Girl power

Lulu, o aplicativo em que mulheres dão notas para homens, é lançado no país

Em uma semana, ele já está entre os 15 programas mais baixados na iTunes Store brasileira

Atualizada em 22/11/2013 | 21h2320/11/2013 | 14h43
Lulu, o aplicativo em que mulheres dão notas para homens, é lançado no país Reprodução/iTunes Store
App mostra avaliações de homens feitas por usuárias Foto: Reprodução / iTunes Store

Um milhão de mulheres nos Estados Unidos já estão construindo coletivamente um banco de notas acerca de homens com quem já tiveram algum tipo de relação – de amizade ou amorosa. O aplicativo Lulu é criação de uma descendente de jamaicanos e chineses que trabalhava em uma empresa de mobile em Londres e, com o grupo de amigas, decidiu que precisava saber um pouco mais sobre os pretendentes antes de sair com eles. Depois do sucesso no mercado estrangeiro, a empresa entra com uma forte campanha de marketing no Brasil, um público sempre promissor para os negócios em redes sociais. O lançamento oficial só acontece no dia 28 de novembro, mas o app já está disponível gratuitamente nas lojas virtuais GooglePlay e iTunes Store para usuários de Android e iOS.

Funciona assim: a mulher baixa o app no seu smartphone. Ao permitir acesso à sua conta de Facebook, passa a enxergar imediatamente todos os seus amigos que estão na rede social, alguns deles já com notas dadas por outras usuárias. A mulher escolhe (selecionando a foto ou buscando pelo nome) o homem que quer avaliar e responde um questionário com perguntas divertidas – como "Se as piadas dele fossem dinheiro, você estaria..." – e, no final, o sistema calcula uma nota que vai estampada na foto do sujeito na rede.

Tanto as avaliações, quanto as visualizações e demais atividades permitidas pelo programa são totalmente anônimas, identificadas apenas pelo nível de relação com o pretendente (ex-namorada, amiga, ficante) que a usuária selecionou. Os homens não podem escolher entrar no sistema, estão lá automaticamente. Mas podem pedir para serem retirados do banco de dados baixando o app, que identifica o gênero de quem fez o download pelo link com o Facebook. Também é possível pedir pra sair acessando o site do Lulu.

Alexandra Chong, a criadora e CEO do Lulu, diz que a ideia é divertir as mulheres, mas também criar um sistema "que as ajude a tomar decisões mais inteligentes". Nos EUA, a equipe de marketing da empresa visita universidades e faz ações offline para incentivar as usuárias a alimentar a rede. No Brasil, segundo a assessoria de imprensa, deve acontecer o mesmo nos próximos meses.

Para quem já está usando o Lulu, a parte divertida é acompanhar o desempenho dos conhecidos – em maior ou menor nível – no aplicativo. Além do questionário, também é possível atrelar hashtags aos garotos. Elas já são prontas e a mulher só precisa selecionar. As tags são bem humoradas, como #copomeiocheio (para os otimistas), #nãoébabaca, #fazinvejanasinimigas, #filhinhodamamãe, #aiseeutepego, entre outras. Para acompanhar as novas avaliações que chegam para o homem de interesse, é só adicioná-lo aos favoritos.

 
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