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Rompimento de barragens

Vale e BHP devem depositar em 30 dias R$ 1,2 bi para medidas em Mariana

Empresas têm o prazo de 90 dias para comprovar que os vazamentos de rejeitos na barragem de Fundão, no distrito de Bento Rodrigues, foram definitivamente estancados

Estadão Conteúdo

Barragens da Samarco romperam em 5 de novembro do ano passado

A Vale informa sobre ação civil pública contra a Samarco, da qual é acionista junto com a BHP Billiton, que determinou, entre outras medidas, o depósito de R$ 1,2 bilhão para acautelar futuras medidas reparatórias em 30 dias.

Além disso, segundo decisão no âmbito da ação que tramita na 12ª Vara Federal de Belo Horizonte, Vale e BHP têm o prazo de 90 dias para comprovar que os vazamentos de rejeitos na barragem de Fundão, no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), foram definitivamente estancados. Também as acionistas da Samarco devem apresentar em seis meses estudos conclusivos, "com o devido aval dos órgãos ambientais", sobre o plano de ação e viabilidade da retirada da lama nas margens do Rio Doce, seus afluentes e adjacências de sua foz, como explica a mineradora em comunicado ao mercado. "

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No comunicado, a Vale afirma que "continuará adotando todas as medidas para assegurar seu direito de defesa dentro dos prazos legais e manterá o apoio à Samarco para que continuem sendo adotadas as medidas de reparação".

Veja a reportagem especial sobre a tragédia em Mariana:

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*Estadão Conteúdo

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