Educação, ZH 2014, clicRBSZH 2014http://zh.clicrbs.com.br/rs/urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-iatom© 2011-2017 clicrbs.com.br2017-07-25T08:24:20-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:23519047Fies abre inscrições para edição do segundo semestreA partir do ano que vem, regras para obter o financiamento estudantil serão alteradas2017-07-25T08:24:20-03:002017-07-25T08:24:20-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoFies abre inscrições para edição do segundo semestreZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23519047Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-fies-abre-inscricoes-para-edicao-do-segundo-semestre-9852405Fies abre inscrições para edição do segundo semestreA partir do ano que vem, regras para obter o financiamento estudantil serão alteradas2017-07-25T08:24:20-03:002017-07-25T08:24:20-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAs inscrições ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre deste ano foram abertas nesta terça-feira (25). São oferecidas 75 mil novas vagas aos estudantes que procuram um financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. O prazo para as inscrições vai até sexta-feira (28) .As instituições e os cursos ofertados podem ser consultados no site do Fies. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31 de julho, quando também será aberta a lista de espera. Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.Leia maisFies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem a partir de 2018Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroApesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.Porto Alegre, RSZH 2014Fies abre inscrições para edição do segundo semestreZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-fies-abre-inscricoes-para-edicao-do-segundo-semestre-9852405Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-62-milhoes-de-meninas-nao-tem-acesso-a-educacao-no-mundo-segundo-unesco-985231162 milhões de meninas não têm acesso a educação no mundo, segundo UnescoDois terços dos analfabetos no mundo são mulheres, afirma diretora2017-07-24T22:05:39-03:002017-07-24T22:05:39-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAo menos 62 milhões de meninas no mundo não têm acesso a educação, enquanto dois terços dos analfabetos são mulheres, alertou nesta segunda-feira (25), em Santiago do Chile, Irina Bokova, diretora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).Durante uma visita à capital chilena, Irina manifestou sua preocupação pelas dificuldades encontradas pelas meninas para acessar a educação. — A 62 milhões de meninas é negado o direito à educação. Essa é uma das principais causas de exclusão social em muitas comunidades — enfatizou a diretora em uma conferência na Academia Diplomática do Chile.Leia maisCom 75 mil novas vagas, inscrições para o Fies começam nesta terça-feiraMEC adia assinatura de portaria que autoriza dois novos cursos de Medicina no Rio Grande do SulIrina alertou ainda sobre a falta de igualdade educacional entre meninos e meninas em nível mundial: 60% dos países conseguiram alcançar a paridade na educação primária e só 38% na secundaria.As mulheres representam dois terços dos 758 milhões de adultos analfabetos do mundo, o que "prejudica todas as sociedades, freia o desenvolvimento e mina os esforços de paz", acrescentou.A diretora da Unesco participou desta conferência no contexto da "Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável" adotada pela ONU em 2015 e que contempla 17 objetivos com 169 metas de caráter integrado e indivisível que abarcam as esferas econômica, social e ambiental.— A igualdade de gênero é um elemento central da Agenda 2030 — concluiu.* AFPPorto Alegre, RSZH 201462 milhões de meninas não têm acesso a educação no mundo, segundo UnescoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-62-milhoes-de-meninas-nao-tem-acesso-a-educacao-no-mundo-segundo-unesco-9852311Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23323973MEC adia assinatura de portaria que autoriza dois novos cursos de Medicina no Rio Grande do SulFeevale e Unisinos esperam abrir 125 novas vagas ainda este ano, mas dependem do cronograma do Ministério da Educação2017-07-24T17:33:39-03:002017-07-24T17:33:39-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSClaudio VazMEC adia assinatura de portaria que autoriza dois novos cursos de Medicina no Rio Grande do SulZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23323973Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-adia-assinatura-de-portaria-que-autoriza-dois-novos-cursos-de-medicina-no-rio-grande-do-sul-9851848MEC adia assinatura de portaria que autoriza dois novos cursos de Medicina no Rio Grande do SulFeevale e Unisinos esperam abrir 125 novas vagas ainda este ano, mas dependem do cronograma do Ministério da Educação2017-07-24T17:33:39-03:002017-07-24T17:33:39-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério da Educação (MEC) adiou a assinatura da portaria para funcionamento dos novos cursos de Medicina no Rio Grande do Sul, prevista para ocorrer nesta terça-feira (25). As universidades Feevale e Unisinos foram informadas hoje que o evento ficou para o dia 1º de agosto. No entanto, o MEC não confirma a nova data, diz apenas que houve um "problema de agenda".Com a assinatura do documento e publicação da portaria no Diário Oficial, as instituições de ensino estarão autorizadas a dar início às atividades dos cursos. As duas universidades esperam abrir as 125 vagas no segundo semestre deste ano, mas ainda dependem da nova agenda do MEC. A seleção dos estudantes será feita pelas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).— A gente está com tudo pronto para abrir o curso. Contratamos professores, fizemos investimentos em laboratórios. Mas se der tudo certo na semana que vem, vamos conseguir viabilizar o curso ainda este ano — afirma o diretor da Unidade Acadêmica de Graduação da Unisinos, Gustavo Borba.Leia mais:Ranking de melhores universidades da América Latina tem 3 instituições do RSTRF garante rematrícula de universitária que conseguiu vaga por meio de cotaPrefeitura da Capital corta pré-vestibular gratuito para alunos de baixa rendaSegundo ele, a expectativa inicial era de começar as atividades no começo deste ano, mas o MEC atrasou o processo de liberação. A última etapa antes da autorização definitiva foi uma visita presencial de técnicos do ministério para vistoria da estrutura, o que ocorreu em 24 de abril.A previsão é que, se a portaria for publicada no início de agosto, as aulas possam começar dentro de um mês, com fim do calendário do primeiro semestre em janeiro de 2018. São 65 vagas no campus de São Leopoldo.Na Feevale, os técnicos do Ministério da Educação fizeram a visita presencial no começo de junho deste ano. A pró-reitora de Ensino, Cristina Ennes da Silva, afirma que a instituição está pronta para abrir a seleção dos 60 novos alunos, também por meio do Enem, assim que a portaria for publicada no Diário Oficial.Os valores das mensalidades nas duas universidades ainda não foram definidos.Outra instituição que teve aprovação para abertura de curso de Medicina é a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), em Erechim. No entanto, a vistoria in loco do MEC ainda não foi realizada, o que deve ficar para agosto. A previsão de começo das aulas é para o ano que vem.O edital inicial para vagas em Medicina, dentro do programa Mais Médicos, previa ainda a abertura de um curso em Ijuí, com 50 vagas. No entanto, o Grupo Estácio, que venceu o processo, desistiu da implementação do curso. Um novo edital foi aberto no começo deste mês e o resultado deve ser divulgado em outubro.Quando os quatro novos cursos estiverem em operação, o Rio Grande do Sul passará a contar com 20 opções de graduação em Medicina.Porto Alegre, RSZH 2014MEC adia assinatura de portaria que autoriza dois novos cursos de Medicina no Rio Grande do SulZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-adia-assinatura-de-portaria-que-autoriza-dois-novos-cursos-de-medicina-no-rio-grande-do-sul-9851848Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23171065Instituto Federal recebe inscrições para cursos técnicos e superiores gratuitos: são 116 vagasIngresso ocorre por sorteio ou prova de redação.2017-07-24T14:32:54-03:002017-07-24T14:32:54-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRonaldo BernardiInstituto Federal recebe inscrições para cursos técnicos e superiores gratuitos: são 116 vagasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23171065Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-instituto-federal-recebe-inscricoes-para-cursos-tecnicos-e-superiores-gratuitos-sao-116-vagas-9851572Instituto Federal recebe inscrições para cursos técnicos e superiores gratuitos: são 116 vagasIngresso ocorre por sorteio ou prova de redação.2017-07-24T14:32:54-03:002017-07-24T14:32:54-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) recebe inscrições para o Processo Seletivo Complementar de estudantes para o segundo semestre de 2017. São 116 vagas, em cursos superiores e técnicos de nível médio gratuitos nos campi Alvorada, Bento Gonçalves, Erechim, Feliz, Porto Alegre, Restinga, Rolante e Rio Grande.Leia maisInscrições para o Fies começam amanhãMatrículas de EJA estão suspensas em escolas municipais de Porto AlegreAs inscrições ocorrem exclusivamente pela internet, no site de Ingresso do IFRS, até quarta-feira (26). Não há taxa de inscrição. No mesmo endereço eletrônico, estão os editais com todas as informações do processo seletivo. Curso técnico: a seleção ocorrerá por meio de sorteio público, no dia 28 de julho, no campus que oferece o curso pretendido pelo candidato. A listagem dos classificados mediante o sorteio será divulgada na mesma data, neste site, com o cronograma para matrícula.Curso superior: haverá exame de seleção, com uma prova de redação que ocorrerá no dia 2 de agosto, às 19h, no campus que oferece o curso. O resultado da prova e o cronograma de matrículas serão divulgados no site ingresso.ifrs.edu.brVeja os cursos oferecidos em cada unidade: Campus AlvoradaTécnico em Processos Fotográficos (concomitante ao Ensino Médio), manhã, 6 vagasTécnico em Processos Fotográficos (subsequente ao Ensino Médio), manhã, 2 vagasTécnico em Tradução e Interpretação de Libras (subsequente ao Ensino Médio), tarde, 8 vagasCampus Bento GonçalvesTécnico em Hospedagem (subsequente ao Ensino Médio), tarde, 18 vagasCampus ErechimTécnico em Alimentos (subsequente ao Ensino Médio), noite, 5 vagasTécnico em Logística (subsequente ao Ensino Médio), noite, 1 vagaTécnico em Modelagem do Vestuário (subsequente ao Ensino Médio), noite, 1 vagaCampus FelizBacharelado em Engenharia Química (superior), manhã e tarde, 4 vagasCampus Porto AlegreTécnico em Transações Imobiliárias (subsequente ao Ensino Médio), noite, 14 vagasCampus Restinga (Porto Alegre)Técnico em Guia de Turismo (subsequente ao Ensino Médio), noite, 11 vagasTecnologia em Gestão Desportiva e do Lazer (superior), manhã, 7 vagasCampus Rio GrandeTecnologia em Construção de Edifícios (superior), integral, 4 vagasCampus RolanteTécnico em Agropecuária (concomitante ao