Greve

Funcionários da CEEE fazem protesto na Avenida Padre Cacique

Cerca de 100 trabalhadores bloquearam parcialmente o trânsito contra corte de benefícios

04/04/2014 | 12h19

Pouco mais de 100 funcionários da CEEE fizeram uma manifestação na manhã desta sexta-feira, na Avenida Padre Cacique, em frente ao Estádio Beira-Rio. A EPTC informou que a rua foi bloqueada no sentido bairro-centro, mas que, poucos antes do meio-dia, já havia sido liberada.

Greve na CEEE eleva risco de segurança do abastecimento de energia

Um grevista que participava do protesto informou que grande parte dos funcionários voltariam ao trabalho após o horário de almoço, já que a Justiça determina que seja mantido efetivo de 30%. Alguns deles rumaram para a Avenida Bento Gonçalves, onde a EPTC informa que pode haver problemas no trânsito.

Deflagrada na segunda-feira, a greve dos eletricitários pede reajuste salarial de 12%, pagamento de benefícios referentes ao ano passado e aumento no vale-alimentação e maior participação da empresa no pagamento do plano de saúde. Nesta sexta, o grupo decidiu em assembleia manter a greve.

A mobilização dos funcionários da CEEE acendeu a luz amarela no abastecimento de energia do Estado, revelou reportagem de ZH na segunda-feira. O coordenador do fórum de estrutura da Agenda 2020 e presidente dos conselhos de consumidores da CEEE e AES Sul Paulo Menzel avaliou como "risco real, não sei iminente" um possível corte.

O que os eletricitários pedem

Reajuste salarial de 12%
Pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) de 2013
Retomada do plano de cargos e salários
Maior participação da empresa no pagamento do plano de saúde, que teve reajuste de 25% repassado todo para desconto no contracheque
Aumento do bônus alimentação

 
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