A partir de segunda-feira, o policiamento das ruas de Porto Alegre vai receber um efetivo de 200 policiais.
Eles serão colocados em pontos com maior número de assaltos, como nas avenidas Assis Brasil, Protásio Alves e nos bairros Petrópolis, Rio Branco, Bom Fim e Centro.
É um número tímido se comparado ao reforço de 2 mil homens que a cidade recebeu durante a Copa - momento em que era mais fácil tropeçar em um policial do que em um buraco na calçada.
Leia as últimas notícias de Zero Hora
- Foi um período que causou sensação de bem-estar na população - diz Comandante-geral da Brigada Militar, Coronel Fábio Duarte Fernandes, lembrando que durante o período da Copa não houve mudanças significativas nos números da criminalidade.
Cento e cinquenta homens virão do Interior e mais 50 deixarão os afazeres administrativos que cumprem em Porto Alegre e também irão para as ruas. A operação, que deve durar até dezembro, vai se valer de entre oito e 10 policiais dos 15 comandos do Interior.
- Também não podemos desmobilizar todo interior do Estado - lembra Duarte.
O sistema vai funcionar por rodízio, que, segundo o comandante, também vai servir para capacitar os soldados:
- Esse pessoal vem, fica 20 dias e depois teremos um rodízio de 150 policiais. Só então será avaliado as consequências desse sistema.
A BM não divulga quantos policiais trabalham diariamente na Capital.