Ensino Médio), noite, 6 vagasTécnico em Qualidade (concomitante ao Ensino Médio), noite, 15 vagasTécnico em Qualidade (subsequente ao Ensino Médio), noite, 14 vagasPorto Alegre, RSZH 2014Instituto Federal recebe inscrições para cursos técnicos e superiores gratuitos: são 116 vagasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-instituto-federal-recebe-inscricoes-para-cursos-tecnicos-e-superiores-gratuitos-sao-116-vagas-9851572Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Com 75 mil novas vagas, inscrições para o Fies começam nesta terça-feiraLista de instituições e cursos ofertados foi disponibilizada nesta segunda-feira2017-07-24T10:11:55-03:002017-07-24T10:11:55-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSUnivaliCom 75 mil novas vagas, inscrições para o Fies começam nesta terça-feiraZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-com-75-mil-novas-vagas-inscricoes-para-o-fies-comecam-nesta-terca-feira-9851426Com 75 mil novas vagas, inscrições para o Fies começam nesta terça-feiraLista de instituições e cursos ofertados foi disponibilizada nesta segunda-feira2017-07-24T10:11:55-03:002017-07-24T10:11:55-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAs inscrições para o segundo semestre de 2017 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) começam nesta terça-feira (25) e vão até sexta-feira (28). A lista de instituições e os cursos ofertados já pode ser consultada na página eletrônica do Fies Seleção. No total, 75 mil novas vagas serão oferecidas aos estudantes que procuram financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31, quando também será aberta a lista de espera.Leia maisFies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem a partir de 2018Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroApesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.Porto Alegre, RSZH 2014Com 75 mil novas vagas, inscrições para o Fies começam nesta terça-feiraZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-com-75-mil-novas-vagas-inscricoes-para-o-fies-comecam-nesta-terca-feira-9851426Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17818035Estudantes da UFRGS denunciam fraudes no ingresso por cotas raciaisMovimento de estudantes acredita que cerca de 400 pessoas brancas possam ter fraudado a autodeclaração para ingressar na universidade2017-07-21T19:10:31-03:002017-07-21T19:10:31-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFélix ZuccoEstudantes da UFRGS denunciam fraudes no ingresso por cotas raciaisZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17818035Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-estudantes-da-ufrgsdenunciam-fraudes-no-ingresso-por-cotas-raciais-9849959Estudantes da UFRGS denunciam fraudes no ingresso por cotas raciaisMovimento de estudantes acredita que cerca de 400 pessoas brancas possam ter fraudado a autodeclaração para ingressar na universidade2017-07-21T19:10:31-03:002017-07-21T19:10:31-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm grupo de estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) entregou à instituição de Ensino Superior uma denúncia em que diz reunir centenas de casos de fraude à política de cotas raciais. Na UFRGS, como definido por lei federal, parte das vagas é reservada para pretos, pardos e indígenas. De acordo com o Movimento Balanta, responsável pela denúncia, cerca de 400 pessoas brancas fraudaram a autodeclaração racial e ingressaram na instituição por meio das cotas raciais."Convém ser negro para essas pessoas brancas quando isso possibilita roubar a vaga de estudantes negros, negras e indígenas, entrando na universidade sem ter que enfrentar diariamente com o racismo genocida brasileiro", afirmou o grupo, em uma postagem no Facebook.Leia mais:Aumento de denúncias leva UFRGS a estudar critérios contra fraudes raciaisCom 50% de vagas para cotistas, UFRGS mira diversidadeA Coordenadoria de Acompanhamento do Programa de Ações Afirmativas (CAF) da universidade informa que aumentou, nos últimos meses, o número de denúncias registradas. No início do ano, a Reitoria da UFRGS constituiu uma comissão de estudos sobre possíveis critérios para a verificação da autodeclaração, visando elaborar instrumentos adicionais que possibilitassem garantir a devida destinação das vagas reservadas às ações afirmativas."As denúncias sobre a existência de cerca de 400 alunos da UFRGS, supostamente fraudadores, de iniciativa dos coletivos negros da Universidade, é compreendida como busca de resguardo da política de ações afirmativas e representam a legítima atuação no controle social realizado pelos movimentos sociais, especialmente o movimento negro", informou a instituição.O movimento espera que os alunos denunciados tenham sua matrícula reavaliada. Conforme a UFRGS, o caso será transformado em processo disciplinar encaminhado à ouvidoria da UFRGS, que remete essas denúncias à Pró-Reitoria de Graduação, órgão que estabelece o vínculo dos estudantes classificados no vestibular e no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para esse fim, a universidade informa que constituiu uma comissão para efetivar a apuração das denúncias por meio de processos administrativos individuais — atualmente, seriam oito em andamento.A reportagem tentou falar com representantes do movimento para saber como chegou ao número de fraudes e obter mais informações sobre a denúncia, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria.Porto Alegre, RSZH 2014Estudantes da UFRGS denunciam fraudes no ingresso por cotas raciaisZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-estudantes-da-ufrgsdenunciam-fraudes-no-ingresso-por-cotas-raciais-9849959Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23323973Ranking de melhores universidades da América Latina tem três instituições do RSPUC-RS é a única universidade gaúcha entre as 20 melhores. UFPel e Unisinos também aparecem na lista2017-07-20T11:49:40-03:002017-07-20T11:49:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSClaudio VazRanking de melhores universidades da América Latina tem três instituições do RSZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23323973Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-ranking-de-melhores-universidades-da-america-latina-tem-tres-instituicoes-do-rs-9848227Ranking de melhores universidades da América Latina tem três instituições do RSPUC-RS é a única universidade gaúcha entre as 20 melhores. UFPel e Unisinos também aparecem na lista2017-07-20T11:49:40-03:002017-07-20T11:49:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm ranking divulgado nesta quinta-feira (20) colocou 12 universidades brasileiras entre as 20 melhores da América Latina. A única gaúcha que aparece no top 20 é a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), na 16ª posição. Outras duas instituições de ensino do RS estão no levantamento da revista britânica Times Higher Education (THE).Classificação das gaúchas:16º - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)51-60 - Universidade Federal de Pelotas (Ufpel)61-70 - Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos)Considerado um dos principais rankings internacionais de universidades, o THE avalia as instituições em quesitos como ensino, influência das pesquisas acadêmicas e perfil internacional. O Brasil é o país mais bem colocado, com 32 instituições na lista, sendo 18 entre as 50 melhores. No entanto, no ano passado o desempenho foi melhor: eram 23 universidades no top 50.Leia mais:Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroInadimplência em faculdades privadas foi de 9% em 2016A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), normalmente listada entre as melhores instituições de Ensino Superior do Brasil em avaliações, não aparece no levantamento. Segundo o editor do ranking Phil Baty, para ser incluída na classificação, a universidade precisa repassar um número mínimo de informações para embasar a pesquisa - como número de alunos matriculados, de funcionários, recursos disponibilizados e pesquisas. No entanto, os dados encaminhados foram considerados insuficientes. Na mesma situação está a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).A assessoria da UFRGS disse que a partir deste ano o ranking passou a exigir dados mais detalhados, por área do conhecimento, e a instituição não conseguiu reunir todas as informações a tempo. A universidade disse que considera importante as avaliações internacionais e que vai criar um grupo de trabalho para analisar a demandas por dados.Já a UFSM respondeu a reportagem por meio de nota dizendo que recebeu "confirmação de participação no ranking pela Times Higher Education" e que entrará em "contato com a instituição para averiguar o que ocorreu."10 melhores1- Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Brasil2- Universidade de São Paulo (USP) – Brasil3- Pontifícia Universidade Católica do Chile – Chile4- Universidade do Chile – Chile5- Universidade dos Andes – Colômbia6- Instituto de Tecnologia e Ensino Superior de Monterrey – México7- Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Brasil8- Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Brasil9- Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) – Brasil10- Universidade Nacional Autônoma do México – MéxicoConfira a lista completa no site do THE.Porto Alegre, RSZH 2014Ranking de melhores universidades da América Latina tem três instituições do RSZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-ranking-de-melhores-universidades-da-america-latina-tem-tres-instituicoes-do-rs-9848227Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23190245MEC é autorizado a pegar empréstimo de R$ 800 milhões para financiar reforma do Ensino MédioObjetivo do dinheiro que será repassado pelo Bird é viabilizar a implementação das mudanças no estados2017-07-18T14:31:48-03:002017-07-18T14:31:48-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryMEC é autorizado a pegar empréstimo de R$ 800 milhões para financiar reforma do Ensino MédioZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23190245Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-e-autorizado-a-pegar-emprestimo-de-r-800-milhoes-para-financiar-reforma-do-ensino-medio-9845123MEC é autorizado a pegar empréstimo de R$ 800 milhões para financiar reforma do Ensino MédioObjetivo do dinheiro que será repassado pelo Bird é viabilizar a implementação das mudanças no estados2017-07-18T14:31:48-03:002017-07-18T14:31:48-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério da Educação (MEC) poderá pedir um empréstimo de US$ 250 milhões, o equivalente a quase R$ 800 milhões, ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) para implementação da reforma do Ensino Médio nos estados. O empréstimo foi autorizado pelo Ministério do Planejamento.Entre as principais ações previstas estão a formação de educadores para adaptação dos currículos e o repasse de recursos para reprodução de material de apoio. Também está previsto o auxílio às secretarias estaduais para a transferência de recursos às escolas para implementação do tempo integral.Leia mais:Conheça a Escola do Sesi, que libera eletrônicos e combina disciplinas nas aulas 93% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemática Além disso, os recursos servirão para capacitação de gestores e técnicos para o planejamento das mudanças. A assistência técnica apoiada pelo banco deverá oferecer serviços de consultoria especializados para apoiar o MEC e as secretarias estaduais.O projeto de reforma no Ensino Médio foi apresentado em março deste ano pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, a representantes do Banco Mundial, em Washington. O valor total estimado pelo MEC para as ações a serem realizadas é de US$ 1,577 bilhão.O repasse total está condicionado ao alcance de resultados, que serão acordados entre o MEC e o banco. O ministério não detalhou quais indicadores serão utilizados.O novo Ensino Médio é uma mudança do sistema atual de ensino. Com a flexibilização da grade curricular, a ideia do no novo modelo é permitir que o estudante escolha uma área de conhecimento para aprofundar seus estudos.