Vítimas da violência

Para não morrer, mulheres agredidas se exilam em "casa invisível" na Capital

A partir da história de três abrigadas, ZH conta como é a rotina na Casa de Apoio Viva Maria

Por: Vanessa Kannenberg
16/01/2016 - 10h06min

Existe uma casa invisível em Porto Alegre. Há 23 anos está camuflada no mesmo endereço, anônimo, em um bairro residencial de Porto Alegre. Personagem oculta em reportagens policiais, reúne histórias de quem abriu mão da rotina, da liberdade e dos vínculos afetivos. Recebe mulheres que escolheram ser exiladas para não morrer pelas mãos dos próprios companheiros.

A vida temporária de privações no abrigo municipal Casa de Apoio Viva Maria é contada pelo drama de três vítimas. Duas delas já retomaram suas vidas fora da casa, com os filhos e longe dos agressores. A terceira permanece escondida, à espera de um novo rumo.

Clique na imagem abaixo e conheça o abrigo por meio das histórias de Giovana, Rosane e Paula (nomes fictícios):

 
 
 
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