois que decolou, ganhou adereços tão ou mais exóticos, como a sugestão do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado (Crea-RS) de destinar a área nobre do Salgado Filho a investimentos imobiliários. O fato de Padilha ter recuado não significa que a obra vai ganhar velocidade. A ampliação ainda não tem projeto – o Exército, que havia sido encarregado da tarefa, declinou da missão. E ainda é preciso resolver a inconsistência do solo. Mais toda a inconsistência que cerca o futuro de quem voar.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: o futuro de quem quer voarZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-o-futuro-de-quem-quer-voar-4686290Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17170192Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã"Em férias, prefeito da Capital diz que presença de famílias próximas ao aeroporto não é entrave para expansão da pista2015-01-22T19:12:26-02:002015-01-22T19:12:26-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBeto AlbuquerqueFortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã"ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17170192Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-fortunati-obras-no-salgado-filho-poderiam-comecar-amanha-4685919Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã"Em férias, prefeito da Capital diz que presença de famílias próximas ao aeroporto não é entrave para expansão da pista2015-01-22T19:12:26-02:002015-01-22T19:12:26-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO anúncio do ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, de que a pista do Salgado Filho precisa ser ampliada em 920 metros é uma "vitória da cidade", segundo o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (leia entrevista abaixo). De férias, ele falou com Zero Hora e deixou claro que a presença de 1,8 mil famílias no entorno do aeroporto não é um problema para a expansão da pista. Entenda: Padilha volta atrás e pede ampliação da pista Conforme ele, as obras "poderiam começar amanhã". Fortunati explicou que um muro foi construído no local que deve ser ampliado e que as famílias serão levadas para loteamentos do programa Minha Casa, Minha Vida até março de 2016. O entrave só existiria na operação da nova pista, mas até lá, assegura o prefeito, não haverá mais ninguém nas vilas Dique e Nazaré. A solicitação de Padilha foi encaminhada para o Conselho de Administração da Infraero, ainda sem data para apreciá-lo. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista concedida por Fortunati a Zero Hora sobre a decisão do ministro: O que significa esse anúncio de Padilha? É uma bela vitória da cidade. Recebo a notícia com muita alegria e satisfação, porque isso atende aos anseios não somente de Porto Alegre, mas do povo gaúcho. Precisamos de mais segurança aérea e desenvolvimento do Estado. As famílias das vilas Dique e Nazaré são um bloqueio para a obra? Não, as obras poderiam começar amanhã. A parte relativa à ampliação da pista está sem nenhuma família. Retiramos elas e construímos um pequeno muro de cimento ao longo de otda a extensão de onde a obra será necessária. Se a pista ficasse pronta para 2016, eu garanto que não terá nenhuma família lá. A presença das pessoas prejudica a operação, não a obra. Mas como já estamos construindo os loteamentos para levar o pessoal das vilas Dique e Nazaré para conjuntos habitacionais do Minha Casa, MInha Vida, até o ano que vem todas estarão transferidas. O senhor acha que o Conselho de Administração da Infraero vai vetar a obra? A gente nunca sabe o que eles decidem. Ainda não tem data marcada para a reunião (que vai apreciar o pedido do ministro), mas eu vou buscar todos os aspectos técnicos que ao longo do tempo levantamentos para defender a ampliação da pista e vou encaminhar formalmente para o conselho, para que não exista dúvida. Por que foi preciso ocorrer quase uma tragédia para que o ministro mudasse de opinião? As coisas são sempre difíceis para nós. Infelizmente, temos de lutar muito por coisas que parecem óbvias. A nossa história é de trabalho até o último minuto. Enfrentamos todos os obstáculos. Vou ligar para ele (Padilha) agradecendo. Pouso forçado de avião da Azul motivou mudança Em documento encaminhado à presidência da Infraero, Eliseu Padilha defende que um incidente registrado com uma aeronave da Azul, no dia 19 de janeiro, demonstra a necessidade de maior espaço no aeroporto. Em outra ocasião, ministro ressaltou que "prioridade é a aviação regional" "Cientificado do incidente com a aeronave da Azul, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República encaminhou, imediatamente, à Infraero um ofício solicitando que seu Conselho de Administração avaliasse a conveniência e oportunidade de ser dado andamento ao projeto de ampliação da pista do Salgado Filho, levando em conta não a alegada, mas incomprovada, demanda de carga, até então fator determinante, mas sim e especialmente a indispensável segurança de voo", argumentou Padilha. O avião da Azul teve um problema técnico e pousou emergencialmente na Base Aérea de Canoas – com 471 metros a mais de pista – na manhã do dia 19. O voo 4111 saiu do aeroporto de Confins (MG) às 6h57min para o Salgado Filho, quando teve de desviar. Especialistas ouvidos por Zero Hora afirmaram que se a pista fosse maior, o susto teria sido evitado. Rosane de Oliveira: entenda o impasse no projeto do aeroporto "Solicitamos que seja avaliada a oportunidade e conveniência de ser dado andamento ao referido projeto, tendo em conta não somente a previsão de aumento da demanda do volume de cargas a ser transportado, mas também a segurança das operações, a fim de que, também, sejam evitados eventos da natureza do noticiado", escreveu Padilha ao presidente da Infraero, José Irenaldo Leite de Ataíde.Porto Alegre, RSZH 2014Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã"ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-fortunati-obras-no-salgado-filho-poderiam-comecar-amanha-4685919Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17152077Padilha volta atrás e pede ampliação de pista do Salgado FilhoMinistro da Aviação Civil afirma que incidente com aeronave da Azul mostra incapacidade de aeroporto da Capital2015-01-22T18:03:24-02:002015-01-22T18:03:24-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLauro AlvesPadilha volta atrás e pede ampliação de pista do Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17152077Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-padilha-volta-atras-e-pede-ampliacao-de-pista-do-salgado-filho-4685875Padilha volta atrás e pede ampliação de pista do Salgado FilhoMinistro da Aviação Civil afirma que incidente com aeronave da Azul mostra incapacidade de aeroporto da Capital2015-01-22T18:03:24-02:002015-01-22T18:03:24-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brApós anunciar que não havia a necessidade da ampliação de 920 metros na pista do Aeroporto Salgado Filho, o ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, emitiu uma nota nesta quinta-feira reconsiderando sua posição. Fortunati: "Obras no Salgado Filho poderiam começar amanhã" No documento, ele defende que um incidente registrado com uma aeronave da Azul, no dia 19 de janeiro, demonstra a necessidade de maior espaço no aeroporto. Caberá ao Conselho de Administração da Infraero analisar o pedido do ministro. "Cientificado do incidente com a aeronave da Azul, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República encaminhou, imediatamente, à Infraero um ofício solicitando que seu Conselho de Administração avaliasse a conveniência e oportunidade de ser dado andamento ao projeto de ampliação da pista do Salgado Filho, levando em conta não a alegada, mas incomprovada, demanda de carga, até então fator determinante, mas sim e especialmente a indispensável segurança de voo", argumentou Padilha. Em outra ocasião, ministro ressaltou que "prioridade é a aviação regional" O avião da Azul teve um problema técnico e pousou emergencialmente na Base Aérea de Canoas – com 471 metros a mais de pista – na manhã do dia 19. O voo 4111 saiu do aeroporto de Confins (MG) às 6h57min para o Salgado Filho, quando teve de desviar. Especialistas ouvidos por Zero Hora afirmaram que se a pista fosse maior, o susto teria sido evitado. "Solicitamos que seja avaliada a oportunidade e conveniência de ser dado andamento ao referido projeto, tendo em conta não somente a previsão de aumento da demanda do volume de cargas a ser transportado, mas também a segurança das operações, a fim de que, também, sejam evitados eventos da natureza do noticiado", escreveu Padilha ao presidente da Infraero, José Irenaldo Leite de Ataíde. Rosane de Oliveira: entenda o impasse no projeto do aeroporto O documento também detalha as obras da primeira fase do Plano Diretor de expansão do Salgado Filho. O Terminal de Passageiros 1 passará de 41,5 mil m² para 60,3 mil m² até janeiro de 2017; o Pátio de Aeronave e Pistas de Táxi deve estar maior em março desse ano; um novo Terminal de Cargas, com área de 18 mil m², tem conclusão prevista para setembro de 2016, e o edifício garagem e um hotel de 200 apartamentos, ambos em parceria com o setor privado, devem ser finalizados até abril de 2016. Prefeitura diz que obra pode começar amanhã Uma das exigências da Infraero, segundo Padilha, para que a ampliação da pista saia do papel é que ela tenha a "plena e efetiva posse da União de toda a área do sítio aeroportuário". Nesse ponto entra uma polêmica, já que cerca de 1,8 mil famílias precisam ser removidas das vilas Dique e Nazaré, que ficam ao lado do Salgado Filho, para que a nova pista opere completamente. Em 16 de janeiro, Padilha negou ampliação O prefeito em exercício da Capital, Sebastião Melo, garante que todas as famílias serão retiradas até março de 2016, aos poucos. Ele ressalta que as obras poderiam ser tocadas mesmo assim, a partir de amanhã, mesma posição do prefeito José Fortunati, e que a presença dos moradores não é entrave. – A área da pista já está cercada desde 2011 e à disposição da Infraero. Posso afirmar que tudo aquilo pactuado com a prefeitura será feito. Não haverá nenhum descumprimento de cláusula. Faremos a nossa parte porque o aeroporto é indispensável para a vida da cidade – salientou Melo. No documento assinado por Padilha, não é feita nenhuma menção ao projeto de construção de um aeroporto de quatro pistas em Portão, que seria chamado 20 de Setembro. Zero Hora entrou em contato com a assessoria do ministro, mas não obteve retorno.Porto Alegre, RSZH 2014Padilha volta atrás e pede ampliação de pista do Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-padilha-volta-atras-e-pede-ampliacao-de-pista-do-salgado-filho-4685875Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:15828745Dólar fecha abaixo de R$ 2,60 após anúncio de estímulos na EuropaMoeda encerrou cotada a R$ 2,57, menor valor desde o início de dezembro2015-01-22T17:38:10-02:002015-01-22T17:38:10-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBORIS ROESSLERDólar fecha abaixo de R$ 2,60 após anúncio de estímulos na EuropaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:15828745Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dolar-fecha-abaixo-de-r-2-60-apos-anuncio-de-estimulos-na-europa-4685868Dólar fecha abaixo de R$ 2,60 após anúncio de estímulos na EuropaMoeda encerrou cotada a R$ 2,57, menor valor desde o início de dezembro2015-01-22T17:38:10-02:002015-01-22T17:38:10-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brAs medidas anunciadas nesta quinta-feira pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, para ajudar a reanimar a economia europeia animaram os mercados e contribuíram para que o dólar registrasse a terceira desvalorização seguida ante o real. Acompanhando o movimento em relação a outras praças, a moeda americana despencou 1,23% e encerrou o dia cotada a R$ 2,5745, a menor cotação desde o início de dezembro. O programa apresentado pelo presidente do BCE tem como objetivo aumentar a liquidez do sistema financeiro da zona do euro por meio de injeções de capital. A autoridade realizará compras mensais de títulos no valor de 60 bilhões de euros até 2016, totalizando 1,1 trilhão de euros. A medida, conhecida como quantative easing, foi adotada pelos Estados Unidos após a última crise financeira. Na prática, ao comprar títulos soberanos, o BCE aumenta a quantidade de moeda circulante no sistema financeiro, permitindo que os bancos façam empréstimos e financiamentos para consumidores, produtores, indústria etc, possibilitando aumento do consumo e dos investimentos. Leia as últimas notícias de economia Desde do final do ano passado, a zona do euro é assombrada pela queda vertiginosa dos preços e crescente risco de deflação — o que acabou se confirmando em dezembro, quando o índice oficial de inflação ao consumidor recuou 0,2%. Nem mesmo a Alemanha, que nos anos seguintes à crise de 2008 ajudou a puxar a Europa para fora da recessão, conseguiu manter o ritmo de crescimento em 2014. Copom ajuda a derrubar cotação Além da expectativa pelo anúncio do BCE, que desde o início da semana vinha contribuindo para a queda do dólar no Brasil e no Exterior, as recentes medidas do governo para retomar a confiança na economia também tiveram forte influência no câmbio. Depois de o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciar aumento em impostos na terça-feira, na quarta, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu elevar a taxa básica de juro para 12,25% ao ano, o maior patamar desde agosto de 2011. Leia também Ciclo de alta do juro ainda não acabou, avisam especialistas Marta Sfredo: elogios externos, críticas internas Fundos de renda fixa ficam mais atraentes do que a poupança A nova alta da Selic reforça, aos olhos dos investidores, o compromisso da nova equipe econômica com o cumprimento da meta de inflação (atualmente em 4,5%, com margem de dois pontos percentuais) e com equilíbrio das contas públicas. Já esperado por analistas, o remédio do juro alto busca frear a disseminação dos efeitos da pressão principalmente de preços administrados, como a gasolina, que deve subir R$ 0,22 por litro com a volta da cobrança da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), e da energia, mais cara pela queda do nível dos reservatórios das hidrelétricas. Queda do petróleo freia alta da bolsa Após disparar com o anúncio do BCE, a Bolsa de Valores de São Paulo reduziu os ganhos com a abertura dos mercados americanos. Investidores repercutiram a queda no preço do petróleo, com a informação de que os estoques de barris dos Estados Unidos ficaram acima do esperado, em 10,1 milhões de barris. