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A precariedade da segurança pública permite que um exército de presos esteja à solta com o aval de autoridades do Rio Grande do Sul. São 4,8 mil homicidas, traficantes, assaltantes, golpistas e batedores de carteira condenados pela Justiça, que deveriam estar recolhidos em albergue sob controle do Estado. Mas estão nas ruas favorecidos pelo descontrole, por erros e omissões na política prisional ao longo dos últimos anos.
Mortos por alguns desses criminosos, Gabriel, Edison, Federico e Geraldo poderiam estar vivos. Mas hoje são personagens das quatro histórias contadas nesta reportagem especial.
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