Luiz Zini Pires

Futuro do Grêmio de 2017 dependerá do rodízio de Renato

Time precisa unir titulares e reservas e ser competitivo na temporada

Por: Luiz Zini Pires
19/06/2017 - 16h30min | Atualizada em 19/06/2017 - 18h12min
Futuro do Grêmio de 2017 dependerá do rodízio de Renato LUCAS UEBEL/Gremio.net
Foto: LUCAS UEBEL / Gremio.net  

Poupar não é desestruturar. Os grandes clubes europeus, que disputam campeonatosnacionais, taças e copas internacionais numa mesma e competitiva temporada, servem de bom exemplo. 

Não contam com grupos de trabalho gigantes, mas qualificados, e fazem um rodízio racional. Descansam os exaustos de acordo com as ordens dos preparadores físico. Usam reservas.

Mas raramente chamam 11 e fazem todos os titulares ficarem vendo a partida dos camarotes do estádio. Seguem uma lógica. 

O Grêmio errou de estratégia ao chamar um equipe B, quase C, para visitar o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife. Perdeu e aprendeu. Lamenta os três pontos perdidos semanas depois. 

Nos próximas duas semanas, entre Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores, o time de Renato jogará seis vezes. A direção dará prioridade aos dois torneios, ao mata-mata. Certo. 

Mas como o mês é junho, a temporada completa cinco meses, ainda é possível mesclar uma equipe com titulares e os reservas mais qualificados. Deixar as experiências com garotos recém-chegados das categorias de base, ou que militam na turma da transição, para jogos menos decisivos. 

O futuro do Grêmio nas três exigentes competições dependerá de como a comissão técnica, liderada por Renato, promoverá o rodízio. Como fazer, montar e organizar um time mais ou menos competitivo.  

 
 
 
 
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