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 0,44%, aos 49.442 pontos.Porto Alegre, RSZH 2014Dólar fecha abaixo de R$ 2,60 após anúncio de estímulos na EuropaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dolar-fecha-abaixo-de-r-2-60-apos-anuncio-de-estimulos-na-europa-4685868Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-ciclo-de-alta-do-juro-ainda-nao-acabou-avisam-especialistas-4685535Ciclo de alta do juro ainda não acabou, avisam especialistasBanco Central deverá anunciar mais elevações da taxa Selic nas próximas reuniões do Copom2015-01-21T21:55:04-02:002015-01-21T21:55:04-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO ciclo de alta da Selic não chegou ao fim com a alta de 0,5 ponto percentual (de 11,75 para 12,25% ao ano) anunciada nesta quarta-feira. Entre especialistas, é unânime a expectativa de pelo menos mais uma elevação do juro no início de março e talvez outra no final de abril, na terceira reunião prevista do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2015. Com isso, a taxa encerraria o ano entre 12,75% e 13%. Na Tendências Consultoria, a projeção é de uma nova alta de 0,5 ponto percentual na próxima reunião dos diretores do Banco Central (BC) e mais 0,25% em abril, com maior possibilidade de a taxa ficar estável até o final do ano em 13%. – Mas pode acontecer de o juro ser reduzido ao final do ano – pondera Alessandra Ribeiro, sócia da Tendências. Fundos de renda fixa ficam mais atraentes do que a poupança Banco Central eleva juro para 12,25% Bolsa dispara e dólar cai para o menor patamar em um mês Como prosseguirá ao longo do ano a pressão dos preços administrados, principalmente energia, o professor de finanças do Ibmec do Rio Gilberto Braga vê poucas chances de redução do juro ainda em 2015. – Acredito que somente em 2016. Este ano é de ajuste – diz Braga, que aposta na Selic encerrando o ano a 13%. Para o economista Antonio Madeira, da LCA Consultores, o Copom deve encerrar o ciclo de alta do juro em março, com taxa de 12,75% que tenderia a se manter até o final do ano. Autor de projeções um pouco mais pessimistas para a inflação em 2015, ele não considera qualquer chance de o BC começar a baixar a Selic ainda neste ano. – Reduzir o juro, só em 2016 – prevê Madeira. Mais cético ainda com relação ao tema está o professor de economia do Insper Otto Nogami: – Enquanto não for consertado o estrago feito na economia nos últimos quatro anos, não há perspectiva lúcida de queda do juro, ainda mais se queremos buscar o crescimento sustentado. Então, a queda da Selic fica para 2016, quiçá 2017.Porto Alegre, RSZH 2014Ciclo de alta do juro ainda não acabou, avisam especialistasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-ciclo-de-alta-do-juro-ainda-nao-acabou-avisam-especialistas-4685535Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-elogios-externos-criticas-internas-4685523Marta Sfredo: elogios externos, críticas internas2015-01-21T21:53:29-02:002015-01-21T21:53:29-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brComo já observou um ácido comentarista, talvez a estratégia do governo no Fórum Econômico Mundial tenha sido enviar o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para brindar Davos com a ausência da presidente Dilma Rousseff. Por lá, o discurso de Levy, que previu crescimento "flat" – em tradução benigna, estável, em versão mais azeda, nulo – para o Brasil em 2015 foi muito bem recebido. A impressão que o novo ministro deixou nas montanhas suíças foi positiva. No ano passado, quando Dilma falou por lá, o discurso foi considerado adequado, mas restaram dúvidas sobre as práticas. Mas se o ajuste agrada no Exterior, seus instrumentos incomodam boa parte do país. No famigerado saco de maldades, já foram adicionados cortes de benefícios – não direitos – de trabalhadores, elevação de custo para empresas, aumentos de preços que vão de maquiagem à gasolina, alta de tributos tanto para empresas quanto para pessoas físicas. A cereja do bolo veio com a elevação do juro básico para 12,25% ao ano. A taxa que ancora o custo do crédito já subiu cinco pontos percentuais em relação a seu ponto mais baixo, em agosto de 2012 – uma dose intoxicante em qualquer latitude.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: elogios externos, críticas internasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-elogios-externos-criticas-internas-4685523Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-fundos-de-renda-fixa-ficam-mais-atraentes-do-que-a-poupanca-4685476Fundos de renda fixa ficam mais atraentes do que a poupançaBanco Central eleva taxa Selic de 11,75% para 12,25% ao ano. Quais as consequencias do aumento do juro em cinco áreas2015-01-21T21:24:35-02:002015-01-21T21:24:35-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brAplicações financeiras Quanto mais alta a Selic, mais atraentes se tornam investimentos em fundos de renda fixa, principalmente em relação à poupança. É o caso dos fundos DI, que costumam ter o rendimento próximo ao juro básico da economia. Vale lembrar, porém, que são aplicações que pagam Imposto de Renda, cuja alíquota diminui de acordo com o prazo do investimento, e ainda têm taxa de administração cobrada pelo banco para gerir o recurso. Outra alternativa em momento de alta do juro é o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Indústria O aumento da Selic torna os financiamentos mais caros e afeta os investimentos do setor, que já estão em baixa, além de debilitar ainda mais as condições de competitividade. A situação deixa a recuperação das fábricas mais distante e eleva o grau de preocupação com o emprego industrial. O aumento do juro também tende a prejudicar o consumo, o que significa projeção de menor demanda para os produtos das indústrias brasileiras. Banco Central eleva juro para 12,25% Bolsa dispara e dólar cai para o menor patamar em um mês PIB A decisão do Copom é mais um fator a inibir o crescimento da economia em 2015, depois de um 2014 com resultado próximo de zero. A previsão para este ano não é nada animadora. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central, a projeção de alta do PIB caiu de 0,4%, na semana passada, para 0,38%. A elevação do juro é ruim para o PIB porque desencoraja investimentos, prejudica a indústria e encarece o crédito, o que impacta no ânimo do consumidor para ir às compras. Consumidor Para a população, a alta da Selic significa que as compras a crédito vão ficar mais caras. Isso freia o ímpeto de adquirir bens, justamente em um momento de menor expansão da massa salarial e do emprego, fatores que minam ainda mais a confiança do consumidor. Conforme a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o juro do cartão de crédito chegou, em dezembro, a 11,22% ao mês, recorde dos últimos 15 anos. Outra consequência do juro alto é o aumento da inadimplência. Câmbio A alta do dólar nos últimos meses deixou apreensivo quem tinha viagem marcada para o Exterior. O que a alta da Selic tem a ver com isso? Em tese, o juro mais alto pode atrair mais moeda americana para o Brasil, em busca de uma remuneração maior em investimentos em renda fixa, e ajudar a segurar a cotação. Nos últimos meses, porém, o dólar tem se valorizado apesar da escalada da Selic. O que um juro maior poderia fazer, portanto, seria frear um pouco o dólar, o que também ajuda a segurar a inflação, mas isso também depende de outros fatores, como a postura do banco central dos EUA.Porto Alegre, RSZH 2014Fundos de renda fixa ficam mais atraentes do que a poupançaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-fundos-de-renda-fixa-ficam-mais-atraentes-do-que-a-poupanca-4685476Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Brasil importa energia da Argentina um dia após corte de luzPara garantir o abastecimento, país recorreu pela primeira vez ao vizinho desde 20102015-01-21T19:49:51-02:002015-01-21T19:49:51-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSONSBrasil importa energia da Argentina um dia após corte de luzZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-importa-energia-da-argentina-um-dia-apos-corte-de-luz-4685318Brasil importa energia da Argentina um dia após corte de luzPara garantir o abastecimento, país recorreu pela primeira vez ao vizinho desde 20102015-01-21T19:49:51-02:002015-01-21T19:49:51-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brUm dia após o corte de luz que afetou pelo menos 11 Estados e o Distrito Federal na segunda-feira, o governo brasileiro tomou uma atitude emergencial para garantir o abastecimento. Na terça-feira, o país recorreu à Argentina para atender a demanda nacional. O pedido teve como propósito garantir o suprimento das 10h23min às 12h e das 13h às 17h2min. O volume total de energia pedida pelo Brasil ao país vizinho variou entre 500 megawatts (MW) e 1.000 MW. Foi a primeira vez que o Brasil teve que importar energia de países vizinhos desde novembro de 2010. O que pode ser feito para reduzir os riscos de blecaute Marta Sfredo: apagão, um raio que cai várias vezes no mesmo lugar Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 A importação realizada ocorreu por meio das interligações no município de Garruchos (RS). O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que é um procedimento "normal e corriqueiro" a importação de energia da Argentina. De acordo com o ONS, foram importados 165 megawatts médios (MW médios), o que equivaleu a 0,0022% da carga de energia do dia. A importação, segundo o ONS, é feita quando necessário e resulta de convênio firmado em 2006 com os argentinos. Segundo nota distribuída à imprensa, o acordo cooperativo assinado no dia 1º de janeiro de 2006 entre a ONS e a Compania Administradora del Mercado Mayorista Eletrico S/A (Cammesa), da Argentina, estabelece que "em caso de situações especiais, a Cammesa e o ONS podem realizar importações de energia, a serem compensadas em função de acerto direto entre os dois operadores". De acordo com a nota, "o intercâmbio de energia, nos dois sentidos, vem sendo adotado em diversos momentos ao longo da vigência do acordo". Leia as últimas notícias de Zero Hora A energia importada deve ser compensada com devolução em igual montante, não havendo transação financeira, destaca o boletim Acompanhamento Mensal dos Intercâmbios Internacionais de dezembro de 2014 do ONS. Neste mês, não houve troca de energia entre o Brasil e os países vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai. O crédito emergencial acumulado a favor da Argentina alcançava, até dezembro do ano passado, 9.185,81 megawatts-hora (MWh). A agência Estadão Conteúdo questionou o Ministério de Minas e Energia sobre as razões de não ter informado que houve importação de energia durante a entrevista coletiva realizada depois do apagão. Até o fim da tarde, a pasta não havia se pronunciado a respeito. O titular do MME, Eduardo Braga, afirmou nesta terça-feira que não há falta de energia no país. *Zero Hora, com Estadão Conteúdo e Agência BrasilPorto Alegre, RSZH 2014Brasil importa energia da Argentina um dia após corte de luzZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-importa-energia-da-argentina-um-dia-apos-corte-de-luz-4685318Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17175115Banco Central eleva juro para 12,25%Nova alta mostra que crescimento em 2015 está em segundo plano2015-01-21T19:43:16-02:002015-01-21T19:43:16-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArte ZHBanco Central eleva juro para 12,25%ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17175115Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-banco-central-eleva-juro-para-12-25-4685231Banco Central eleva juro para 12,25%Nova alta mostra que crescimento em 2015 está em segundo plano2015-01-21T19:43:16-02:002015-01-21T19:43:16-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brCom o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) relegado a algo secundário neste ano, o Banco Central (BC) fez nesta quarta-feira mais um movimento em linha com o ajuste da economia pretendido para o início do segundo mandado da presidente Dilma Rousseff. Na tentativa de debelar a inflação, que ameaça estourar o teto da meta em 2015, o Comitê de Política Monetária (Copom) promoveu a terceira alta consecutiva da Selic após as eleições. Com o aumento de 0,5 ponto percentual, o juro básico da economia chegou a 12,25% ao ano, o mais alto patamar desde agosto de 2011. Amargo por significar freio nos investimentos, produção industrial e no consumo, o remédio do juro alto busca frear a disseminação dos efeitos da pressão principalmente de preços administrados, como a gasolina, que deve subir R$ 0,22 por litro com a volta da cobrança da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), e da energia, mais cara pela queda do nível dos reservatórios das hidrelétricas. Bolsa dispara e dólar cai para o menor patamar em um mês Um dia após apagão, Brasil importa energia da Argentina Assim, avaliam economistas, a escalada da Selic é coerente com o ajuste fiscal empreendido pelo governo federal. Com essas medidas, a intenção do governo seria recuperar a credibilidade e começar a injetar confiança no mercado para os investimentos voltarem a crescer e a economia, lentamente, reagir. — Se o BC quer garantir a convergência da inflação para o centro da meta (4,5% ao ano) até o final de 2016 tem de fazer uma política monetária mais apertada agora — diz Alessandra Ribeiro, sócia da Tendências Consultoria, que prevê um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 6,8% neste ano, acima do limite de 6,5%, puxada principalmente pelos preços administrados, que caminham para alta de 9,5% em 2015. O professor de finanças Gilberto Braga, do Ibmec do Rio de Janeiro, lembra que não há surpresa na iniciativa do governo de fazer de 2015 um ano de ajustes na economia, com a busca por cortar gastos e aumentar receitas. Além de retomar a Cide, já foram anunciadas iniciativas como o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no crédito, de alíquotas de importação, de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) relativo a cosméticos e regras mais rígidas para benefícios como o seguro-desemprego. — O governo está fazendo uma espécie de poupança para o futuro para soltar as amarras da economia só no final do mandato — avalia Braga, que também espera neste ano uma inflação medida