*AGÊNCIA BRASILPorto Alegre, RSZH 2014MEC é autorizado a pegar empréstimo de R$ 800 milhões para financiar reforma do Ensino MédioZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-e-autorizado-a-pegar-emprestimo-de-r-800-milhoes-para-financiar-reforma-do-ensino-medio-9845123Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23429836Prazo para entrega de documentos do Prouni termina nesta terçaLista de espera foi divulgado no último dia 132017-07-18T10:04:46-03:002017-07-18T10:04:46-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoPrazo para entrega de documentos do Prouni termina nesta terçaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23429836Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-prazo-para-entrega-de-documentos-do-prouni-termina-nesta-terca-9844775Prazo para entrega de documentos do Prouni termina nesta terçaLista de espera foi divulgado no último dia 132017-07-18T10:04:46-03:002017-07-18T10:04:46-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brOs alunos selecionados na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até esta terça-feira (18) para entregar a documentação que comprove as informações prestadas durante a inscrição. O resultado da lista de espera foi divulgado na última quinta-feira (13), e pode ser acessado na página eletrônica das universidades escolhidas.Os candidatos devem comprovar a seleção diretamente com as instituições. A concessão do benefício está condicionada a regular participação e aprovação do candidato, e também à formação de turma no período letivo inicial do curso.Leia mais:Ministério da Educação divulga lista de espera do ProuniO ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de graduação. Podem participar egressos do Ensino Médio da rede pública ou particular, além de estudantes com deficiência e professores servidores.Porto Alegre, RSZH 2014Prazo para entrega de documentos do Prouni termina nesta terçaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-prazo-para-entrega-de-documentos-do-prouni-termina-nesta-terca-9844775Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23454145Governo do RS nomeia 269 professores para escolas estaduaisEducadores foram chamados para suprir vagas após aposentadorias e pedidos de exoneração2017-07-14T14:02:02-03:002017-07-14T14:02:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCarlos MacedoGoverno do RS nomeia 269 professores para escolas estaduaisZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23454145Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-governo-do-rs-nomeia-269-professores-para-escolas-estaduais-9841591Governo do RS nomeia 269 professores para escolas estaduaisEducadores foram chamados para suprir vagas após aposentadorias e pedidos de exoneração2017-07-14T14:02:02-03:002017-07-14T14:02:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO governo estadual publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (14) a nomeação de 269 professores aprovados no último concurso do magistério, de 2013. Segundo a Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul, o objetivo dos chamamentos é repor afastamentos definitivos, como aposentadorias e pedidos de exoneração.Em 2017 foram nomeados 541 professores para as escolas estaduais. O novo chamamento atende 13 regiões do Estado, nas áreas de artes visuais, biologia, dança, educação física, filosofia, física, geografia, história, língua portuguesa, matemática, música, química e séries iniciais.Leia mais:Governo do RS anuncia recursos para obras em 287 escolas estaduaisGoverno gaúcho corta mais de 2 mil turmas nas escolas estaduais Os professores nomeados devem procurar as coordenadorias da educação, em um prazo de até 15 dias, para providenciar exames médicos e a documentação para a posse.Contratos temporáriosSem previsão de realização de novo concurso, a Secretaria da Educação vai abrir, no dia 18 de julho, cadastro temporário para professores e funcionários de escola. A inscrição pode ser feita até o dia 25, nas coordenadorias de educação. Os editais estão disponíveis no site da Seduc. *RÁDIO GAÚCHAPorto Alegre, RSZH 2014Governo do RS nomeia 269 professores para escolas estaduaisZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-governo-do-rs-nomeia-269-professores-para-escolas-estaduais-9841591Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23484367Ministério da Educação divulga lista de espera do ProuniPrograma oferece bolsas de estudo em instituições privadas de Ensino Superior2017-07-13T11:01:46-03:002017-07-13T11:01:46-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoMinistério da Educação divulga lista de espera do ProuniZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23484367Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-ministerio-da-educacao-divulga-lista-de-espera-do-prouni-9840513Ministério da Educação divulga lista de espera do ProuniPrograma oferece bolsas de estudo em instituições privadas de Ensino Superior2017-07-13T11:01:46-03:002017-07-13T11:01:46-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brFoi divulgado nesta quinta-feira (13) o resultado dos estudantes selecionados na lista de espera do Programa Universidade para Todos (Prouni). A lista será usada pelas instituições de ensino na convocação de candidatos para preenchimento de bolsas não ocupadas.Leia mais:Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroInadimplência em faculdades privadas foi de 9% em 2016O resultado pode ser conferido no site do Prouni e nas instituições de ensino. De acordo com o Ministério da Educação, todos os candidatos incluídos na lista terão de comparecer, entre os dias 17 e 18 de julho, às respectivas instituições de ensino para apresentar a documentação para comprovação das informações prestadas na inscrição.O Prouni é um programa do Ministério da Educação que oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) para cursos de graduação em instituições privadas de educação superior. Para participar é preciso ter feito a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter obtido ao menos 450 pontos nas provas objetivas e não ter zerado a redação.*GAÚCHAPorto Alegre, RSZH 2014Ministério da Educação divulga lista de espera do ProuniZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-ministerio-da-educacao-divulga-lista-de-espera-do-prouni-9840513Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23473509Prazo para aderir à lista de espera do Prouni termina nesta segunda-feiraCandidatos devem manifestar interesse no site do programa 2017-07-10T10:55:57-03:002017-07-10T10:55:57-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoPrazo para aderir à lista de espera do Prouni termina nesta segunda-feiraZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23473509Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-prazo-para-aderir-a-lista-de-espera-do-prouni-termina-nesta-segunda-feira-9837445Prazo para aderir à lista de espera do Prouni termina nesta segunda-feiraCandidatos devem manifestar interesse no site do programa 2017-07-10T10:55:57-03:002017-07-10T10:55:57-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brTermina nesta segunda-feira (10) o prazo para estudantes que não foram selecionados nas chamadas regulares do Programa Universidade para Todos (Prouni) manifestem interesse em aderir à lista de espera. As inscrições devem ser feitas no site do programa.A relação dos candidatos participantes da lista de espera será divulgada no dia 13 de julho. De acordo com o Ministério da Educação, todos os candidatos terão de comparecer, entre os dias 17 e 18 do mesmo mês, às respectivas instituições de ensino para apresentar a documentação para comprovação das informações prestadas na inscrição.Leia mais:Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroInadimplência em faculdades privadas foi de 9% em 2016A lista de espera será usada pelas instituições na convocação de candidatos para preenchimento de bolsas não ocupadas.O Prouni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) para cursos de graduação em instituições privadas de educação superior. Para participar é preciso ter feito a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter obtido ao menos 450 pontos nas provas objetivas e não ter zerado a redação.*GAÚCHAPorto Alegre, RSZH 2014Prazo para aderir à lista de espera do Prouni termina nesta segunda-feiraZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-prazo-para-aderir-a-lista-de-espera-do-prouni-termina-nesta-segunda-feira-9837445Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Fies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem ao programa a partir de 2018Quem já está no programa segue com as regras atuais. Mais 75 mil vagas serão oferecidas no segundo semestre.2017-07-07T14:31:58-03:002017-07-07T14:31:58-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSUnivaliFies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem ao programa a partir de 2018ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-fies-novas-regras-vao-valer-somente-para-alunos-que-aderirem-ao-programa-a-partir-de-2018-9835432Fies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem ao programa a partir de 2018Quem já está no programa segue com as regras atuais. Mais 75 mil vagas serão oferecidas no segundo semestre.2017-07-07T14:31:58-03:002017-07-07T14:31:58-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brFoto: Univali / DivulgaçãoAs mudanças anunciadas nesta quinta-feira (6) para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) não afetam a vida de quem já conquistou vaga no programa. Conforme o Ministério da Educação (MEC), as renovações semestrais de quem já tem Fies não mudam os termos do contrato.Leia mais:Novas regras do Fies: 100 mil vagas serão oferecidas com juro zeroInadimplência em faculdades privadas foi de 9% em 2016Para quem ainda deseja o Fies na modalidade atual, a última chance será neste segundo semestre, quando serão oferecidas 75 mil novas vagas em instituições particulares. As inscrições deverão ser efetuadas exclusivamente pela internet, no portal do Fies, entre os dias 25 e 28 de julho. O resultado dos candidatos pré-selecionados para o segundo semestre de 2017 e a abertura da lista de espera ocorrem no dia 31 de julho.Já os estudantes que firmarem contratos a partir de 2018 devem se preparar para o novo Fies. O programa terá três modalidades. Na modalidade 1, haverá oferta de 100 mil vagas por ano a juro zero. Na segunda, serão ofertadas 150 mil vagas para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com juros de até 3% ao ano. A terceira modalidade terá 60 mil vagas para estudantes com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos.Além disso, quem conquistar vaga no Fies a partir do ano que vem terá de pagar o empréstimo com desconto automático na folha de pagamento após terminar o curso e conseguir emprego formal. Fies: compare como é hoje e como vai ficarTIPOS DE CONTRATOComo é hoje: existe apenas um tipo de financiamento, para alunos com renda família per capita de até 3 salários mínimos e juros de 6,5% ao ano.A partir de 2018: haverá três modelos.Modelo 1: renda familiar per capta de até 1 salários mínimos e juro zero.Modelo 2: renda familiar per capta de até 5 salários mínimos e juros de 3%. Voltado para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.Modelo 3: renda familiar per capta de até 5 salários mínimos sem juros definidos ainda.PAGAMENTOComo é hoje: pagamento independe de o recém-formado conseguir um emprego.A partir de 2018: ao conseguir emprego, o ex-aluno terá desconto automático de até 10% do salário.CARÊNCIAComo é hoje: estudante tem 18 meses para começar a quitar o financiamento após o fim do curso.A partir de 2018: a devolução começa quando o recém-formado conseguir um emprego.VALOR FINANCIADOComo é hoje: varia ao longo do curso, seguindo os reajustes das mensalidades.A partir de 2018: o aluno vai saber o valor total da dívida ao assinar o contrato.LIMITE DE MENSALIDADEComo é hoje: valor máximo de mensalidade financiada de R$ 5 mil.A partir de 2018: ainda não estão previstos valores máximos.Diário GaúchoPorto Alegre, RSZH 2014Fies: novas regras vão valer somente para alunos que aderirem ao programa a partir de 2018ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-fies-novas-regras-vao-valer-somente-para-alunos-que-aderirem-ao-programa-a-partir-de-2018-9835432Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-publica-novo-edital-para-implantar-curso-de-medicina-em-ijui-9833885MEC publica novo edital para implantar curso de Medicina em IjuíCom a desistência do Grupo Estácio, município estava sem universidade com autorização para dar início à oferta de 50 vagas2017-07-05T19:25:16-03:002017-07-05T19:25:16-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brIjuí está novamente em busca de uma instituição de Ensino Superior que implemente o primeiro curso de Medicina da cidade. O Grupo Estácio, do Rio de Janeiro, instituição selecionada para instalar a formação no local, anunciou em outubro do ano passado que desistiu de implantar uma faculdade no município por razões "técnicas, financeiras, acadêmicas e logísticas". Com isso, o município do noroeste gaúcho apareceu em edital lançado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (5), de chamamento público para a seleção de propostas de funcionamento de cursos em Ijuí, onde serão oferecidas 50 vagas. Também estão no edital Limeira, em São Paulo (55 vagas), e Tucuruí, no Pará (50 vagas).O município e outras três cidades do Rio Grande do Sul já haviam sido selecionados pelo MEC para receber novos cursos de Medicina. Os pré-requisitos estabelecidos pelo governo incluíam população superior a 70 mil habitantes e não ter ainda formação em Medicina na cidade. Com a desistência do Grupo Estácio, no momento, apenas Ijuí ainda não tem definida a instituição responsável. Leia mais:Novos cursos de Medicina geram expectativa em quatro municípios gaúchosEm meio a contestações, TCU libera edital que criará cursos de Medicina no RSNa época, segundo o MEC, não houve propostas classificadas para assumir o lugar da selecionada em caso de desistência. A Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), com sede na cidade, não teve a proposta aprovada pelo ministério. Com o edital publicado nesta quarta, a Unijuí informou que está avaliando a possibilidade de se habilitar a receber o curso.Nos outros três municípios do Estado, as mantenedoras serão a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo, a Universidade Feevale, em Novo Hamburgo, e a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), em Erechim. Até o final do ano passado, a expectativa era de que as aulas se iniciassem ainda em 2017 nas três instituições, mas nenhuma ainda obteve aval para dar início às aulas. Quando todos estiverem em operação, o Rio Grande do Sul passará a contar com 20 opções de graduação na área. As propostas serão analisadas em quatro fases: análise de admissibilidade, da capacidade econômico-financeira, de mérito das propostas e da experiência regulatória. Selecionados por meio de edital, os municípios se comprometem a oferecer à instituição de Ensino Superior vencedora a estrutura da rede pública de saúde para a implantação e funcionamento de novo curso de graduação em Medicina.O cadastramento das instituições interessadas vai até 19 de julho, pelo Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec). O resultado preliminar será divulgado em 30 de outubro, e o resultado final, em dezembro, com homologação no dia 31 de janeiro de 2018.Como está o andamento dos processos:FeevaleNo início de junho, representantes do Ministério da Educação (MEC) estiveram em Novo Hamburgo para visitar as instalações da área da Saúde da Universidade Feevale e do município. Após a visita, a Feevale recebeu parecer favorável para a implantação do curso de Medicina. A instituição aguarda, agora, a publicação no Diário Oficial da União de um ato autorizativo do curso.Depois de concluído o processo, a universidade passará a ofertar 60 vagas para a formação de médicos. O ingresso se dará por meio de resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A proposta do curso é para turno integral, com duração de 7.550 horas. Os estudantes participarão de atividades práticas desde o primeiro semestre de formação, com atendimento à comunidade na rede de atenção básica. UnijuíA Unijuí informou que está avaliando o edital para se habilitar a receber o curso. A universidade afirmou que irá acompanhar todos os passos do processo e já está preparada para receber o curso, caso seja aprovada.URIA URI informa que já está praticamente pronta para receber o curso e que aguarda a visita da comissão do MEC. O projeto pedagógico e de implantação da graduação em Medicina está pronto desde 2011. Segundo o diretor-geral do campus, Paulo José Sponchiado, a instituição cumpriu todos os quesitos previstos no edital e espera com muita expectativa a autorização. UnisinosO curso de Medicina da Unisinos está sendo planejado e desenvolvido desde 2012. A partir de 2013, alinhou-se à legislação para a abertura da oferta. Após a aprovação de São Leopoldo para sediar uma graduação de medicina, o projeto foi encaminhado, em janeiro de 2015, em resposta a edital específico. O resultado definitivo da aprovação foi liberado em setembro de 2016. A Unisinos utilizou o tempo até o resultado final para adequar seu espaço físico e trabalhar em conjunto com a rede de saúde regional, preparando o acolhimento dos futuros alunos. Atualmente, as aulas, a biblioteca, os laboratórios, o campo de prática (rede) estão prontos para o início das aulas, já contando com docentes contratados. A visita de monitoramento ocorreu em meados de abril, e a universidade agora aguarda o envio do processo ao Conselho Nacional de Saúde para aprovação final e publicação.Porto Alegre, RSZH 2014MEC publica novo edital para implantar curso de Medicina em IjuíZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-publica-novo-edital-para-implantar-curso-de-medicina-em-ijui-9833885Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Nova regra do Fies prevê desconto no salário do recém-formado, diz jornalDesconto deve ser de 30% direto no contracheque. Mudança deve ser anunciada na quinta-feira2017-07-05T10:27:27-03:002017-07-05T10:27:27-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSUnivaliNova regra do Fies prevê desconto no salário do recém-formado, diz jornalZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23007105Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nova-regra-do-fies-preve-desconto-no-salario-do-recem-formado-diz-jornal-9833475Nova regra do Fies prevê desconto no salário do recém-formado, diz jornalDesconto deve ser de 30% direto no contracheque. Mudança deve ser anunciada na quinta-feira2017-07-05T10:27:27-03:002017-07-05T10:27:27-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brEstá previsto para quinta-feira (6) o anúncio do governo de Michel Temer de um novo modelo do programa Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As regras serão mais duras para quem necessita de empréstimo para pagar as mensalidades da faculdade. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. Leia maisInadimplência em faculdades privadas foi de 9% em 2016Novo Fies prevê fim do prazo de carência para pagamentoEstudantes que precisam do financiamento terão de autorizar, no momento da assinatura do contrato, o desconto de até 30% dos salários que receberão após formados, para devolver o empréstimo ao governo. A regra atual dá um ano e meio após a formatura para começar a pagar o empréstimo. Na nova forma, começará mais cedo. O motivo da mudança na cobrança seria a inadimplência dos ex-alunos. Se a pessoa não conseguir emprego após a formatura, o governo ainda terá de definir prazo – que deve ser de alguns meses – para acionar as garantias.Ainda conforme apuração da Folha, em 2018, serão ofertadas em torno de 300 mil vagas pelas novas regras. Para o segundo semestre de 2017, ainda no modelo atual, são cerca de 75 mil.Há outra mudança para 2018: o aluno já saberá o valor total do empréstimo para pagar o ensino superior. Isso porque o contrato será para todo o período. Atualmente, o financiamento é renovado a cada semestre e segue o reajuste das mensalidades.Contatada pela reportagem de Zero Hora, a assessoria do Ministério da Educação não confirmou as informações publicadas pela Folha de S.Paulo e informou que todas as mudanças no Fies serão anunciadas numa mesma oportunidade pela pasta. A data deste anúncio não foi informada.Porto Alegre, RSZH 2014Nova regra do Fies prevê desconto no salário do recém-formado, diz jornalZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nova-regra-do-fies-preve-desconto-no-salario-do-recem-formado-diz-jornal-9833475Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17420361TRF garante rematrícula de universitária que conseguiu vaga por meio de cotaO desligamento da estudante aconteceu depois que a UFPel recebeu uma denúncia de fraude no ingresso por cotas no curso de Medicina2017-07-04T18:32:49-03:002017-07-04T18:32:49-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSNauro Júnior / Agencia RBSTRF garante rematrícula de universitária que conseguiu vaga por meio de cotaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17420361Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-trf-garante-rematricula-de-universitaria-que-conseguiu-vaga-por-meio-de-cota-9832868TRF garante rematrícula de universitária que conseguiu