pelo IPCA acima do teto de 6,5%. Para Antonio Madeira, economista da LCA Consultores, o quadro da inflação em 2015 será ainda mais grave, com um IPCA acima de 7%, contaminado principalmente pelos preços administrados, que podem subir até 10%. Dessa forma, o mais urgente para 2015 é o ajuste fiscal, com o crescimento da economia em segundo plano. — Com essa combinação de política fiscal e monetária contracionistas não há como vislumbrar crescimento da economia em 2015. Apesar de as projeções indicarem algo entre 0,2% e 0,3%, não seria de se estranhar se tivermos um PIB negativo — alerta Otto Nogami, professor de economia do Insper.Porto Alegre, RSZH 2014Banco Central eleva juro para 12,25%ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-banco-central-eleva-juro-para-12-25-4685231Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:16121364Bolsa dispara e dólar cai para R$ 2,60, menor valor em mais de um mêsMercado repercutiu a informação de que o Banco Central Europeu deve anunciar programa de estímulo à economia do continente2015-01-21T17:33:39-02:002015-01-21T17:33:39-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBruno AlencastroBolsa dispara e dólar cai para R$ 2,60, menor valor em mais de um mêsZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:16121364Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-bolsa-dispara-e-dolar-cai-para-r-2-60-menor-valor-em-mais-de-um-mes-4685183Bolsa dispara e dólar cai para R$ 2,60, menor valor em mais de um mêsMercado repercutiu a informação de que o Banco Central Europeu deve anunciar programa de estímulo à economia do continente2015-01-21T17:33:39-02:002015-01-21T17:33:39-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brApós dois pregões fortemente influenciados pelo noticiário local (apagão e aumento de impostos), a Bolsa de Valores de São Paulo disparou nesta quarta-feira puxada por novidades vindas da Europa. De acordo com o The Wall Street Journal, o Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar, na quinta-feira, um programa de compra mensal de títulos no valor de 50 bilhões de euros com o ebjetivo de impulsionar a economia do continente. Acompanhando o otimismo do Exterior, o Ibovespa subiu 2,81%, aos 49.224 pontos. O dólar, por outro lado, caiu 0,32%, e encerrou o dia cotado a R$ 2,6066 — a menor cotação desde 9 de dezembro. A medida do BCE já era esperada por boa parte dos analistas do mercado financeiro. A zona do euro, afetada pela crise na Ucrância, queda no preço do Petróleo e menor ímpeto da China, está no centro da recente desaceleração da economia global. Desde do final do ano passado, o bloco é assombrado pela queda vertiginosa dos preços e crescente risco de deflação — o que acabou se confirmando em dezembro, quando o índice oficial de inflação ao consumidor recuou 0,2%. Nem mesmo a Alemanha, que nos anos seguintes à crise de 2008 ajudou a puxar a Europa para fora da recessão, conseguiu manter o ritmo de crescimento em 2014. Leia as últimas notícias de economia A compra de títulos serve para aumentar a liquidez do sistema financeiro e incentivar consumo e investimentos. A mesma medida foi adotada pelos Estados Unidos após a última crise financeira. No entanto, a expectativa inicial, segundo as informações do The Wall Street Journal, é de que o programa do BCE dure cerca de um ano, enquanto o americano foi prolongado por cerca de 6 anos. Copom ajuda a empurrar bolsa Além do noticiário do Exterior, o mercado brasileiro está de olho na decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que deve anunciar, nesta quarta-feira, uma nova alta da taxa básica de juro da economia, atualmente em 11,75% ao ano. O expectativa da maioria dos analistas é de que a Selic suba meio ponto percentual, para 12,25% ao ano — se for confirmada a elevação, será o maior patamar da Selic em mais de três anos. A alta dosagem nos juros tem em mente os reajustes dos preços administrados que devem ser confirmados em breve, principalmente de energia e gasolina. A inflação oficial encerrou 2014 em 6,41%, próxima ao teto estipulado pelo governo, de 6,5%.Porto Alegre, RSZH 2014Bolsa dispara e dólar cai para R$ 2,60, menor valor em mais de um mêsZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-bolsa-dispara-e-dolar-cai-para-r-2-60-menor-valor-em-mais-de-um-mes-4685183Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17139356PGE vai entrar com recurso contra liminar que suspende reajuste do mínimo regional do Rio Grande do SulO órgão considera constitucional a lei aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro que dá aumento de 16% a trabalhadores gaúchos2015-01-21T15:58:08-02:002015-01-21T15:58:08-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSKelly MatosPGE vai entrar com recurso contra liminar que suspende reajuste do mínimo regional do Rio Grande do SulZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17139356Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-pge-vai-entrar-com-recurso-contra-liminar-que-suspende-reajuste-do-minimo-regional-do-rio-grande-do-sul-4685161PGE vai entrar com recurso contra liminar que suspende reajuste do mínimo regional do Rio Grande do SulO órgão considera constitucional a lei aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro que dá aumento de 16% a trabalhadores gaúchos2015-01-21T15:58:08-02:002015-01-21T15:58:08-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brA Procuradoria-Geral do Estado (PGE) vai ingressar até o final desta semana com recurso contra liminar que suspende reajuste do mínimo regional. O órgão considera constitucional a lei aprovada pela Assembleia Legislativa em dezembro que dá aumento de 16% a trabalhadores gaúchos. Um mês atrás, a desembargadora Lúcia de Fátima Cerveira, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, acolheu pedido da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio) e suspendeu o reajuste. A entidade alegou que conceder aumento no mínimo regional é inconstitucional em um segundo semestre de ano eleitoral. Em 9 de janeiro, o Tribunal de Justiça do Estado negou pedido de revogação feito pela Central Única de Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT/RS) e manteve a liminar. — Pretendemos entrar com pedido de cassação da medida até sexta-feira. A nossa análise é de que a lei respeita a Constituição. A expectativa é que seja avaliada na primeira semana de fevereiro, não causando prejuízo aos trabalhadores — afirmou o procurador-geral do Estado, Eusébio Ruschel. Assembleia aprova projeto de reajuste de 16% do piso regional Piso regional: Assembleia propõe acordo entre empresários e trabalhadores Na manhã desta quarta-feira, Ruschel recebeu representantes das centrais sindicais para debater o tema. Recebeu das mãos de Guiomar Vidor, presidente regional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS), relatório mostrando os impactos econômicos positivos do aumento. —O encontro foi muito positivo. Mostramos nosso interesse em entrar como parte interessada no processo e estamos confiante que a questão será resolvida até fevereiro — afirmou Vidor. Presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn entende que a avaliação da PGE é importante, mas afirma que ainda considera o aumento ilegal: — O próprio procurador da Assembleia alertou que o projeto não era constitucional. Acreditamos que a Justiça terá o mesmo entendimento. A entidade defende a extinção do piso mínimo regional que, segundo Bohn, atrapalha as negociações coletivas na medida em que traz o governo para uma discussão em que ele não está diretamente envolvido. O mínimo regional tinha previsão de entrar em vigor a partir de fevereiro, com valor inicial de R$ 1.006,88 (faixa 1).Porto Alegre, RSZH 2014PGE vai entrar com recurso contra liminar que suspende reajuste do mínimo regional do Rio Grande do SulZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-pge-vai-entrar-com-recurso-contra-liminar-que-suspende-reajuste-do-minimo-regional-do-rio-grande-do-sul-4685161Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17173779Brasil tenta provar que é lugar para se investir Incertezas e fragilidades podem encerrar um ciclo de integração internacional iniciado em 1989. O "novo contexto global" envolve mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas e será objeto de debate no Fórum Econômico Mundial2015-01-21T04:02:35-02:002015-01-21T04:02:35-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAndy MettlerBrasil tenta provar que é lugar para se investir ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17173779Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-tenta-provar-que-e-lugar-para-se-investir-4684914Brasil tenta provar que é lugar para se investir Incertezas e fragilidades podem encerrar um ciclo de integração internacional iniciado em 1989. O "novo contexto global" envolve mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas e será objeto de debate no Fórum Econômico Mundial2015-01-21T04:02:35-02:002015-01-21T04:02:35-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDepois de cancelar a ida ao Fórum Econômico Mundial, a presidente Dilma Rousseff deixou a missão de convencer a elite empresarial do mundo de que o Brasil ainda é um bom investimento para Joaquim Levy. Caberá ao novo ministro da Fazenda explicar aos executivos reunidos em Davos, na Suíça, não apenas as razões do ritmo lento da economia nos últimos quatro anos mas também os escândalos de corrupção envolvendo a maior estatal do país. Ministro da Fazenda anuncia retorno de tributos sobre gasolina Municípios receberão R$ 1,15 bilhão a mais com aumento de tributos Mas na edição de 2015 de um evento que define o debate global, o Brasil não é o único país sob risco. A queda do preço do barril de petróleo — para a metade do que valia um ano atrás —, o recuo no valor das commodities e a qualidade do mercado de trabalho são alguns dos temas que afetam o Brasil e dezenas de outras economias mais ou menos desenvolvidas. E, neste ano, os problemas econômicos vão dividir espaço com questões geopolíticas. Os estragos recentes do terrorismo na França, na Nigéria e no Oriente Médio devem dominar parte do debate, que também terá fortes componentes ambientais e de gestão. Leia todas as últimas notícias de Zero Hora A delegação brasileira que rumou à Europa tem 40 integrantes — quatro a mais do que no ano passado, quando Dilma compareceu ao evento. Entre os representantes do governo, estão ainda o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), Marcelo Néri. Patrocinadora do fórum, a Petrobras, que em 2014 foi representada por sua presidente, Graça Foster, e pelo diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, desta vez não enviou ninguém do primeiro escalão. — O ministro Levy leva ao fórum o tom de mudança deste segundo mandato de Dilma. Mensagem que a própria presidente não conseguiu transmitir no ano passado. Apesar das concessões de aeroportos e rodovias, o Planalto ainda tem a imagem de um governo intervencionista na economia — avalia Fernando Botelho, economista da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em economia internacional. Medida amarga para o contribuinte, o aumento de impostos anunciado no início da semana deve ser visto com bons olhos por investidores estrangeiros – até porque já foi adotado pelos países europeus que ainda lutam para sair da crise. O pouco compromisso com austeridade fiscal era apontado como uma das principais falhas da gestão petista. O enxugamento de gastos, no entanto, não deve melhorar a situação de todo. O Brasil tem grandes desafios para 2015, como a inflação ameaçando romper o teto da meta e o crescimento beirando zero. Os investidores presentes estarão ansiosos para ouvir Levy, que diferentemente do antecessor na pasta, costuma falar pouco. Entre os representantes do setor empresarial brasileiro, estarão presentes Roberto Setubal, presidente do Itaú-Unibanco, Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, André Esteves, presidente do banco BTG Pactual, e Frederico Curado, presidente do conselho de administração da Embraer. — É uma vitrine que o Brasil tem para reconquistar o interesse do mercado. Ninguém melhor do que Levy para dar o recado. Tem perfil técnico e liberal — afirma Oliver Stuenkel, especialista na política externa do Brasil da Fundação Getulio Vargas. Pesquisa anual da consultoria Pricewaterhouse Coopers (PwC) com 1,3 mil executivos mostra que o Brasil vem perdendo espaço no plano de negócios de grandes companhias nos próximos 12 meses. O país figura em quinto lugar, ainda à frente de concorrentes como Índia e México, mas duas posições abaixo do que dois anos atrás. Na dianteira, Estados Unidos, China e Alemanha. No ano que começou com o choque do atentado em Paris, causa menos espanto que, pela primeira vez em 45 anos de Fórum Econômico Mundial, as principais ameaças para o mundo em 2015 sejam geopolíticas, não econômicas. Confira abaixo os riscos considerados mais prováveis para o mundo e seus possíveis desdobramentos no Brasil. Até a crise hídrica, que provoca por aqui restrições ao acesso à água e à energia, aparece entre os problemas atuais Conflitos multilaterais Disputas bilaterais ou multilaterais entre Estados ou regiões por motivos econômicos, militares ou sociais. Um dos exemplos é a tentativa de impor o Estado Islâmico em territórios tanto da Síria quanto do Iraque. Brasil: o perigo é pouco provável no país. No relatório de riscos globais, a organização do fórum lembra que a anexação da Crimeia pela Rússia é um lembrete contundente das consequências de conflitos regionais. Eventos climáticos extremos Danos ambientais ou perdas humanas causadas por tempestades e furacões têm se tornado mais frequentes e imposto prejuízos sociais e econômicos. Brasil: o país não costuma ser palco desse tipo de evento. O relatório chama atenção para os riscos no leste da Ásia, em regiões próximas ao Japão e a Coreia, dois países de grande desenvolvimento tecnológico. Falha na governança nacional Crimes como corrupção e tráfico, mais impunidade e impasses políticos não são exclusividade de países em desenvolvimento. Escândalos ocorreram em várias latitudes, evidenciando necessidade de maior controle. Brasil: apesar da aprovação de leis de combate à corrupção e de transparência na administração pública, imagem do país se deteriorou com o escândalo da Petrobras. O país está estagnado em levantamento da Transparência Internacional, na 69ª posição em uma lista de 175 países. Crise ou colapso do Estado Violência interna, instabilidade regional ou global, golpe militar ou conflitos civis evidenciam crises ou, em casos mais extremos, o colapso de Estados. Brasil: não é citado no relatório do fórum como vulnerável a esse tipo de ameaça. O tema ganhou atenção no debate devido ao aumento de conflitos envolvendo o Estado Islâmico durante 2014. Desemprego Nível elevado nas taxas de desemprego ou subutilização da capacidade produtiva da população que já está ocupada é uma realidade que incomoda na Europa. Brasil: o país tem baixo desemprego, mas há dúvidas se o cenário permanecerá igual se a economia mantiver o ritmo de baixo crescimento dos últimos anos. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que a taxa de desocupação no Brasil deve continuar crescendo nos próximos dois anos e atingir 7,1% em 2015 e 7,3% em 2016. Catástrofes naturais Danos ambientais ou perdas humanas causadas por desastres como terremotos, atividade vulcânica, deslizamentos de terra, tsunamis ou tempestades geomagnéticas. Brasil: deslizamento de terra provocado por enchentes é a catástrofe natural mais comum no país, que não costuma registrar atividade vulcânica nem terremotos de grande intensidade. Mudança climática sem reação Os governos e as empresas não conseguem cumprir ou promover medidas eficazes para proteger a população e ajudar negócios afetados pelas mudanças no clima do planeta. Brasil: a estratégia sobre mudança climática está focada em dois documentos - Plano Nacional sobre Mudança do Clima e lei que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima. A migração da população rural do semiárido nordestino, fortemente impactado pelo clima, para o Sudeste do país, é citada no relatório do fórum. Crise hídrica Declínio significativo na quantidade de água doce e na qualidade do abastecimento, resultando em efeitos nocivos para a saúde dos seres humanos, com grave consequências para atividade econômica. Brasil: no país dono de uma das maiores reservas de água doce do planeta, parte da população está sendo obrigada a enfrentar racionamento de água e temor de escassez de energia. Entre as causas apontadas por especialistas, está a falta de chuva e a má gestão de recursos. Fraude ou furto de dados Exploração criminal de dados comerciais e oficiais patrocinada por Estados ou pela iniciativa privada. Brasil: o país não aparece no relatório como um alvo potencial. A nação mais ameaçada por ataques cibernéticos para furto de dados comerciais ou oficiais é os Estados Unidos, que se envolveu em polêmicas desse tipo com a China e a Coreia do Norte nos anos anteriores. Ciberataques Ataques virtuais patrocinados por criminosos ou terroristas podem danificar a infraestrutura de acesso à rede de computadores ou causar perda de confiança na internet. Brasil: não figura entre os principais alvos terroristas. Na América Latina, no entanto, é o país que mais recebe ataques criminosos, segundo dados da consultoria Kasperky Lab. Quase 30% dos usuários da internet do país foram vítimas de algum tipo de investida maliciosa. Rostos conhecidos Nem Sharon Stone nem Bono Vox estarão presentes nesta edição do Fórum Econômico Mundial, conhecido por unir poderosos a famosos nos picos nevados que emolduram o livro A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Além de donos de suculentos nacos do PIB mundial, ao menos 40 chefes de Estado e de governo participam do encontro, que deve ter 2,5 mil líderes do mundo dos negócios. Confira algumas das celebridades presentes: Marissa Mayer, presidente do Yahoo, vai debater futuras revoluções tecnológicas e científicas com Jack Ma, fundador da plataforma de vendas online Alibaba. Bill Gates, o bilionário fundador da Microsoft , acompanhado da mulher, Melinda, participa de painel sobre desigualdade de renda e desenvolvimento social com o brasileiro Roberto Azevêdo, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Sheryl Sandberg, a poderosa diretora de operações do Facebook, é conhecida por criticar a desigualdade entre os gêneros nos ambientes de trabalho. Eric Schmidt, presidente-executivo da Google, também deve se manifestar sobre o futuro da tecnologia. Ataques virtuais e proteção de dados são dois dos grandes temas desta edição do fórum.Porto Alegre, RSZH 2014Brasil tenta provar que é lugar para se investir ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-brasil-tenta-provar-que-e-lugar-para-se-investir-4684914Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-entenda-qual-o-impacto-do-pacote-anunciado-pelo-governo-federal-4684983Entenda qual o impacto do pacote anunciado pelo governo federalVeto à correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda soma-se a aumento de tributos de combustível e do crédito, atingindo em cheio o contribuinte2015-01-20T23:24:57-02:002015-01-20T23:24:57-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO contribuinte brasileiro, que pagará a conta do ajuste fiscal da bomba da gasolina à conta de luz, passando pela mera compra de um hidratante no supermercado ou o financiamento do automóvel, terá de lidar também com um Leão mais faminto neste ano. A presidente Dilma Rousseff vetou nesta terça-feira o projeto de lei que reajustava em 6,5% a tabela do Imposto de Renda (índice próximo à inflação real, que foi de 6,41% no ano passado). Novamente, as alíquotas deverão ser corrigidas em 4,5% neste ano — o que, na prática, empurra os contribuintes que tiveram correção salarial alinhada à inflação para faixas mais altas de IR. O Brasil é dono de uma das cargas tributárias mais altas do mundo — arrecada o equivalente a 36,3% do Produto Interno Bruto (PIB) —, mas o apetite tributário não dá trégua. Os aumentos de impostos anunciados na segunda-feira pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, levarão ao Tesouro R$ 20,6 bilhões — dinheiro que seria usado para consumo diário, gasto com lazer e bens de consumo, lembra o economista do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e professor da PUCRS, Celso Pudwell. Marta Sfredo: Levytando, muito além dos cortes Levy descarta reajustar a tabela do Imposto de Renda, por enquanto O que pode ser mais frustrante é que esse aumento na arrecadação dificilmente será revertido em mais obras em estradas, aeroportos, hospitais ou escolas. Com as contas desreguladas, o governo se comprometeu em poupar pelo menos 1,2% do PIB, em uma tentativa de recuperar a confiança de investidores e empresários — que duvidam que o governo economize sequer metade deste valor. O que pensa o novo ministro da Fazenda sobre sete temas da economia Leia as últimas notícias sobre economia Especialistas em finanças lembram que a mordida não vem só: o governo prepara um pacote de ajuda às empresas de energia (pagos via aumento na conta). Além disso, a não renovação da redução do IPI de automóveis, no final do ano passado, leva à alíquota ao patamar original, distanciando um pouco mais o brasileiro de itens de consumo. Leia as últimas notícias de Zero Hora *Zero HoraPorto Alegre, RSZH 2014Entenda qual o impacto do pacote anunciado pelo governo federalZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-entenda-qual-o-impacto-do-pacote-anunciado-pelo-governo-federal-4684983Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-apagao-um-raio-que-cai-varias-vezes-no-mesmo-lugar-4684796Marta Sfredo: apagão, um raio que cai várias vezes no mesmo lugar2015-01-20T21:39:37-02:002015-01-20T21:39:37-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEm março de 1999, um raio que caiu em Bauru (SP) levou a culpa por deixar cerca de 30 milhões de brasileiros sem luz por mais de seis horas. Uma década depois, em novembro de 2009, foi outra "descarga atmosférica", desta vez em Itaberá (SP), que teria deixado 18 Estados no escuro por duas horas. Seis anos depois, na segunda-feira, um desligamento seletivo afetou 11 Estados 20 minutos depois que o consumo no Brasil quebrou um novo recorde. Na falta de tempestades que sustentassem a tese de raios, um banco de capacitores foi eleito pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, como bode expiatório da vez. O banco de capacitores pode até ter falhado, mas porque o consumo encostou na capacidade de abastecimento. Onze entre 10 especialistas em energia convergem para esse diagnóstico. E o mesmo ministro que tentou atribuir o apagão a um problema técnico anunciou, poucas horas depois, que a Petrobras vai incorporar ao sistema 867 MW de geração térmica de usinas que estavam em manutenção ou reparo. E para já, até 18 de fevereiro. Ou seja, se o problema é o banco de capacitores, a solução é injetar mais energia no sistema. Lógica complexa. Depois do racionamento de 2001/2002, apelidado de apagão, houve mudança de governo, de modelo de gestão e de planejamento no setor elétrico. Não serviu de para-raios para crises de abastecimento. Diga-se em favor do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que só aparece quando há alguma crise, que a solução foi relativamente rápida. Não o suficiente para evitar o desconforto e a ansiedade de quem ficou preso em elevadores ou dentro do metrô, teve prejuízo por não fechar negócios ou perdeu parte da mercadoria que exigia refrigeração constante. Não é, necessariamente, a antessala de mais um período obrigatório de redução do consumo, como ocorreu há 14 anos, mas o governo federal não tem o direito de, para evitar o carimbo de mau planejador, evitar o tema do racionamento como São Paulo fez com a água. Não tem volume morto no sistema elétrico.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: apagão, um raio que cai várias vezes no mesmo lugarZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-apagao-um-raio-que-cai-varias-vezes-no-mesmo-lugar-4684796Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17173401Desafio no setor de energia é reduzir o consumoEspecialistas sugerem campanha como única alternativa em curto prazo capaz de diminuir uso da eletricidade e afastar possibilidade de novos blecautes enquanto geração seguir em baixa2015-01-20T20:47:47-02:002015-01-20T20:47:47-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcello Casal Jr.,ABRDesafio no setor de energia é reduzir o consumoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17173401Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-desafio-no-setor-de-energia-e-reduzir-o-consumo-4684729Desafio no setor de energia é reduzir o consumoEspecialistas sugerem campanha como única alternativa em curto prazo capaz de diminuir uso da eletricidade e afastar possibilidade de novos blecautes enquanto geração seguir em baixa2015-01-20T20:47:47-02:002015-01-20T20:47:47-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEnquanto o governo ainda busca explicações para o apagão de segunda-feira, especialistas em energia sustentam que, no curto prazo, apenas uma campanha nacional pela redução do consumo seria capaz de reduzir o risco de novos blecautes no país. Com os reservatórios das hidrelétricas abaixo dos níveis do mesmo período do ano passado e as térmicas já gerando no limite, solucionar o problema pelo lado da oferta dependeria de um imponderável retorno das chuvas em grandes volumes, principalmente no Sudeste e no Nordeste. Sistema estrangulado |Create infographics Assim, a única medida ao alcance seria incentivar a população a tirar aparelhos da tomada. Devido às altas temperaturas do verão, os aparelhos de ar condicionado, vendidos em grande número nos últimos anos em razão do aumento da renda, é um dos equipamentos que puxa o consumo. – O governo deveria ir à mídia para que a população se conscientize e faça economia. Se nada for feito, poderemos ter decretado o racionamento – diz Ricardo Savoia, consultor da Thymos Energia, lembrando que, pelo lado da demanda, o consumo de energia não para de crescer no país. Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONS Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 Eduardo Malato, executivo da Replace Consultoria, faz um alerta semelhante: – O período úmido já começou. O nível dos reservatórios deveria aumentar, mas está caindo. Cada vez mais dependemos de chuvas generosas. A ação que está ao nosso alcance é reduzir o consumo. Para Walfrido Ávila, presidente da Trade Energy, a racionalização ajudaria, mas viria tarde. Agora, entende o especialista, é hora de planejar o sistema elétrico brasileiro para os próximos cinco anos. – No médio prazo, precisamos pensar em uma geração térmica mais barata. A carvão ou gás. Necessitamos deixar isso bem planejado – avisa Ávila.Porto Alegre, RSZH 2014Desafio no setor de energia é reduzir o consumoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-desafio-no-setor-de-energia-e-reduzir-o-consumo-4684729Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17161559Técnicos se reúnem no Rio para analisar falta de energia em três regiõesNa noite de ontem, o ONS disse que tomou "medidas operativas" com distribuidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste para restabelecer a frequência elétrica2015-01-20T17:23:06-02:002015-01-20T17:23:06-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcello Casal JuniorTécnicos se reúnem no Rio para analisar falta de energia em três regiõesZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17161559Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-tecnicos-se-reunem-no-rio-para-analisar-falta-de-energia-em-tres-regioes-4684480Técnicos se reúnem no Rio para analisar falta de energia em três regiõesNa noite de ontem, o ONS disse que tomou "medidas operativas" com distribuidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste para restabelecer a frequência elétrica2015-01-20T17:23:06-02:002015-01-20T17:23:06-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brTécnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Ministério de Minas e Energia e representantes de empresas de distribuição e fornecimento de energia estão reunidos na tarde desta terça-feira, no Rio de Janeiro, para analisar a falta de energia elétrica em partes de três regiões do país na tarde de ontem. O diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, também participa da reunião. Na noite de ontem, o ONS informou que tomou "medidas operativas" com distribuidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste para restabelecer a frequência elétrica, com um corte de cerca de 5% da carga do sistema. Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONS Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 A frequência estava abaixo do normal devido a restrições na transferência de energia do Norte e Nordeste para o Sudeste, aliadas à elevação da demanda no horário de pico. Ainda de acordo com o ONS, houve perdas de unidades geradoras do Sudeste, Sul e Centro-Oeste que totalizaram 2,2 mil MW, o que contribuiu para a queda da frequência. *Agência Brasil *Agência BrasilPorto Alegre, RSZH 2014Técnicos se reúnem no Rio para analisar falta de energia em três regiõesZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-tecnicos-se-reunem-no-rio-para-analisar-falta-de-energia-em-tres-regioes-4684480Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONSConsumo atingiu o pico de 51.596 megawatts (MW) às 14h32min de segunda-feira2015-01-20T15:25:08-02:002015-01-20T15:25:08-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSONSCorte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONSZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17172591Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-corte-de-energia-ocorreu-18-minutos-depois-de-pico-de-consumo-no-sudeste-e-centro-oeste-aponta-ons-4684452Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONSConsumo atingiu o pico de 51.596 megawatts (MW) às 14h32min de segunda-feira2015-01-20T15:25:08-02:002015-01-20T15:25:08-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEm relatório divulgado nesta terça-feira, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que o corte de energia que afetou pelo menos 11 Estados e o Distrito Federal na segunda-feira ocorreu a partir das 14h50min. Dezoito minutos antes, às 14h32min, o consumo de energia havia atingido o pico de 51.596 megawatts (MW) nas regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste. O recorde anterior foi registrado uma semana atrás, com demanda de 51.295 MW em 13 de janeiro.Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 A partir das 14h50min, ocorreu a perda de geração de usinas da ordem de 2.600 MW, de acordo com o ONS. A queda no abastecimento mexeu com a frequência elétrica, o que teria desestabilizado o sistema. Essa interrupção ainda não foi detalhada pelo órgão gestor, o que deve ser feito durante reunião com empresas de geração, transmissão e distribuição na tarde desta terça-feira no Rio de Janeiro. Leia as últimas notícias de Zero Hora Para ministro, não houve falta de energia, e sim falha técnica O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse nesta terça-feira que não houve falta de geração de energia no país na segunda-feira, mas uma falha técnica. Segundo ele, um problema na linha de transmissão que leva energia do Norte para as regiões Sul e Sudeste do país resultou em descasamento entre a demanda e a geração, o que provocou uma variação de frequência e obrigou o desligamento de cargas e de usinas. — O nosso sistema é robusto, pode haver falha técnica e humana, precisamos apurar. O que aconteceu foi uma falha aparentemente técnica na rede Norte-Sul, que acabou acarretando o desligamento por prevenção — explicou. Na tarde de segunda-feira, restrições na transferência de energia das regiões Norte e Nordeste para o Sudeste, aliadas à elevação da demanda no horário de pico, provocaram a redução na frequência elétrica, de acordo com o ONS. Com isso, regiões de vários Estados ficaram sem energia durante cerca de uma hora. Braga informou que até 18 de fevereiro a Petrobras retomará a geração de 867 megawatts de energia térmica de uma usina inoperante para manutenção preventiva. Segundo ele, providências estão sendo tomadas, inclusive com relação à geração de energia adicional de Itaipu, para reforçar o sistema, até que os problemas na linha Norte-Sul sejam superados. — Esperamos, com as novas unidades e manobras que o ONS adotou, continuar oferecendo com tranquilidade energia à população — disse.Porto Alegre, RSZH 2014Corte de energia ocorreu 18 minutos depois de pico de consumo no Sudeste e Centro-Oeste, aponta ONSZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-corte-de-energia-ocorreu-18-minutos-depois-de-pico-de-consumo-no-sudeste-e-centro-oeste-aponta-ons-4684452Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:16457975Dilma veta correção da tabela do Imposto de RendaParlamentares propuseram reajuste de 6,5%2015-01-20T09:35:11-02:002015-01-20T09:35:11-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRoberto Stuckert FilhoDilma veta correção da tabela do Imposto de RendaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:16457975Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dilma-veta-correcao-da-tabela-do-imposto-de-renda-4684354Dilma veta correção da tabela do Imposto de RendaParlamentares propuseram reajuste de 6,5%2015-01-20T09:35:11-02:002015-01-20T09:35:11-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brA presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 13.097, mas vetou o reajuste do Imposto de Renda para a Pessoa Física (IRPF). A lei é resultado da aprovação da Medida Provisória nº 656, que ficou conhecida como MP das Bebidas Frias, por incorporar, durante a tramitação no Congresso, trecho para definir uma nova tributação do setor. Entre os vários pontos rejeitados pela presidente, está o reajuste de 6,5% na tabela do IRPF, proposto pelos parlamentares. Levy descarta reajustar a tabela do Imposto de Renda, por enquanto Maior parte dos aumentos tributários entra em vigor em junho Rosane de Oliveira: E o discurso de Dilma virou pó Dilma justificou que "a proposta levaria à renúncia fiscal na ordem de R$ 7 bilhões, sem vir acompanhada da devida estimativa do impacto orçamentário-financeiro, violando o disposto no art. 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal". O Planalto deverá editar nova Medida Provisória sobre o tema. Na segunda-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que a proposta da Fazenda é de que a correção da tabela do IRPF seja de 4,5% neste ano. Dilma também rejeitou o artigo da MP que permitia o refinanciamento das dívidas dos clubes esportivos com a União, que é da ordem de R$ 4 bilhões, sem contrapartidas, como pagamento de multas em caso de atraso dos salários dos jogadores. Nas razões do veto enviadas ao Congresso, a presidente explica que "o governo vem discutindo há meses com representantes de clubes, atletas, entidades de administração do desporto e com o próprio Congresso Nacional a construção de uma proposta conjunta que estimule a modernização do futebol brasileiro". Segundo ela, "o texto aprovado não respeita este processo e prevê apenas refinanciamento de débitos federais, deixando de lado medidas indispensáveis que assegurem a responsabilidade fiscal dos clubes e entidades, a transparência e o aprimoramento de sua gestão, bem como a efetividade dos direitos dos atletas". Ela assegura, no entanto, que o "governo retomará imediatamente o processo de diálogo, com o objetivo de consolidar, no curto prazo, uma alternativa que promova de forma integral a modernização do futebol brasileiro." Marta Sfredo: Levytando, muito além dos cortes O que pensa o novo ministro da Fazenda sobre sete temas da economia Inicialmente editada para zerar as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a receita de vendas e na importação de partes utilizadas em aerogeradores, para prorrogar benefícios tributários a empresas e para dispor sobre a devolução ao Exterior de mercadoria estrangeira com importação não autorizada, a MP 656 foi ganhando outros temas, como a própria tributação das bebidas frias e o reajuste do IRPF. Com isso, a lei sancionada trata de inúmeros outros temas. Um dos assuntos introduzidos durante a tramitação foi a criação da Letra Imobiliária Garantida (LIG), instrumento que será emitido exclusivamente por instituição financeira sob forma escritural. A LIG é um título de crédito nominativo, transferível e de livre negociação. Ela estará vinculada à carteira de garantias, que pode conter créditos imobiliários e títulos de emissão do Tesouro Nacional, instrumentos derivativos e outros ativos. Leia as últimas notícias sobre economia Leia as últimas notícias de Zero HoraPorto Alegre, RSZH 2014Dilma veta correção da tabela do Imposto de RendaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-dilma-veta-correcao-da-tabela-do-imposto-de-renda-4684354Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17170920Maior parte dos aumentos tributários entra em vigor em junhoMinistro da Fazenda, Joaquim Levy anunciou medidas para elevar arrecadação2015-01-19T23:06:43-02:002015-01-19T23:06:43-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoMaior parte dos aumentos tributários entra em vigor em junhoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17170920Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-maior-parte-dos-aumentos-tributarios-entra-em-vigor-em-junho-4684294Maior parte dos aumentos tributários entra em vigor em junhoMinistro da Fazenda, Joaquim Levy anunciou medidas para elevar arrecadação2015-01-19T23:06:43-02:002015-01-19T23:06:43-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brOs aumentos de tributos anunciados nesta segunda-feira pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, entrarão em vigor de forma escalonada. Por causa da regra da noventena, que estabelece que a criação ou mudanças na base de cálculo de contribuições só podem ser efetivadas 90 dias depois da publicação, a maior parte das medidas só começa a valer em junho, quando os contribuintes pagarem os tributos referentes a maio. Rosane de Oliveira: E o discurso de Dilma virou pó As únicas medidas que entrarão em vigor mais rapidamente serão o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no crédito a pessoas físicas e o reajuste do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) nos combustíveis. As duas medidas passarão a valer em fevereiro. Marta Sfredo: Levytando, muito além dos cortes Levy descarta reajustar a tabela do Imposto de Renda, por enquanto As demais medidas tributárias anunciadas hoje se referem a contribuições. Diferentemente dos impostos, as contribuições ficam integralmente com a União e levam 90 dias para entrar em vigor. A exceção é a Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que tem 29% das receitas compartilhadas com estados e municípios. Dessa forma, a elevação da Cide para os combustíveis e do PIS/Cofins para as mercadorias importadas só entrarão em vigor em junho (com fato gerador em maio) por envolverem mudança na base de cálculo. Embora se trate de contribuições, a elevação do PIS e da Cofins nos combustíveis pode entrar em vigor imediatamente, porque não ocorre alteração na base de cálculo, apenas na alíquota. O que pensa o novo ministro da Fazenda sobre sete temas da economia Leia as últimas notícias sobre economia A extensão da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os atacadistas de cosméticos também só entrará em vigor em junho, por envolver mudança na incidência tributária. Leia as últimas notícias de Zero Hora Das quatro medidas tributárias anunciadas, três dependem apenas de decreto da Presidência da República. A única mudança que depende de medida provisória (e de aprovação do Congresso) é a elevação do PIS/Cofins das mercadorias importadas. *Agência BrasilPorto Alegre, RSZH 2014Maior parte dos aumentos tributários entra em vigor em junhoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-maior-parte-dos-aumentos-tributarios-entra-em-vigor-em-junho-4684294Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17170920Ministro da Fazenda anuncia retorno de tributos sobre gasolinaReajustes, que deverão ter impacto de R$ 0,22 no preço do combustível, valerão a partir de 1º de fevereiro2015-01-19T19:22:11-02:002015-01-19T19:22:11-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoMinistro da Fazenda anuncia retorno de tributos sobre gasolinaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17170920Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-ministro-da-fazenda-anuncia-retorno-de-tributos-sobre-gasolina-4683892Ministro da Fazenda anuncia retorno de tributos sobre gasolinaReajustes, que deverão ter impacto de R$ 0,22 no preço do combustível, valerão a partir de 1º de fevereiro2015-01-19T19:22:11-02:002015-01-19T19:22:11-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO ministro da Fazenda Joaquim Levy anunciou na tarde desta segunda-feira quatro medidas de aumento de tributos no país, que têm como objetivo incrementar R$ 20 bilhões na arrecadação do governo. Os reajustes são parte do trabalho de equilíbrio fiscal que será feito em "várias etapas", segundo o ministro. Entre as medidas está a maior tributação sobre os combustíveis. Em função do reajuste do PIS e da Cide, a gasolina deve subir R$ 0,22, anunciou Levy. Já o diesel deve subir R$ 0,15 devido ao aumento dos tributos. Os reajustes valerão a partir de 1º de fevereiro. Em Porto Alegre, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a gasolina custa hoje, em média, R$ 2,97. Se os postos aplicarem R$ 0,22 previstos pelo ministro, o litro do combustível poderá ter um preço médio de R$ 3,19 na Capital. Marta Sfredo: Levytando, muito além dos cortes Levy descarta reajustar a tabela do Imposto de Renda, por enquanto A alíquota do PIS/Cofins sobre a importação também sofrerá um reajuste: passará de 9,25% para 11,75%. A medida é necessária, afirmou Levy, para equiparar a tributação nacional a de importados depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o ICMS da base de cálculo nas importações. — Estamos ajustando a alíquota para não prejudicar a produção doméstica. Aumenta-se no produto importado para dar competitividade ao setor doméstico — disse o ministro. O que pensa o novo ministro da Fazenda sobre sete temas da economia Leia as últimas notícias sobre economia Ainda será restabelecida a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito de 1,5% para 3%. Isso significa que o empréstimo pessoal ficará mais caro. Outra medida anunciada foi um decreto que equipada o atacadista ao setor industrial para o efeito de incidência no IPI no setor de cosméticos. Leia as últimas notícias de Zero Hora — É uma sequência de ações para reequilibrar a economia do ponto de vista fiscal e aumentar a confiança e o entendimento dos agentes econômicos para que em algum momento tenhamos a retomada da economia em novas condições — afirmou Levy, lembrando que o governo também reduziu os gastos mensais. * Zero Hora, com agênciasPorto Alegre, RSZH 2014Ministro da Fazenda anuncia retorno de tributos sobre gasolinaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-ministro-da-fazenda-anuncia-retorno-de-tributos-sobre-gasolina-4683892Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17170757Aumento