vaga por meio de cotaO desligamento da estudante aconteceu depois que a UFPel recebeu uma denúncia de fraude no ingresso por cotas no curso de Medicina2017-07-04T18:32:49-03:002017-07-04T18:32:49-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu liminar garantindo a rematrícula a uma universitária que foi desligada do curso de Medicina da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) após ter a condição de cotista indeferida pela instituição. Ela havia conquistado o ingresso na universidade após ter se autodeclarado parda. O desligamento da estudante aconteceu depois que a UFPel recebeu uma denúncia de fraude no ingresso por cotas no curso de Medicina. A comissão implantada pela instituição para investigar a denúncia concluiu que ela não tinha requisitos para ocupar a vaga.Leia mais:UFPel desliga 24 estudantes de Medicina denunciados por fraude em cotas Sete alunos afastados da UFPel após denúncia de fraude voltam à universidade Cotas raciais: denúncias levam UFRGS a estudar critérios contra fraudes A universitária já havia cursado três semestres quando o desligamento ocorreu. Ela ajuizou ação para recuperar a vaga, com pedido de liminar para que fosse autorizada a seguir estudando durante o trâmite do processo. Em primeira instância, a liminar foi negada pela Justiça Federal em Pelotas. A estudante, então, recorreu ao TRF4. O relator do caso no tribunal, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, avaliou ser "prudente" permitir que ela permaneça cursando a faculdade durante o processo, uma vez que a universidade aceitou a autodeclaração da candidata e permitiu que ela estudasse na instituição por três semestres na condição de cotista. "A manutenção da discente no curso aparentemente não acarretaria prejuízo grave à instituição de ensino, havendo, em contrapartida, possibilidade de que dano expressivamente maior seja suportado pela agravante se for afastada dos estudos que vem realizando há um bom tempo e, ao final, o desligamento for, eventualmente, julgado indevido", afirmou o relator. Outro lado A UFPel emitiu nota assinada pelo reitor da instituição, professor Pedro Curi Hallal, na qual ressalta que os estudantes desligados do curso de Medicina após as denúncias de irregularidades tiveram "amplo direito de defesa" nos processos administrativos que investigaram a situação dos cotistas. Segundo o reitor, "as decisões da Comissão de Verificação da Declaração do Componente Racial, do Magnífico Reitor à época, e do Conselho Universitário, foram consistentes, no sentido do cancelamento da matrícula dos estudantes". Hallal também disse que está acompanhando os trâmites dos processos por meio da Advocacia-Geral da União (AGU). "[A UFPel] reafirma o seu compromisso com a equidade racial e seguirá lutando diariamente para que as vagas destinadas a estudantes cotistas sejam preenchidas pelos sujeitos de direito", concluiu.Porto Alegre, RSZH 2014TRF garante rematrícula de universitária que conseguiu vaga por meio de cotaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-trf-garante-rematricula-de-universitaria-que-conseguiu-vaga-por-meio-de-cota-9832868Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23456444Por que nossos alunos vão tão mal nas provas de matemática"Analfabetismo" na linguagem dos números e questões distantes da realidade dos alunos estão entre as causas apontadas para o baixo desempenho2017-07-04T17:35:51-03:002017-07-04T17:35:51-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe CarneiroPor que nossos alunos vão tão mal nas provas de matemáticaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23456444Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-por-que-nossos-alunos-vao-tao-mal-nas-provas-de-matematica-9832801Por que nossos alunos vão tão mal nas provas de matemática"Analfabetismo" na linguagem dos números e questões distantes da realidade dos alunos estão entre as causas apontadas para o baixo desempenho2017-07-04T17:35:51-03:002017-07-04T17:35:51-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO primo é o filho da tia ou do tio, certo? Não se estivermos falando de matemática. E talvez seja a falta dessa compreensão, de que estamos sob outro universo de linguagem, que tem levado os estudantes do Rio Grande do Sul — e do Brasil também — a desempenhos tão ruins na disciplina. Leia também:Avaliações do ensino que só apontam problemas são criticados por especialistas93% dos alunos de 1º ano do EM estão abaixo do nível adequado em matemáticaDados do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers) de 2016 demonstraram que 93% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemática. A avaliação aplica provas para aferir a aptidão dos alunos em leitura, escrita e números. Podem participar tanto instituições públicas quanto privadas. Professores e pesquisadores acreditam que os maus resultados não sejam uma equação simples, em que somente a dificuldade de calcular esteja em jogo. Katia Stocco Smole, doutora em educação matemática e diretora do Grupo Mathema, que há 20 anos pesquisa e desenvolve métodos pedagógicos para melhorar a qualidade do ensino da matemática, entende que um dos pontos que podem explicar esse desempenho é a carência de "alfabetização matemática", uma espécie de imersão dos estudantes, desde o início da vida escolar, nos termos, códigos e sinais que garantem o entendimento desses conteúdos. Esse desafio, acrescenta Katia, exige melhor formação dos professores, que atualmente saem das faculdades sem o conhecimento e as ferramentas básicas para ensinar adequadamente e, para piorar, encontram uma rede de educação deficiente e pouquíssimo incentivo ao aperfeiçoamento. — Fora da escola, o tempo de exposição dos alunos a essa linguagem é ainda menor. Então, o professor precisa pensar que, à frente dele, está uma pessoa (o aluno) que não é usuária dessa língua e precisa trabalhá-la na sala de aula, sentir-se um alfabetizador dessa linguagem — ressalta.Mas não se trata de uma missão delegada somente à escola. A família, explica a especialista, não incentiva o contato com a linguagem matemática e isso poderia ser feito por meio de jogos e brincadeiras que aproximem as crianças do universo dos números enquanto se divertem.— A gente sabe que a matemática não é assunto no churrasco de domingo. mas podemos tratar a álgebra, por exemplo, como tratamos o inglês — diz katia, comparando a importância que damos ao aprendizado da língua inglesa.Professora do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática da UFRGS, Elisabete Burigo chama a atenção para outro ponto que pode ajudar a explicar o desempenho pífio nas provas: as questões apresentadas se distanciam da realidade dos alunos, e os problemas em aula não "conversam" com o cotidiano dos estudantes, que acabam se vendo em apuros para interpretá-los. Provavelmente por isso, avalia a professora, tornam-se desinteressantes e pouco desafiadores. — Eles aprendem que têm de dar um número como resposta, mas não participam da construção do problema em si. Assim, não enxergam aquilo como algo que mereça ser analisado — avalia.Elisabete sugere que as escolas apostem em atividades mais dinâmicas, em que as turmas possam aprender a redigir problemas a partir de situações que estejam presentes na realidade em que vivem. Professora de matemática do Ensino Médio na Rede Marista, Ana Elisa Dalpizol percebe que o hábito de exercitar o raciocínio matemático é pouco estimulado nos alunos em todos os níveis e mesmo que o professor tenha todo o empenho em aproximá-los do tema, depara com as deficiências que se arrastam de um ano a outro.— Sem o conhecimento básico, a gente não arranca no conteúdo. Estamos sempre voltando para trás para suprir essa defasagem — conta.— Muitos estudantes têm o primeiro contato com a resolução de exercícios no momento da avaliação, e na matemática, a realização de exercícios é de grande importância, pois assim se pode diagnosticar onde estão as dificuldades a tempo de saná-las. Trabalhar com o erro faz parte da aprendizagem também.Em busca de modelos de ensino mais atrativosMarcelo Viana, diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), entidade que realiza a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), compartilha da ideia de que a falta dessa conexão entre as atividades escolares e a vida prática dos alunos colabora para o cenário desolador que avaliações como o Saers apontam. Ele enumera países como Tailândia, Coreia do Norte e Finlândia para exemplificar como é necessária uma mudança radical na forma como a matemática é ensinada no Brasil. Nesses países, ações efetivas melhoraram o desempenho dos alunos.— Ainda convivemos com práticas antigas e obsoletas, em que a posição do aluno é muito estática na sala de aula — diz.O reflexo desta inércia frente aos resultados, explica Viana, pode ser percebido em todos os setores da sociedade. Negar aos estudantes um ensino de matemática qualificado e eficiente é também retirar deles o direito à cidadania. Esses conhecimentos comprometem o acesso ao mercado de trabalho e relegam nossos alunos das profissões apontadas como as mais bem-sucedidas da atualidade, parte expressiva delas ligada à tecnologia, que, por sua vez, tem tudo a ver com matemática.— Há dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) que mostram que nem 4% dos alunos de 15 anos no Brasil têm a fluência de matemática exigida em profissões tecnológicas. Isso é triste — lamenta.O Colégio Estadual Chico Anysio (Ceca), no Rio de Janeiro, conseguiu fugir dessa realidade revolucionando a forma de ensinar a partir de um projeto-piloto do Instituto Ayrton Senna em que o grupo Mathema foi parceiro no programa de matemática. A instituição adotou o modelo de educação integral em tempo integral. Mas não só isso. Os alunos trabalham o aprendizado cognitivo (conteúdo das disciplinas obrigatórias como português, matemática, geografia, história etc.) de forma combinada com o desenvolvimento de competências socioemocionais, e os professores levam os estudantes a desenvolver, em sala de aula, colaboração, responsabilidade, criatividade, abertura para o novo, pensamento crítico e comunicação.Essas competências da base comum são agrupadas por áreas de conhecimentos, levando os professores das áreas a trabalharem juntos. Os alunos mais responsáveis, focados e organizados, por exemplo, aprendem, em um ano letivo, cerca de um terço a mais de matemática do que os colegas que apresentam essas competências menos desenvolvidas. Nessa proposta, há também aulas dedicadas à concepção e à execução de projetos pelo alunos, que trabalham sempre em times, estimulando a criação, a participação ativa e a colaboração entre eles. O colégio se destacou na rede pública estadual por ter alcançado altos níveis de aprendizagem. O número de estudantes com bons resultados em matemática foi 10 vezes maior do que nas outras escolas da rede. Em português, quatro vezes maior. Quase metade dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio foi aprovada em universidades públicas.Recentemente, o MEC divulgou os resultados finais do Enem 2015, e o Ceca teve o melhor desempenho entre as escolas de igual nível socioeconômico (médio baixo) de todo o Estado do Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que o Ceca participou do Enem, pois foi a primeira turma formada integralmente nessa proposta. A pontuação da escola foi 554,05 pontos superior à média das escolas com nível socioeconômico mais alto do Brasil, que foi de 535,98 pontos. Atualmente, além do Chico Anysio, a iniciativa está implementada em cerca de 40 escolas fluminenses e, neste ano, expandiu-se para Santa Catarina, onde 15 escolas já adotam o programa. Uma avaliação de impacto feita a partir dos resultados de aprendizagem alcançados pelo colégio mostrou que, se o C.E. Chico Anysio fosse o padrão em todo o país, o Brasil saltaria da 69ª posição para a 38ª posição no ranking internacional do Pisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e ficaria à frente de países como Estados Unidos (considerando ranking de matemática do Pisa 2015, divulgado em dezembro).Brasil tem agenda de eventos sobre a disciplinaHá esforços importantes. Além da consolidação da OBMEP, que chegou a sua 13ª edição neste ano com 18 milhões de inscritos e abriu a participação para a rede privada, no ano passado, o Congresso aprovou a Lei Ordinária 13.358 que institui o Biênio da Matemática Brasil, que trará para o país, em 2017 e 2018, dois grandes eventos internacionais sobre o tema: a Olimpíada Internacional da Matemática (IMO 2017), em julho, e o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM) 2018, ambos no Rio de Janeiro. A proposta da iniciativa é popularizar o estudo da matemática e trazer experiências e descobertas que estimulem o aprendizado e o interesse pela disciplina.— O que está nos faltando é tomar alguma atitude diante dos dados dessas avaliações. Os pontos fracos já foram identificados, agora, precisamos valorizar a educação suficientemente como fizeram outros países, para torná-la uma prioridade — aposta Viana.Porto Alegre, RSZH 2014Por que nossos alunos vão tão mal nas provas de matemáticaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-por-que-nossos-alunos-vao-tao-mal-nas-provas-de-matematica-9832801Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23454145Levantamento do Inep mostra que professores da rede privada seriam os mais mal pagos Com médias salariais inferiores às praticadas nas redes públicas, o estudo aponta que um professor de colégio particular recebe por mês, em média, R$ 2.599,33 para jornada semanal de 40 horas2017-07-03T21:38:40-03:002017-07-03T21:38:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCarlos MacedoLevantamento do Inep mostra que professores da rede privada seriam os mais mal pagos ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23454145Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-levantamento-do-inep-mostra-que-professores-da-rede-privada-seriam-os-mais-mal-pagos-9832284Levantamento do Inep mostra que professores da rede privada seriam os mais mal pagos Com médias salariais inferiores às praticadas nas redes públicas, o estudo aponta que um professor de colégio particular recebe por mês, em média, R$ 2.599,33 para jornada semanal de 40 horas2017-07-03T21:38:40-03:002017-07-03T21:38:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brMilhões de famílias brasileiras se sacrificam para matricular os filhos em uma escola particular, acreditando que, assim, eles terão acesso a ensino de maior qualidade, a ambientes melhor estruturados e a professores mais qualificados e mais bem-remunerados. Um estudo recém divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação, colocou pelo menos uma dessas presunções em dúvida.Conforme o trabalho, que faz um levantamento inédito sobre a remuneração do magistério brasileiro, os docentes da rede privada seriam os mais mal pagos, com médias salariais inferiores às praticadas nas redes municipais, estaduais e federal. Para uma jornada semanal de 40 horas, um professor de colégio particular recebe por mês, em média, R$ 2.599,33. Na rede pública, a média sobe para R$ 3.335,06. Os números referem-se a 2014.Leia mais:Com professores mais bem pagos entre as capitais, Porto Alegre tem ensino mal avaliado em provas93% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemáticaConforme os dados do Inep, que cruzou informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Censo Escolar, o fenômeno repete-se no Rio Grande do Sul. A remuneração projetada para 40 horas na rede privada seria, de acordo com o estudo, de R$ 2.899,69. Ficaria abaixo da média das escolas públicas (R$ 3.597,54) e seria inferior até mesmo à das escolas estaduais (R$ 3.098,24), habitualmente consideradas referência em termos de salários baixos. O fato de os professores de escolas particulares ganharem menos não surpreendeu especialistas acostumados com a realidade da educação brasileira. O sociólogo Simon Schwartzman, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), observa que há uma desigualdade enorme entre os estabelecimentos particulares, com alguns pagando muito mal seus professores. O ex-presidente do Inep Francisco Soares reforça essa percepção:— A gente costuma associar a escola privada com as escolas de elite, mas é preciso entender que a escola privada é extremamente variada. Tem a escola privada de bairro, que deve estar cobrando mensalidade de R$ 600 ou R$ 700, o que é muito menos do que a prefeitura de Porto Alegre gasta com seu aluno — afirma.Quem também não se mostrou surpreso foi Cássio Bessa, diretor do Sindicato dos Professores das Escolas Particulares (Sinpro/RS). Ele afirma que, a partir da Lei do Piso, que estabeleceu um patamar mínimo de remuneração para o magistério, os ganhos na rede pública deram um salto, principalmente em escolas municipais. Os profissionais da escola particular teriam ficado para trás.— A sociedade desconhece essa realidade. No senso comum, acha-se que o professor da escola particular ganha bem, até porque as escolas são muito bem equipadas, atendem à classe média e alta. Algumas escolas de ponta até remuneram melhor, mas a média da categoria é aquilo que o levantamento do Inep mostra. São dados da Rais, que é o próprio empregador quem alimenta — afirma Bessa.De acordo com números do Sinpro, 40% das escolas particulares gaúchas pagam o piso, que corresponde a R$ 15,68 por hora aula até o 5º ano do Ensino Fundamental (EF), passa para R$ 16,82 nos anos finais do EF e sobe para R$ 22,40 no Médio. Além do salário, Bessa diz que os professores de escolas particulares amargam desvantagens como falta de estabilidade, aposentadoria por fator previdenciário e necessidade de preparar aulas e fazer correções em horas que não são pagas.— São muitas desvantagens em relação ao colega da rede pública. E estamos muito acostumados a ver colegas nossos, dos melhores colégios, pedirem demissão porque passaram em algum concurso municipal — considera.Se o salários são baixos e os professores que têm condições de fazê-lo migram para redes públicas que pagam mais, por que, então, as escolas particulares costumam alcançar resultados superiores nas avaliações do ensino? Uma parte da resposta pode ter a ver com qualidade (não necessariamente dos professores):— O professor da escola privada é o mesmo da escola pública, mas em um ambiente que funciona melhor. A escola particular tem melhor resultado por causa da regularidade, porque a aula acontece todo dia, o professor não falha e, nos casos extremos de pouco compromisso, pode ser excluído — afirma Francisco Soares.Além disso, a escola particular goza de uma grande vantagem, que é poder selecionar alunos melhores e receber estudantes de nível socioeconômico mais elevado, o que, por si só, já garante um bom resultado educacional, como mostram estudos sobre o chamado efeito-família (veja mais abaixo). Os pais que pagam por qualidade de ensino estão, com frequência, oferecendo ao estabelecimento algo valioso: qualidade de aluno.Para Sinepe, dados do instituto não correspondem à realidadeO Sindicato do Ensino Privado do Estado (Sinepe/RS), entidade que representa as escolas particulares gaúchas, afirma que os dados do estudo divulgado pelo Inep não são confiáveis e não correspondem à realidade. Um dos questionamentos diz respeito à carga horária de trabalho utilizada pelo instituto para projetar as médias de remuneração. — A gente sabe que o professor da rede pública tem contrato de 40 horas. Mas, na rede privada, os professores são contratados por hora-aula. O Inep disse que, pelo CPF do professor, localizou o salário na Rais. Só que eles não sabem o número de horas que esse professor trabalha. Na Rais só tem salário. Quero saber como calcularam o número de horas. É uma questão metodológica muito importante — diz Bruno Eizerik, presidente do Sinepe/RS.Outro ponto questionado por Eizerik tem a ver com o fato de o Inep, no cálculo das médias gerais de remuneração, ter incluído também professores sem formação superior. O presidente do sindicato observa que, por lei, não seria possível empregar docentes não graduados e ressalta que eles inexistem nos colégios particulares do Rio Grande do Sul.— Esses professores sem graduação nem poderiam estar aí, porque não podemos tê-los nas escolas. O Inep deve estar pegando creches, escolas infantis, alguma coisa que distorce o resultado final. Na escola privada que tem Educação Infantil, o professor precisa ter graduação. Se não tiver, não é professor.Com esse argumento, Eizerik toma como referência, no estudo do Inep, apenas o dado referente a professores com formação superior. Levando em conta esse critério, a remuneração por 40 horas na escola particular (R$ 3.877,80) ultrapassa a da rede pública em geral (R$ 3.729,54) e a da rede estadual em particular (R$ 3.152,32).— Mesmo que os dados não sejam confiáveis, quando a gente leva em conta os professores graduados, a rede privada gaúcha paga mais do que a rede pública. E, além de receber mais, o professor da escola privada tem uma série de benefícios que os professores da escola pública não têm: plano de saúde, desconto em pós-graduação, desconto para filhos — explica Eizerik.Zero Hora questionou o Inep sobre os pontos levantados pelo Sinepe. Com relação à carga horária dos docentes, o instituto afirma que os dados são provenientes da própria Rais, acrescentando que "conforme o manual da Rais, divulgado pelo Ministério do Trabalho, na página 29, item B.5, (...) o empregador deve informar a carga-horária semanal do contrato de trabalho com o empregado". No que diz respeito à formação dos professores, o Inep informou que seu estudo inclui profissionais de todas as etapas da Educação Básica, incluindo a Educação Infantil. "Com relação à informação da formação dos professores, os dados são do Censo da Educação Básica, informado pelos próprios declarantes. Nos caso das escolas particulares, o diretor é responsável pela informação prestada ao Inep", observa o instituto.Efeito família x efeito escola*— A escolaridade dos pais, que é um indicador de nível socioeconômico, ajuda a prever o desempenho escolar do estudante, mostrou levantamento do pesquisador Simon Schwartzman.— A escola também faz diferença: um aluno de escola estadual cujo pai tem pós-graduação terá desempenho melhor do que um colega com pai que não estudou, mas estará no mesmo patamar de um aluno de colégio privado cujo pai só foi até a 4ª série.