no consumo causa cortes de luz no RS e em mais 10 EstadosNo Estado, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram redução no abastecimento2015-01-19T19:06:31-02:002015-01-19T19:06:31-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFERNANDO ZAMORA/FUTURA PRESSAumento no consumo causa cortes de luz no RS e em mais 10 EstadosZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17170757Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-aumento-no-consumo-causa-cortes-de-luz-no-rs-e-em-mais-10-estados-4683843Aumento no consumo causa cortes de luz no RS e em mais 10 EstadosNo Estado, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram redução no abastecimento2015-01-19T19:06:31-02:002015-01-19T19:06:31-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brCortes de energia elétrica orientados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afetaram pelo menos 11 Estados, além do Distrito Federal, na tarde desta segunda-feira. No Rio Grande do Sul, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram a redução no abastecimento. O órgão explicou que o aumento da demanda, ocasionado pelo calor pelo país, obrigou-o a pedir que as concessionárias fizessem o corte de 5% da carga. A situação, segundo o ONS, já estaria normalizada no país. A medida afetou o Rio Grande do Sul durante menos de uma hora. Conforme a CEEE, houve falta de luz das 15h15min às 15h58min. Esses cortes foram localizados e não geraram apagões, mas serviram para adequar a capacidade de abastecimento. A empresa não comentou os critérios do ONS para orientar os cortes de energia. Já a AES Sul afirmou que, em sua região de abrangência, os cortes ocorreram das 15h às 15h40min. A RGE, que também confirmou a redução no abastecimento, não especificou o horário. Marta Sfredo: os riscos do desequilíbrio no setor elétrico Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 Em São Paulo, falta de energia fecharam estações do metrô Em São Paulo, a situação provocou transtornos até no transporte coletivo. A distribuidora de energia elétrica AES Eletropaulo, concessionária que opera na Grande São Paulo, informou que teve de cortar 700 megawatts da energia distribuída na tarde desta segunda-feira. Isso afetou a operação do metrô. Duas estações da linha amarela foram fechadas, segundo o consórcio Via Quatro, que administra a linha. As estações Luz e República ficaram inoperantes. As outras cinco estações da linha (Paulista, Fradique Coutinho, Faria Lima, Pinheiros, e Butantan) operam normalmente. A falta de energia, segundo a concessionária, ocorreu na região da Luz, no centro da capital paulista. Segundo a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), as demais linhas da cidade operaram normalmente. A linha amarela é a única concedida a iniciativa privada. Além de Rio Grande do Sul e São Paulo, os cortes também atingiram Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Paraná. Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia. O Distrito Federal completa a lista de locais afetados. No final da tarde, o ONS deu explicações sobre a necessidade de cortes no abastecimento. Conforme o órgão, ligado ao governo federal, a causa da determinação do órgão para cortar carga, isto é, interromper o fornecimento de eletricidade, foi "restrições na transferência de energia das Regiões Norte e Nordeste para o Sudeste, aliadas à elevação da demanda no horário de pico". Ou seja, embora tenha afirmado, informalmente, que não houve razão "energética" para a suspensão do serviço – em bom português, desequilíbrio entre oferta e consumo de energia –, o próprio ONS atribui o episódio ao aumento da demanda. Leia as últimas notícias de Zero Hora Quando o sistema elétrico fica sobrecarregado, ocorrem desligamentos automáticos para proteger a rede de curtos circuitos. Prossegue a nota do ONS: "Na sequência, ocorreu a perda de unidades geradoras nas usinas Angra I, Volta Grande, Amador Aguiar II, Sá Carvalho, Guilman Amorim, Canoas II, Viana e Linhares (Sudeste); Cana Brava e São Salvador (Centro-Oeste); Governador Ney Braga (Sul); totalizando 2.200 MW." Para devolver a normalidade ao sistema, o ONS pediu às empresas distribuidoras, responsáveis por levar a energia do sistema interligado até a casa dos consumidores, um corte de 5% da carga. Ainda conforme o órgão, a partir das 15h45min, a situação foi normalizada. Nesta terça-feira, às 14h30min, na sede do ONS, localizada no Rio de Janeiro, o órgão vai se reunir com empresas de geração, transmissão e distribuição "para analisar a ocorrência". * Zero Hora, com agênciasPorto Alegre, RSZH 2014Aumento no consumo causa cortes de luz no RS e em mais 10 EstadosZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-aumento-no-consumo-causa-cortes-de-luz-no-rs-e-em-mais-10-estados-4683843Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17161559Corte de luz afeta sul, sudeste e norte do paísNo Estado, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram redução no abastecimento2015-01-19T17:04:55-02:002015-01-19T17:04:55-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcello Casal JuniorCorte de luz afeta sul, sudeste e norte do paísZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17161559Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-corte-de-luz-afeta-sul-sudeste-e-norte-do-pais-4683810Corte de luz afeta sul, sudeste e norte do paísNo Estado, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram redução no abastecimento2015-01-19T17:04:55-02:002015-01-19T17:04:55-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brCortes de energia elétrica que teriam sido orientados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afetaram três regiões do país na tarde nesta segunda-feira: Sul, Sudeste e Norte. No Rio Grande do Sul, CEEE, RGE e AES Sul confirmaram a redução no abastecimento. Conforme a CEEE, foram realizados cortes de cargas das 15h15min às 15h58min. Esses cortes foram localizados e não geraram apagões, mas serviram para adequar a capacidade de abastecimento. A empresa não comentou os critérios do ONS para orientar os cortes de energia. Já a AES Sul confirmou cortes das 15h às 15h40min. A RGE, que também confirmou a redução no abastecimento, não especificou o horário. Conta de luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015 Em São Paulo, falta de energia afetou funcionamento do metrô A distribuidora de energia elétrica AES Eletropaulo, concessionária que opera na Grande São Paulo, informou que teve de cortar 700 megawatts da energia distribuída na tarde desta segunda-feira, seguindo orientação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A redução do fornecimento afeta a operação do metrô. Duas estações da linha amarela estão fechadas em razão da falta de energia elétrica, segundo o consórcio Via Quatro, que administra a linha. As estações Luz e República estão inoperantes sem previsão de reabertura. As outras cinco estações da linha (Paulista, Fradique Coutinho, Faria Lima, Pinheiros, e Butantan) operam normalmente. A fala de energia, segundo a concessionária, ocorre na região da Luz, no centro da capital. Segundo a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), as demais linhas da cidade operam normalmente. A linha amarela é a única concedida a iniciativa privada. Leia as últimas notícias de Zero Hora * Zero Hora, com agênciasPorto Alegre, RSZH 2014Corte de luz afeta sul, sudeste e norte do paísZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-corte-de-luz-afeta-sul-sudeste-e-norte-do-pais-4683810Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-focus-eleva-para-6-67-aposta-para-a-inflacao-de-2015-4683728Focus eleva para 6,67% aposta para a inflação de 2015Teto da meta é de 6,50%2015-01-19T11:48:36-02:002015-01-19T11:48:36-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brNão param de piorar as projeções do mercado financeiro para a inflação de 2015. No Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, a mediana das previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2015 subiu de 6,60% para 6,67%. O teto da meta é de 6,50%. Há um mês, a mediana estava em 6,54%. FGV indica inflação acumulada de 6,87% em 2014 BC eleva projeção de inflação para 6,4% em 2014 Prévia da inflação de dezembro tem forte alta e acumula 6,46% em 2014 No Top 5 de médio prazo – grupo dos economistas que mais acertam as previsões – a mediana segue acima da meta, em 6,60%. Quatro semanas atrás, estava em 6,40%. Na pesquisa geral, a mediana das projeções para o IPCA de 2016 foi mantida em 5,70% pela oitava semana consecutiva. Ainda para a inflação de 2016, a taxa foi mantida em 5,60% no grupo Top 5 de médio prazo – um mês antes estava em 5,25%. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, admitiu que o IPCA subiria nos primeiros meses deste ano, mas avaliou que entraria em um período de declínio mais para frente e encerraria 2016 no centro da meta de 4,5%. Apesar desse prognóstico mais positivo para o médio prazo, as expectativas para a inflação suavizada 12 meses à frente ficaram estacionadas em 6,66% de uma semana para outra – há um mês, estavam em 6,62%. Para o curto prazo, as projeções também continuam subindo na Focus: a taxa para janeiro de 2015 foi modificada de 1,05% para 1,10%. Um mês antes, essa taxa estava em 0,95%. Para fevereiro, a mediana das previsões passou de 0,74% para 0,75%, ante 0,72% de quatro semanas atrás.Porto Alegre, RSZH 2014Focus eleva para 6,67% aposta para a inflação de 2015ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-focus-eleva-para-6-67-aposta-para-a-inflacao-de-2015-4683728Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-quando-o-carnaval-chegar-e-passar-4683663Marta Sfredo: quando o carnaval chegar e passarLeia o destaque da coluna Economia+ desta segunda-feira2015-01-19T06:01:28-02:002015-01-19T06:01:28-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDentro de um mês, assim que as escolas de samba passarem e os blocos de rua recolherem a batucada, outro barulho vai dominar a cena nacional. Está prevista para depois do recesso, em fevereiro, a apresentação da denúncia do Supremo Tribunal Federal (STF) contra os parlamentares investigados na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O garrote representado pela desconfortável situação das empreiteiras, algumas com seus principais executivos atrás das grades, já inspira preocupação com o futuro das contas que essas empresas têm penduradas em bancos públicos e privados do país. Sem contar a Petrobras, a papelada envolvida no suspense alcançaria um valor ao redor de R$ 120 bilhões. Não é um valor trivial. Entre as envolvidas, existem as mais e as menos expostas. Umas podem apenas ser desestimuladas a buscar mais financiamento no mercado. Para outras, dívidas acumuladas e falta de perspectiva de novos contratos podem definir o caminho da recuperação judicial. Na última sexta-feira, houve duas baixas, de empresas não diretamente envolvidas na Lava-Jato, mas relacionadas ao segmento. A Tomé Engenharia, que tinha contratos concentrados com a Petrobras, avisou que pretende encerrar suas atividades no primeiro semestre. A Alumini Engenharia (antiga Alusa) pediu recuperação judicial. A empresa, que atuava nas obras da refinaria Abreu e Lima e na do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), informou em nota que não teve alternativa, depois de “tentativas infrutíferas” de receber créditos referentes a serviços prestados à Petrobras. Leia todas as colunas de Marta SfredoPorto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: quando o carnaval chegar e passarZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-quando-o-carnaval-chegar-e-passar-4683663Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marcelo-flach-decolagem-cancelada-4683662Marcelo Flach: decolagem canceladaPara Eliseu Padilha, a indústria gaúcha ainda não mostrou potencial exportador que mereça pista maior do Aeroporto Salgado Filho2015-01-19T05:57:54-02:002015-01-19T05:57:54-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDe repente, chega o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, com 10 dias no cargo, e anuncia que a ampliação da pista do Salgado Filho não será mais feita. Os 920 metros a mais, que proporcionariam operação segura a aviões de maior porte, principalmente cargueiros, existem na forma de promessas e projetos há pelo menos 15 anos. R$ 121 mi foram gastos em pista que não será ampliada no Salgado Filho Os desafios do terminal em Portão O presidente Fernando Henrique Cardozo — em cujo governo, aliás, Padilha foi ministro dos Transportes — anunciou recursos para a pista ser ampliada em 2001. De lá pra cá, a sociedade mostrou, com base em estudos, por que era importante a extensão da pista até 3,2 mil metros, permitindo a decolagem de aviões com produtos nacionais ao Exterior. O comprimento limitado não deixa grandes jatos decolarem abarrotados de mercadorias e tanques cheios. Para Padilha, a indústria gaúcha ainda não mostrou potencial exportador que mereça pista maior. Está certo que o desempenho industrial vem minguando e as exportações, por ora, encolhendo. Mas isso tem mais a ver com o quadro nacional. Como ensinam os manuais de economia, uma forma de se dar bem quando o mercado retomar a força compradora é estar preparado, e um aeroporto melhor faz parte dessa estratégia. Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz Padilha Padilha diz que obras no Salgado Filho são prioridade Em vez de investir no velho Salgado Filho, o ministro fala em um novo terminal. Não deixa de ser interessante, mas já vimos obras de porte menor, como viadutos, se arrastarem por anos. Só a nova ponte do Guaíba vai para o quinto ano de promessa. Imaginem quanto levaria um moderno aeroporto. Infraero adia decisão sobre ampliação de pista do Salgado Filho Leia mais notícias de Zero HoraPorto Alegre, RSZH 2014Marcelo Flach: decolagem canceladaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marcelo-flach-decolagem-cancelada-4683662Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-os-desafios-do-terminal-em-portao-4683661Os desafios do terminal em PortãoImplantação de aeroporto para atender voos de passageiros e aviões cargueiros de grande porte tem localização como trunfo2015-01-19T04:50:59-02:002015-01-19T04:50:59-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDefinir o novo aeroporto internacional como prioridade é só o primeiro passo dado pelo governo federal. Mesmo que transfira a tarefa de construir o terminal à iniciativa privada, como já acenou, precisará investir em infraestrutura de acesso para os passageiros chegarem até lá. R$ 121 mi foram gastos em pista que não será ampliada no Salgado Filho O afastamento da Capital é um dos pontos mais criticados por quem defende como prioridade a ampliação da pista do Salgado Filho. Distante cerca de 50 quilômetros do centro de Porto Alegre, em área rural de 2,1 mil hectares em Portão, a localização do novo aeroporto é considerada estratégica geograficamente: liga a Região Metropolitana e os vales do Rio do Sinos e do Caí, além de facilitar acesso à Serra, em especial os polos de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, que se queixam da falta de aeroportos para exportar suas produções. Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz Padilha Padilha diz que obras no Salgado Filho são prioridade — Quem reclama da distância é egoísta. Para outras regiões, ficará muito mais perto. Hoje, só é conveniente a quem mora na zona norte da Capital – diz o consultor Nelson Riet, da Comissão Pró 20 de Setembro. Entre os trechos de acesso, estão BR-448, BR-386, BR-116 e RS-240. Hoje, estão em boas condições – nenhuma na lista de piores estradas do Estado –, mas até a conclusão das obras precisarão passar por reformas. Infraero adia decisão sobre ampliação de pista do Salgado Filho Leia mais notícias de Zero Hora O novo aeroporto exigirá também investimento em transporte público, já que o deslocamento de táxi até a rodoviária da Capital será mais caro para quem desembarcar em Portão, e os passageiros não contarão com acesso via trem, como existe hoje.Porto Alegre, RSZH 2014Os desafios do terminal em PortãoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-os-desafios-do-terminal-em-portao-4683661Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17169833R$ 121 milhões foram gastos em pista que não será ampliada no Aeroporto Salgado FilhoMinistro Padilha diz que não há necessidade de aumento da pista, mas União e prefeitura já fizeram investimentos esperando a ampliação2015-01-19T04:02:23-02:002015-01-19T04:02:23-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFernando GomesR$ 121 milhões foram gastos em pista que não será ampliada no Aeroporto Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17169833Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-r-121-milhoes-foram-gastos-em-pista-que-nao-sera-ampliada-no-aeroporto-salgado-filho-4683650R$ 121 milhões foram gastos em pista que não será ampliada no Aeroporto Salgado FilhoMinistro Padilha diz que não há necessidade de aumento da pista, mas União e prefeitura já fizeram investimentos esperando a ampliação2015-01-19T04:02:23-02:002015-01-19T04:02:23-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brDepois de quase 20 anos sem sair do papel, o plano de ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho pode ser enterrado de vez. A mudança de rota, anunciada pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, significa jogar R$ 121,4 milhões de recursos públicos pela janela. A cifra é o que já foi gasto com a desapropriação de milhares de famílias das vilas Floresta e Dique, em projetos para o prolongamento e na ampliação de um terminal de cargas que serviria justamente para atender às aeronaves de grande porte que só poderiam pousar quando a pista estivesse ampliada. A meta agora é focar esforços na construção do aeroporto 20 de Setembro, provavelmente no município de Portão, na Região Metropolitana. O projeto para o prolongamento foi mais uma vítima do marasmo que atinge a execução de obras país afora. Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz Padilha Padilha diz que obras no Salgado Filho são prioridade Infraero adia decisão sobre ampliação de pista do Salgado Filho A necessidade de uma pista maior para que aviões de passageiros de grande porte e cargueiros abarrotados pudessem pousar e decolar em Porto Alegre foi constatada em meados da década de 1990, mas até 2015 nem um metro havia sido estendido. Primeiro foi a necessidade de realocação de três vilas. Iniciada em 2009, não foi concluída. Falta a mudança de pelo menos 1.777 famílias. Depois, foi a demora para conclusão do projeto de engenharia. Entregue em janeiro de 2011 ao Exército para ser refeito, deveria ter sido devolvido em dois meses, mas ficou pronto apenas em outubro de 2013. Ao todo, foram oito adiamentos. A conclusão, quando finalmente chegou, é de que o terreno precisaria receber um tratamento especial para suportar o peso de aviões — o que faria o valor da obra, de R$ 227 milhões, triplicar. "Prioridade é a aviação regional", diz Padilha Concessão do Salgado Filho trava na decolagem Leia mais notícias de Zero Hora A avaliação de especialistas de que em menos de uma década o Salgado Filho estará saturado pela demanda de cargas e passageiros pesou na decisão da SAC, que vê como temerário investir recursos vultuosos no aeroporto e aponta que a melhor alternativa é concedê-lo à iniciativa privada em troca da conclusão das outras três obras em andamento: terminal de cargas, ampliação do de passageiros e pátio para aeronaves, que devem custar ainda cerca de R$ 495,6 milhões, segundo a secretaria. A prefeitura assegura que a realocação das famílias continua. Conforme dados do Departamento Municipal de Habitação (Demhab) o custo para concluir a transferência dos moradores seria de mais R$ 186,5 milhões. Falta consenso para o projeto A falta de diálogo entre as esferas responsáveis pela obra é gritante: questionadas sobre os valores dos investimentos, SAC, Infraero e prefeitura da Capital apresentaram valores completamente diferentes. A opção por priorizar a construção de um novo terminal, no entanto, está longe de ser consenso. Há discordâncias, inclusive, dentro da comissão pró-aeroporto 20 de Setembro. Professor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da PUCRS e integrante do grupo, Elones Ribeiro defende a ampliação da pista como prioridade. — Um novo terminal é importante, mas não pode aposentar o aumento da pista que, além de permitir receber e enviar cargas mais pesadas, tornará os voos mais seguros. Até porque um novo aeroporto demoraria pelo menos 20 anos para ficar pronto — afirma. O consultor Nelson Riet, que também integra a comissão, tem avaliação diferente. Para o executivo, não vale gastar mais dinheiro em um aeroporto que ficará limitado em curto espaço de tempo. Pedindo passagem Para permitir a ampliação da pista, moradores de vilas, algumas irregulares, ganharão moradias em áreas próximas VILA NAZARÉ — O Departamento Municipal de Habitação (Demhab) cadastrou 1.223 famílias, que deverão ser reassentadas em dois loteamentos: um na Rua Senhor do Bonfim, com 364 unidades habitacionais, e outro na Rua Irmãos Maristas, com 1,3 mil. A expectativa é de que as transferências ocorram no fim deste ano e ao longo de 2016. VILA FLORESTA — A área já foi desapropriada para as obras de ampliação, mas ainda há moradores em algumas casas. Devido ao impasse sobre o destino das famílias, foi estabelecida a possibilidade de transferi-las para o Residencial Camaquã, cuja entrega deverá ocorrer no primeiro semestre de 2015. Algumas casas vazias acabaram invadidas. VILA DIQUE — Foram cadastradas, pelo Demhab, 1.476 famílias para serem transferidas para o Conjunto Habitacional Porto Novo. O processo de remoção começou em outubro de 2009. Do total, 922 famílias já foram retiradas. Restam 554, que deverão ser transferidas gradualmente para a Quadra E do mesmo conjunto habitacional até agosto próximo. Desapropriadas, casas são invadidas Dezenas de famílias vivem em uma espécie de condomínio fechado informal próximo ao aeroporto Salgado Filho. Desapropriada para ampliação da pista, parte da Vila Floresta foi cercada de muros após a retirada dos moradores. A grande maioria das casas foi derrubada depois da saída dos inquilinos, mas aquelas que permanecem em pé foram ocupadas por outras famílias. Também restaram alguns moradores antigos, que receberam dinheiro da Infraero para a mudança, mas permaneceram no local. Um deles é Carlos Varley Silveira, que há 47 anos mora no mesmo endereço. A casa onde reside foi comprada em dezembro de 2010, e o aposentado deveria deixar a residência até março de 2011, mas conta que foi roubado pelo pedreiro que iria construir a nova moradia no Parque Santa Fé e agora não tem para onde ir. — Eu quero ir embora, mas não tenho outra alternativa senão ficar — diz o morador. A poucos metros do portão da casa o mato se mistura com o entulho deixado para trás e toma conta de terrenos não ocupados. A filha de Carlos, Thaís Regina, reclama do acúmulo de lixo, com muitos ratos e insetos. Frequentemente ela vê chegar alguém para ocupar as casas desapropriadas. Para as autoridades, o endereço de Carlos e dos outros residentes não existe. Os Correios não entram para entregar cartas, e os moradores acabaram improvisando próximo ao muro uma caixa para receber correspondências. Em nota, a Infraero diz não ter conhecimento de invasões nos locais cercados. Em um dos muros, está pintado um alerta da empresa informando que a entrada é proibida na área.Porto Alegre, RSZH 2014R$ 121 milhões foram gastos em pista que não será ampliada no Aeroporto Salgado FilhoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-r-121-milhoes-foram-gastos-em-pista-que-nao-sera-ampliada-no-aeroporto-salgado-filho-4683650Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-incoerencia-entre-discurso-e-pratica-4683051Marta Sfredo: incoerência entre discurso e prática2015-01-17T05:54:24-02:002015-01-17T05:54:24-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEntre empresários gaúchos, há quem apoie a decisão do governador José Ivo Sartori de sancionar aumentos de até 64,2% para o seu próprio salário e o de secretários, deputados, Ministério Público, Judiciário, Tribunal de Contas do Estado e Defensoria Pública. Leia outras colunas de Marta Sfredo Leia todas as notícias de Economia Presidente do conselho diretor do Programa Gaúcho da Qualidade e da Produtividade, Ricardo Felizzola avalia que Sartori não foi hipócrita, isto é, não fez o jogo político ao acatar a decisão da Assembleia Legislativa. O reajuste, na avaliação de Felizzola, é um detalhe no meio do maremoto das finanças públicas do Estado: — O salário do diretor iniciante de empresa com faturamento de R$ 500 milhões é umas quatro vezes isso. O governador é o CEO (presidente-executivo) de um Estado com faturamento entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões. Na minha empresa, tenho uns 10 diretores que ganham R$ 25 mil. Rosane de Oliveira: consultoria aponta rombo de R$ 7,1 bi nas contas do RS "Vou pagar o preço que tiver de pagar", diz Sartori sobre aumentos Outros empresários que foram ouvidos por Sartori durante o processo de formação do governo lembram que um dos motivos da decisão pode ter sido a difícil experiência da montagem do secretariado. A tentativa de atrair profissionais mais qualificados esbarrou na remuneração — antes do aumento, pouco mais de R$ 10 mil. Mas, agora, temem a reação da sociedade diante do “momento político” do Estado. As “medidas duras” anunciadas por Sartori na posse nem começaram, ponderam. E há um grupo grande de empresários com pagamento de serviços já prestados “pendurados” por seis meses. Rafael Souto, CEO da Produtive, agência especializada em assessorar altos executivos, pondera que, de fato, a média salarial de um presidente de uma empresa de grande porte está ao redor de R$ 50 mil, mas costuma ter outra parcela variável, chamada de bonificação, que pode dobrar esse valor. Mas Souto, também habituado às questões salarias do universo executivo, compara o momento em que os salários das carreiras top do serviço público foram aumentados à situação do dono da empresa que reúne a equipe, comunica que os resultados estão fracos, cortes precisam ser feitos e, logo depois, aparece com um carro importado bem novinho. — Há incoerência entre discurso e prática. O problema não é o valor, é o momento. É uma medida antipática. O Obama (Barack, presidente dos EUA, em abril de 2013), quando houve cortes no orçamento, reduziu seu próprio salário. Claro que aqueles dólares nem fizeram cócegas no orçamento de trilhões, mas é o exemplo, a solidariedade.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: incoerência entre discurso e práticaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-incoerencia-entre-discurso-e-pratica-4683051Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17152077Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz PadilhaEm Porto Alegre, ministro da Aviação Civil afirmou que pista atual comporta demanda para os próximos 15 anos2015-01-16T16:17:06-02:002015-01-16T16:17:06-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLauro AlvesAeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz PadilhaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17152077Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-aeroporto-salgado-filho-nao-tera-pista-ampliada-diz-padilha-4682302Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz PadilhaEm Porto Alegre, ministro da Aviação Civil afirmou que pista atual comporta demanda para os próximos 15 anos2015-01-16T16:17:06-02:002015-01-16T16:17:06-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brReivindicada há quase duas décadas como uma obra que amenizaria gargalos da infraestrutura gaúcha, a ampliação de 920 metros na pista do aeroporto Salgado Filho deve permanecer no papel pelos próximos 15 anos. Em visita a Porto Alegre, o ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, afirmou que o governo federal não vê necessidade de investir no prolongamento da pista por falta de demanda. Outras obras previstas para o aeroporto — a duplicação do terminal de passageiros, um novo terminal de cargas e a ampliação do sistema de pátios — serão concluídas. Padilha se reuniu nesta saxta-feira portas fechadas com o prefeito José Fortunati no gabinete do chefe do Executivo. Fortunati disse que, assim que estas obras forem concluídas, pretende retomar o debate sobre a ampliação da pista no aeroporto. — Não vamos esperar 2030, quando está previsto o esgotamento da pista, para voltarmos a este assunto. Assim que se comprovar tecnicamente necessário, continuaremos a luta para que a pista seja ampliada — afirmou o prefeito. Padilha diz que obras no Salgado Filho são prioridade Infraero adia decisão sobre ampliação de pista do Salgado Filho Conforme Padilha, a demanda atual no aeroporto corresponde