— Uma criança de nível socioeconômico baixo, que em geral tem um pai com baixa escolaridade, já partirá em desvantagem. Além disso, tenderá a estudar em uma escola estadual, de menos recursos, o que ampliará ainda mais a sua distância em relação ao aluno de nível socioeconômico elevado e escola privada.*O levantamento do pesquisador Simon Schwartzman teve como base os resultados do Enem 2013, revelando que o desempenho dos estudantes está diretamente relacionado com a escolaridade dos pais, mas a qualidade da escola também conta pontos.Porto Alegre, RSZH 2014Levantamento do Inep mostra que professores da rede privada seriam os mais mal pagos ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-levantamento-do-inep-mostra-que-professores-da-rede-privada-seriam-os-mais-mal-pagos-9832284Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-embaixada-americana-oferece-intercambio-estudantil-gratuito-para-jovens-da-rede-publica-9831848Embaixada americana oferece intercâmbio estudantil gratuito para jovens da rede públicaPrograma Jovens Embaixadores recebe inscrições até 9 de agosto2017-07-03T16:54:44-03:002017-07-03T16:54:44-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brJovens de 15 a 18 anos que estudam na rede pública de ensino podem se candidatar ao Programa Jovens Embaixadores 2018, um intercâmbio estudantil de três semanas nos Estados Unidos. A iniciativa é da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil e recebe inscrições até 9 de agosto.Leia maisConsulado dos EUA em Porto Alegre reduzirá gastos para quem vai fazer o vistoSaiba como funciona por dentro o consulado dos EUA em Porto AlegreDe acordo com a Embaixada, estão convidados a participar jovens que "são exemplos em suas comunidades por meio de sua liderança e voluntariado, excelência acadêmica e conhecimento da língua inglesa". As inscrições podem ser feitas no site do concurso. Há um pré-cadastro a ser feito e os que forem aprovados nessa etapa precisam complementar a inscrição com a documentação que será solicitada.O programa existe desde 2002 e já levou mais de 500 jovens brasileiros para a terra do Tio Sam. Os parceiros nessa iniciativa são o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) e as Secretarias Estaduais de Educação, a rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos e as empresas FedEx, MSD, Microsoft, Bradesco, IBM e a Boeing Brasil.Diário GaúchoPorto Alegre, RSZH 2014Embaixada americana oferece intercâmbio estudantil gratuito para jovens da rede públicaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-embaixada-americana-oferece-intercambio-estudantil-gratuito-para-jovens-da-rede-publica-9831848Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23450640"Não acredito em greve que meia dúzia decida", diz Helenir Schürer, presidente reeleita do CpersProfessora conseguiu se eleger para novo mandato na quinta-feira passada (29) com 55% dos votos2017-07-02T21:30:14-03:002017-07-02T21:30:14-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCarol Ferraz"Não acredito em greve que meia dúzia decida", diz Helenir Schürer, presidente reeleita do CpersZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23450640Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nao-acredito-em-greve-que-meia-duzia-decida-diz-helenir-schurer-presidente-reeleita-do-cpers-9831406"Não acredito em greve que meia dúzia decida", diz Helenir Schürer, presidente reeleita do CpersProfessora conseguiu se eleger para novo mandato na quinta-feira passada (29) com 55% dos votos2017-07-02T21:30:14-03:002017-07-02T21:30:14-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brHelenir Aguiar Schürer, 63 anos, ampliou o apoio entre os professores estaduais e conseguiu se eleger pela segunda vez para o comando da direção-geral do Cpers, um dos maiores sindicatos da América Latina. Para os próximos três anos de mandato, ela prevê mais tranquilidade em aprovar as propostas e levar à prática ações que considera fundamentais para a credibilidade da entidade frente aos educadores e à sociedade. Isso porque garantiu o voto de 55% dos eleitores no último pleito, enquanto que, na eleição que a colocou pela primeira vez no cargo, ganhou com 38%.Leia mais:Helenir Schürer é reeleita para a presidência do Cpers/SindicatoQuem estava à frente das chapas que disputam as eleições do CpersFormada em Letras pela Faculdade Dom Bosco, de Santa Rosa, Helenir já atuou na direção do núcleo de Santana do Livramento e em gestões anteriores da direção central. Com mais de 30 anos de sindicato, promete mobilizar a categoria contra as reformas de Temer e Sartori e batalhar pelo cumprimento por parte do governo gaúcho do piso nacional. Em entrevista a ZH, ela comentou os desafios que tem pela frente e como pretende se posicionar diante de temas fundamentais à categoria, como remuneração e greves.Das coisas que ficaram para trás no seu primeiro mandato, o que será prioridade agora?A grande prioridade é evitar a aprovação dos pacotes do governo Sartori na Assembleia Legislativa. Essa é a número um: atacar qualquer projeto que venha para nos tirar direitos. A segunda é estabelecer uma negociação com o governo para discutir salário. Vamos para quatro anos em que o governo não apresentou nenhuma proposta salarial, e não preciso nem falar o que isso significa para o nosso salário, uma defasagem hoje de 82,42%. Então, precisamos, sim, retomar a negociação. Conseguimos cumprir todas as nossas propostas da eleição anterior, a não ser o piso. Retomamos a questão pedagógica. Fizemos mostras pedagógicas, em que as escolas dos núcleos apresentaram projetos que estão sendo desenvolvidos nas escolas. No primeiro ano, foram quase 200 inscritos e, no ano passado, quase 300. Queremos mostrar para a sociedade o que a escola pública está produzindo. Foi extremamente gratificante. Ocupamos, logo depois da Feira do Livro de Porto Alegre, o mesmo espaço (do evento literário) na Praça da Alfândega com a mostra. Nossa grande satisfação foi ver que a maioria não acreditava que se tratava de escola pública, pela qualidade dos trabalhos. Isso nos deixou muito felizes e com a certeza de que mostrar isso é o caminho certo. A escola pública, para ser defendida, tem de mostrar sua qualidade, mas, infelizmente, ela só é pauta na mídia quando uma escola é assaltada, ou por algum fato violento. Ela aparece só como tragédia. Tem muita coisa boa que saiu das quatro paredes da escola. Inclusive, os cinco trabalhos mais significativos foram apresentados no Encontro Internacional de Educação, na Costa Rica, no ano passado. Foi muito gratificante ver professores de outros países querendo conhecer e ver o que nossas escolas desenvolveram.A senhora credita parte da sua reeleição a isso?Acho que sim, e todo mundo está pedindo a continuidade. Em agosto, provavelmente, já começarão as inscrições para a mostra deste ano.Teremos greve neste ano? Qual é sua opinião sobre o uso desse mecanismo como forma de reivindicação?Ainda acreditamos que a greve deve ser o último recurso. Na eleição anterior, ganhamos com 38% dos votos, e tivemos uma oposição que durou esses três anos. Isso nos prejudicou muito para desenvolver greves mais bem construídas. Na primeira que fizemos, tivemos alguns boicotes que diminuíram a possibilidade de fazermos aquilo que acreditamos. Não acredito em greve que meia dúzia decida. A greve real é aquela feita na base da escola, em que as escolas param. Temos de continuar discutindo. Acho que agora teremos mais tranquilidade porque, dos 42 núcleos, vencemos em 25. Talvez a gente tenha uma gestão mais tranquila, com mais diálogo.Internamente, como a senhora pretende unir a categoria, apesar das correntes políticas diversas dentro do Cpers?A própria oposição dizia que nós não tínhamos a maioria porque havíamos nos eleito com 38%. Bem, agora, tenho certeza, pela responsabilidade e pela defesa da democracia que eles têm, que uma direção que se elege com 55% dos votos é maioria. E, com 25 núcleos apoiando a direção central, teremos mais força, porque a nossa visão de sindicato estará em 25 núcleos.Mas de toda forma a oposição segue lá?Sim, mas em menor número. Havia uma maioria, por exemplo, para forçar uma aprovação de greve. Hoje não terá mais.Mas a sua ideia é evitar a greve?Não, não. Mas usá-la como ela deve ser usada, que é como último recurso. Se tu não tens uma greve pronta, não tem a categoria pronta para fazer a greve, isso é suicídio.No ano passado, os alunos se mobilizaram e colocaram na pauta a questão salarial dos professores. Em que medida o movimento estudantil e o Cpers caminharão juntos?Acreditamos que a escola não é uma ilha. A escola tem de ter a comunidade com ela. No ano passado, quando entramos em greve, foi uma surpresa muito grande ver os alunos se mobilizarem e ocuparem as escolas. E havia qualidade nessas ocupações. A auto-organização das ocupações foi algo que me chamou muito a atenção. A gente conseguiu não somente com os alunos, mas com os pais, trabalhar muito em conjunto, observando aquela experiência. Tudo o que acontece na educação tem de ser um acúmulo. Os nossos alunos estão questionando, buscando outra forma de educação. Se temos a consciência de que precisamos mudar — não mudar com essa proposta do governo federal (a reforma do Ensino Médio), que acho uma perda fantástica para a educação — essa contribuição pode ser uma semente de transformação das escolas, ouvindo os alunos e os pais.Durante a campanha, seus adversários criticavam a sua postura diante dos ataques do governo à categoria. Consideravam que a senhora deu respostas muito brandas. O que a senhora tem a dizer sobre isso e como será sua postura frente ao governo do Estado no segundo mandato?Olha, eu sou uma educadora. Tu jamais vais me ver sendo grosseira ou mal-educada com alguém, e vale para o Cpers também, porque cada vez que a gente se movimenta, os alunos estão vendo ali seus professores. Então, todas as minhas ações vão até o limite daquilo que o aluno pode fazer. Bem, foi uma direção tão branda, tão frágil que recebeu 55% de aprovação da categoria.Como a senhora avalia a atuação do atual secretário de Educação, Ronald Krummenauer? Como tem sido o diálogo com ele sobre as reivindicações da categoria?Quem está na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) hoje é a Agenda 2020 (Krummenauer é ex-diretor-executivo da Agenda 2020). Nossa categoria conhece muito bem o que é a Agenda 2020 desde o governo Britto (Antônio Britto, governador do Estado entre 1995 e 1998). É um secretário cuja fala é de um empresário: fazer parcerias público-privadas para todas as questões da educação. Ele não consegue responder sequer à falta de professores. Nós não temos ali um educador com quem a gente consegue conversar sobre educação. Claro, temos a professora Iara Wortmmann (secretária-adjunta), que entende. Temos ela ali para assuntos da educação.O sindicato é contrário a parcerias público-privadas na educação?Quero saber que tipo de parceria público-privada será. A educação não pode ser tratada como empresa. A educação é, em primeiro lugar, um comprometimento, um ato de paixão, não no sentido de vocação missionária, mas é um ato de paixão. Quando se tenta