a 54% da sua capacidade. — O Salgado Filho opera com cargas há cinco anos, e 35 mil toneladas foram transportadas por via aérea (no último ano). Nós ainda não temos cargas para sair daqui com um avião (cargueiro) lotado. Portanto, para que pista mais longa mesmo? — afirmou o ministro, após deixar a reunião. Padilha garantiu que as outras três obras deverão ser concluídas até 2017, ao custo de R$ 628, 5 milhões​. — Com as obras garantidas, o aeroporto Salgado Filho poderá operar com qualidade pelo menos até 2030. Se houver necessidade, ampliaremos a pista, mas hoje não há — insistiu. Também estão previstas, neste primeiro momento, as obras de ampliação de um novo edifício garagem e do hotel, com pelo menos 200 apartamentos, que funcionará dentro da área do aeroporto. A licitação do hotel já foi realizada e a empresa vencedora deve concluir a obra e iniciar o funcionamento em 2016. Para que a pista do aeroporto Salgado Filho pudesse ser ampliada, a prefeitura da Capital, realizou a liberação e o cercamento do local em 2011, com a remoção de 922 famílias e previsão de transferência de outras 1.777. Dois anos depois, a Infraero confirmou a obra, mas o projeto não foi executado. "Prioridade é a aviação regional", diz Padilha Concessão do Salgado Filho trava na decolagem Terminal pode passar à iniciativa privada O Salgado Filho integra uma lista de 12 aeroportos no país que podem ser repassados à iniciativa privada por meio de concessões. Na proposta inicial do governo, a empresa que administrasse o local teria de construir um terminal de cargas e passageiros no município de Portão, o chamado Aeroporto 20 de Setembro. No entanto, na reunião de ontem, o ministro Eliseu Padilha afirmou não descartar uma concessão sem essa contrapartida, apenas com investimentos no Salgado Filho. A concessão ainda não tem prazo para ser definida, assim como a construção de um novo aeroporto. Conforme Padilha, o governo federal ainda realiza o estudo de viabilidade econômica do 20 de Setembro. No estudo, iniciado há dois anos, o investimento comportaria quatro pistas de quatro quilômetros de extensão. — Se tudo ocorrer bem, as licenças ambientais poderão ser concedidas a partir de junho. Já quanto à concessão, dependo da presidente Dilma — disse Padilha. Leia mais notícias de Zero Hora RS perde US$ 3,3 bi por ano em cargas aéreas O presidente da Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura, Paulo Menzel, afirmou que o Rio Grande do Sul perde US$ 3,3 bilhões por ano em cargas aéreas por causa do tamanho da pista do Salgado Filho, que atualmente não comporta pousos e decolagens de aviões cargueiros. — Com um quilômetro a mais de pista, poderíamos ter uma linha semanal cargueira. Nós levamos cem toneladas por semana de cargas aéreas para Guarulhos e Viracopos. A demanda existe, falta infraestrutura — argumentou Menzel. O dirigente disse que, quando há infraestrutura, a demanda aumenta exponencialmente, não o contrário. Para Menzel, a ampliação da pista é urgente. Ele explicou que a construção de um novo aeroporto com capacidade para aviões cargueiros, o 20 de Setembro, demoraria 20 anos — isso se as obras iniciassem imediatamente. — Não temos 20 anos para esperar. A receita com a carga aérea pagaria em menos de um ano o investimento com a ampliação da pista — afirmou. As obras garantidas para o Salgado Filho — Ampliação do terminal de passageiros: atualmente, possui 40 mil m², e passará a ter 80 mil m². A obra deverá ser concluída em janeiro de 2017 e tem previsão de investimento total de R$ 228,28 milhões. — Ampliação do sistema de pátios e pistas de táxi: está 82% concluída e a previsão de término é março 2015. O investimento deverá ser de R$ 89,31 milhões. — Novo terminal de cargas: deve ter reinício das obras em março deste ano, com término previsto para dezembro de 2016 ou janeiro de 2017. O investimento é de R$ 311 milhões. Fonte: Secretaria de Aviação Civil da Presidência da RepúblicaPorto Alegre, RSZH 2014Aeroporto Salgado Filho não terá pista ampliada, diz PadilhaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-aeroporto-salgado-filho-nao-tera-pista-ampliada-diz-padilha-4682302Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-caixa-sobe-juros-de-financiamentos-da-casa-propria-com-recursos-da-poupanca-4681626Caixa sobe juros de financiamentos da casa própria com recursos da poupançaJustificativa para a alta foi o aumento na taxa Selic nos últimos meses, atualmente em 11,75% ao ano2015-01-15T15:57:30-02:002015-01-15T15:57:30-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brOs mutuários que pretendem financiar a compra da casa própria com recursos da poupança podem preparar o bolso. A Caixa Econômica Federal reajustará os juros das operações contratadas por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A justificativa foi o aumento na taxa Selic (juros básicos da economia), que subiu nos últimos meses e está em 11,75% ao ano. Monitor do PIB indica estagnação e crescimento zero em 2014 As novas taxas valem para os financiamentos concedidos a partir da próxima segunda-feira. De acordo com a Caixa, para os mutuários que já assinaram contrato não haverá mudança. Os imóveis financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou pelo Programa Minha Casa, Minha Vida também não sofrerão alterações. Caixa é o primeiro no ranking de queixas entre os grandes bancos do país No Sistema Financeiro Habitacional (SFH), apenas a taxa para quem não é correntista da Caixa não mudou, sendo mantida em 9,15% ao ano. Para os correntistas do banco, os juros subirão de 8,75% para 9% ao ano. Os mutuários com conta na Caixa e que recebem salário por meio do banco passarão a pagar 8,7% ao ano de juros, em vez de 8,25% anualmente.Leia todas as notícias de Zero Hora Para os servidores públicos, a taxa aumentará de 8,6% para 8,7% ao ano para os correntistas. Para os servidores com conta na Caixa e que recebem salário pelo banco, os juros passarão de 8% para 8,5% ao ano. O SFH financia até 90% de imóveis de até R$ 650 mil. Em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Minas Gerais, o valor máximo de avaliação do imóvel corresponde a R$ 750 mil. No Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que segue regras de mercado e não tem limite de valor para os imóveis, a taxa para quem não tem relacionamento com a Caixa subirá de 9,2% ao ano para 11% ao ano. Para os correntistas do banco, os juros passarão de 9,1% ao ano para 10,7% ao ano. Quem tem conta no banco e recebe salário pela Caixa passará a pagar 10,5% ao ano de juros, em vez de 9% ao ano. No caso dos servidores públicos, os juros também subirão de 9% ao ano para 10,5% ao ano. Para servidores com conta na Caixa e que recebem salário pelo banco, os juros saltarão de 8,8% ao ano para 10,2% ao ano. *Agência BrasilPorto Alegre, RSZH 2014Caixa sobe juros de financiamentos da casa própria com recursos da poupançaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-caixa-sobe-juros-de-financiamentos-da-casa-propria-com-recursos-da-poupanca-4681626Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-monitor-do-pib-indica-estagnacao-e-crescimento-zero-em-2014-4681540Monitor do PIB indica estagnação e crescimento zero em 2014Indicador mostra que PIB brasileiro ficou com crescimento zero no acumulado de 12 meses até novembro2015-01-15T10:34:52-02:002015-01-15T10:34:52-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brA economia brasileira entrou definitivamente em estagnação em novembro e deve ter encerrado 2014 quase parada, segundo o Monitor do PIB – estudo de estimativas sobre a atividade econômica feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Mercado reduz previsão de crescimento da economia para 0,13% FGV prevê desemprego a 5,6% no ano Produção industrial recuou em metade das regiões pesquisadas O indicador, que faz um acompanhamento mensal na tentativa de antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), registrou alta irrelevante em novembro (0,02%) em relação a outubro e ficou com crescimento zero no acumulado em 12 meses até novembro. – A economia está definitivamente estagnada – afirmou o coordenador do Monitor do PIB, Claudio Considera, pesquisador associado do Ibre/FGV e ex-coordenador de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A desaceleração do crescimento econômico, de ritmo fraco para zero, deu-se ao longo de 2014. Até março do ano passado, o indicador apontava crescimento acima de 2,0% para o PIB, no acumulado em 12 meses. A partir de agosto, a alta em 12 meses mudou de patamar, sempre abaixo de 1%, até chegar finalmente a zero em novembro. Juros do cartão de crédito são os mais altos desde 1999 Leia as últimas notícias sobre Economia Mau desempenho dos serviços é um dos motivos Segundo Considera, por trás da desaceleração da economia está a perda de fôlego do setor de serviços. Durante algum tempo, o crescimento dos serviços compensou o mau desempenho da indústria, mas esse movimento parece estar se esgotando. De março a outubro, a alta do indicador da FGV no acumulado de 12 meses foi caindo de 2,2% para 1%. Em novembro, ficou em 0,8%. – Os serviços são a maior parcela da economia, mas eles funcionam servindo às atividades da economia produtiva. Além disso, tem uma parte que é consumo das famílias. Enquanto os salários cresciam bem, a despeito da atividade fraca, o comércio vinha crescendo. Agora, os salários estão crescendo menos – resumiu Considera. Na comparação de novembro com outubro, o Monitor do PIB apontou queda de 0,27% no PIB de serviços e de 0,14% no PIB da indústria. Apenas a agropecuária registrou alta, com 1,24%. O Ibre/FGV trabalha desde o início de 2013 no projeto Monitor do PIB, indicador que procura antecipar, mês a mês, os movimentos do PIB, seguindo a mesma metodologia e buscando as mesmas fontes de informação empregadas pelo IBGE. O IBC-Br, calculado pelo Banco Central (BC) e cujo dado de novembro foi divulgado nesta quinta-feira, 15, tem função semelhante.Porto Alegre, RSZH 2014Monitor do PIB indica estagnação e crescimento zero em 2014ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-monitor-do-pib-indica-estagnacao-e-crescimento-zero-em-2014-4681540Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-conta-de-restaurante-vai-subir-ate-30-4681235Marta Sfredo: conta de restaurante vai subir até 30%2015-01-15T05:03:20-02:002015-01-15T05:03:20-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brEste início de 2015 desafia o bolso de todos. Até os cardápios vão ficar mais salgados. Conforme estimativas da seccional gaúcha da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-RS), é bom preparar o paladar para aumentos que começam em 10% e chegam a 30%. Leia outras colunas de Marta Sfredo Leia todas as notícias de Economia Os responsáveis pela conta mais alta são reajustes de gás (13,3%), chope (16%), energia elétrica (27%), carne e aluguel, entre outros. A presidente da entidade, Maria Fernanda Tartoni, explica que, com movimento, é possível absorver custos, mas a redução na frequência que ocorre nesta época leva a uma "situação limite": — O percentual vai depender do nicho de cada restaurante. Quem tem preço fixo não vai poder subir R$ 15 para R$ 20, por exemplo, mas quem está com valores defasados pode chegar a 30%, embora sejam casos mais raros. Mesmo com a suspensão do novo piso regional, os comerciantes estão incluindo o reajuste na conta. O aumento chega a quase 19%, maior do que os 16% da média, com a mudança de faixa para os funcionários do segmento. Alguns estabelecimentos de Porto Alegre, como o Sakura, especializado em culinária japonesa, já reajustaram o cardápio na virada do ano entre 15% e 20%. Outras casas, como Dona Neusa, Natalicio e Dona Zefinha — todos de Marcelino Leite —, devem aplicar os mesmos percentuais em breve. E o tradicional Copacabana vai elevar o preço de refeições e bebidas em ao menos 10% até o final do mês.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: conta de restaurante vai subir até 30%ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-conta-de-restaurante-vai-subir-ate-30-4681235Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-banrisul-nao-e-jabuticaba-diz-futuro-presidente-4681251Marta Sfredo: Banrisul não é jabuticaba, diz futuro presidente2015-01-14T21:45:43-02:002015-01-14T21:45:43-02:00© 2011-2015 clicrbs.com.brO indicado para assumir a presidência do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Mota, foi convidado para o cargo só depois da posse do governador José Ivo Sartori. Ontem, mal o nome do economista pós-graduado em Administração e Finanças pela UFRGS, funcionário do banco desde 1979, foi anunciado, quase ficou rouco de tanto falar. E sempre na defesa da instituição pública que deve comandar assim que for aprovado por Assembleia Legislativa e Banco Central. Dono de nome extenso, avisa que está habituado a ser chamado de Gonzaga. Na avaliação do futuro presidente, o banco público estadual não é uma jabuticaba – ou um butiá, para seguir a metáfora da fruta nativa. Embora além do Rio Grande do Sul só existam instituições semelhantes em Sergipe, Espírito Santo e Brasília, sustenta que a crise de 2007/2008 mostrou a importância da participação dos governos no capital de bancos. Gonzaga avalia que o custo da manutenção do Banrisul – o Estado paga um percentual extra sobre a pesada dívida pública – é compensado pelo retorno ao Rio Grande: – Manter o Banrisul foi o melhor negócio empresarial que o Estado já fez até hoje. O banco já pagou mais de duas vezes o valor em dividendos ao Tesouro, sem contar os benefícios que trouxe como fomentador de empresas, que geraram impostos. Com uma diretoria eminentemente técnica – são funcionários de carreira do banco os indicados Ricardo Hingel, Jorge Krug Santos, Leodir Araldi, Oberdan de Almeida, Suzana Cogo e Jorge Loureiro –, mais o servidor da Fazenda Julio Brunet –, Gonzaga afirma que não haverá grandes mudanças na gestão: – A instituição precisa manter seu alinhamento, continuidade. As últimas gestões foram profissionais, do mais alto nível de qualidade, o que é de conhecimento da sociedade gaúcha pelos resultados que o banco vem auferindo nos balanços. E Gonzaga já vai avisando que os contratos de patrocínio com Inter e Grêmio que estão em vigor devem ser mantidos.Porto Alegre, RSZH 2014Marta Sfredo: Banrisul não é jabuticaba, diz futuro presidenteZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-noticias-economia-marta-sfredo-banrisul-nao-e-jabuticaba-diz-futuro-presidente-4681251Change0Usable