fazer um tipo de parceria público-privada com empresário, que a gente sabe que o grande objetivo é lucrar, não dá certo. Não venham com fórmulas prontas. Já temos aí esta porcaria para o Ensino Médio, não foi um educador que fez.Qual seu recado ao governo do Estado?Vamos vir muito mais mobilizados, muito mais organizados, porque agora podemos dizer que teremos maioria para dirigir o sindicato.Alguma proposta sua foi derrubada por conta dessa oposição e que será retomada agora?Os temas de mobilização, por exemplo. Estamos na praça desde novembro do ano passado e, em alguns núcleos de oposição, as pessoas sequer sabiam que tem esses projetos na Assembleia. Isso atrapalha muito, faz com que a categoria não venha para a luta, porque ela não sabe o que está acontecendo. A desinformação foi a grande arma da oposição e essa estará em menor grau nos núcleos.Há uma crítica, e não só ao Cpers, mas a outros sindicatos, de que essas entidades viraram extensões de partidos políticos. A senhora vê isso no Cpers?Acho que já foi assim. Nas últimas gestões, isso ficou muito claro. A gente tentou acabar com isso, porque estava muito forte, ou tu eras simpático a um determinado partido ou tu nem eras considerado um lutador. Estou há 33 anos no sindicato, sou da velha guarda, e a nossa velha guarda tem grupos de pensamento — não especificamente de partidos — diversificados e que querem levar o sindicato dentro dessa visão. O Cpers é plural. Acho que não tem outro sindicato que tenha tantas pessoas filiadas a tantos partidos diferentes. Se a gente for apostar em levar a política partidária para dentro do sindicato, vamos esfacelá-lo. Temos de ter um único norte: a pauta de reivindicações da categoria. Passamos toda a campanha apresentando propostas para a categoria, enquanto outros traziam a pauta política dos partidos. Sou filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), mas temos em nossa direção gente filiada ao PDT, ao PP... porque, para nós, o partido político não é o essencial. Estaremos caminhando lado a lado com todos aqueles que defenderem a pauta do sindicato.Porto Alegre, RSZH 2014"Não acredito em greve que meia dúzia decida", diz Helenir Schürer, presidente reeleita do CpersZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nao-acredito-em-greve-que-meia-duzia-decida-diz-helenir-schurer-presidente-reeleita-do-cpers-9831406Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17527076Helenir Schürer é reeleita para a presidência do Cpers/SindicatoCandidata da Chapa - Cpers Unido e Forte terá mais um mandato de três anos à frente da maior entidade sindical do sul do Brasil2017-06-29T21:35:51-03:002017-06-29T21:35:51-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFélix ZuccoHelenir Schürer é reeleita para a presidência do Cpers/SindicatoZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17527076Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-helenir-schurer-e-reeleita-para-a-presidencia-do-cpers-sindicato-9829242Helenir Schürer é reeleita para a presidência do Cpers/SindicatoCandidata da Chapa - Cpers Unido e Forte terá mais um mandato de três anos à frente da maior entidade sindical do sul do Brasil2017-06-29T21:35:51-03:002017-06-29T21:35:51-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brVenceu a situação na eleição do Centro dos Professores do Estado Rio Grande do Sul (Cpers/Sindicato), realizada na terça (27) e na quarta-feira (28): a atual presidente, Helenir Aguiar Schürer, da Chapa 2 — Cpers Unido e Forte, conquistou um mandato de mais três anos à frente da maior entidade sindical do sul do Brasil. Às 15h desta sexta-feira (30), quando o total de urnas apuradas era de 92%, Helenir tinha 55% dos votos, contra 38% da segunda colocada, a ex-presidente Rejane Silva de Oliveira.Aos 63 anos, a canoense Helenir exibiu na campanha, como conquistas de seu primeiro período na presidência, as melhorias nas condições financeiras do sindicato, com acerto de dívidas e prestação de contas online, e ações na área pedagógica, como as mostras de trabalhos escolares. Leia mais:Quem está à frente das chapas que disputam as eleições do CpersOposição se une para disputar eleição no CpersCriticada por seus oponentes por manter uma postura "branda" em relação ao governo estadual, ela promete ser implacável com o Piratini. Para amenizar divergências dentro da entidade, Helenir, que já dirigiu um núcleo em Santana do Livramento e hoje vive em Porto Alegre, pretende ampliar as discussões com a base.– Quero agradecer a nossa categoria. Essa vitória foi o resultado de um trabalho que a gente desenvolveu por três longos anos. Vamos continuar nessa construção de um sindicato respeitado, forte, que se aproxima cada vez mais da base, com uma discussão pedagógica, corporativa e de direitos dos trabalhadores – disse a presidente reeleita.Além de Rejane, que esteve à frente do sindicato por dois mandatos, de 2009 a 2014, e concorreu pela Chapa 1: A Categoria em Primeiro Lugar, Unida para Lutar – Oposição, Helenir disputou a eleição com Lucas Cortozi Berton, da Chapa 4: Construção pela Base – Por um Cpers Organizado pela Base e de Luta pelo Socialismo, e Tânia Mara Magalhães Freitas, da Chapa 5: Lutar Sempre.Porto Alegre, RSZH 2014Helenir Schürer é reeleita para a presidência do Cpers/SindicatoZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-helenir-schurer-e-reeleita-para-a-presidencia-do-cpers-sindicato-9829242Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23436576Conheça a Escola do Sesi, que libera eletrônicos, adota métodos próprios e combina disciplinas nas aulasDiferente do modelo convencional, instituição libera uso de eletrônicos, adota métodos próprios e combina variadas disciplinas nas aulas2017-06-27T22:13:28-03:002017-06-27T22:13:28-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMateus Bruxel / Agência RBSConheça a Escola do Sesi, que libera eletrônicos, adota métodos próprios e combina disciplinas nas aulasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23436576Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-conheca-a-escola-do-sesi-que-libera-eletronicos-adota-metodos-proprios-e-combina-disciplinas-nas-aulas-9826978Conheça a Escola do Sesi, que libera eletrônicos, adota métodos próprios e combina disciplinas nas aulasDiferente do modelo convencional, instituição libera uso de eletrônicos, adota métodos próprios e combina variadas disciplinas nas aulas2017-06-27T22:13:28-03:002017-06-27T22:13:28-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brCom cuidado, o robô tem de pegar a abelha e largá-la na colmeia. Depois, é preciso agarrar o mel e, sem derrubar nada, voltar à base. Em mais uma tentativa dos estudantes que programaram a tarefa com pequenas peças de brinquedo, o robô passa reto pela abelha, ignora a colmeia, volta sem o mel e ainda atropela um porco no caminho.Assim foi parte de uma aula de robótica na Escola Sesi de Ensino Médio Albino Marques Gomes, em Gravataí, na semana passada. Inaugurado em fevereiro, o colégio foge ao modelo tradicional de ensino: com uso liberado de aparelhos eletrônicos, aprendizado realizado a partir de situações-problema e busca constante pela autonomia dos estudantes, a proposta é ter alunos motivados e professores capazes de dialogar com as diversas áreas do conhecimento em espaços que proporcionam um ambiente aberto para essas experiências.Mas, de volta ao circuito de robótica, a falha na automação nada mais é do que outra oportunidade de aprender. – Por que não deu certo, ¿sor¿? – quer saber um jovem. Leia também:Pais abraçam escola municipal da Capital em protesto pela falta de professoresTrensurb promove campanha para conscientizar sobre normas de condutaA resposta não é direta: o professor explica novamente a missão e retribui o questionamento, pondera por que fazer daquela forma, se não vale testar outro percurso, talvez mais simples. Propõe algumas opções. Colegas discutem, uns vão para o software de programação, outros reorganizam as peças, tentam descobrir o que deu errado. Alguns ajustes, e logo o robô volta a percorrer a trilha desejada e, desta vez, coloca a abelha no seu lugar. Todos comemoram.O circuito continua com uma série de desafios análogos às missões com que os próprios estudantes têm de lidar. Em busca de soluções para os problemas propostos, eles trabalham cooperação, liderança, uso da tecnologia e uma variedade de conhecimentos obtidos em sala de aula e fora dela. Tudo parte da noção de que, mais do que ensinar e aferir conhecimento, o papel da escola é também preparar seus acolhidos para a profissão, para a universidade e para a vida.– A escola não busca ser tradicional quanto ao aprendizado. Os alunos vão sair daqui e vão para o mundo – explica Anderson Demutti, professor de teatro, que também dá aulas de robótica. Essa visão do conhecimento como um todo culmina em uma eficácia maior para eles. O aprendizado se dá de forma muito natural.Música, teatro, jogos e empreendedorismoA multidisciplinaridade é uma das marcas da escola, que segue um modelo desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) especificamente para o Rio Grande do Sul. Há outras escolas Sesi espalhadas pelo país, e há anos a instituição vem investindo na Educação Infantil e continuada. Mas, em 2014, a partir de um projeto-piloto realizado em Pelotas, o Sesi resolveu apostar também no Ensino Médio. Além de Gravataí e Pelotas, foram inauguradas, nos últimos anos, escolas de Ensino Médio em Montenegro e Sapucaia do Sul. A expectativa é de que sejam abertas outras duas escolas, em Caxias do Sul e em São Leopoldo, até 2020.– A escola adota um viés que motiva o desenvolvimento individual dos alunos com dinâmicas coletivas. Eles têm aulas de música, de teatro, de empreendedorismo – afirma a diretora da instituição, Bianca Visentin. – Trabalham com jogos para desenvolver o raciocínio lógico. Todos têm um notebook à disposição e podem usar seus próprios celulares e tablets para propor novas questões ou resolver as que ficaram pendentes.A proposta se reflete nas dependências da escola. O acesso à rede wi-fi é liberado para todos, e ver os alunos de smartphone em punho não significa que o professor está falhando em manter a atenção deles – ainda que alguns aproveitem para acessar as redes sociais e se distrair durante a aula. As salas são divididas por temas e chamadas ¿ambientes¿: há um para ciências da natureza, outro para linguagens, mais um para ciências humanas e outro para exatas. Números, poemas, mapas colocados pelos próprios alunos se espalham pelas paredes temáticas.A divisão dessas áreas dentro do currículo também não é a tradicional. Estudando em turno integral, os alunos têm o ensino assim dividido: 30% para código e linguagens (português, literatura, línguas estrangeiras, artes e educação física), 20% para ciências humanas (história, geografia, sociologia e filosofia) e 50% para matemática e ciências naturais (química, física e biologia). Ao longo da formação, estão previstas atividades que ajudem os alunos a aprofundar o conhecimento nas áreas para as quais eles se sentirem vocacionados.Para obter vaga, candidatos passam por entrevistas, nas quais são avaliadas a disposição e a capacidade de articulação Foto: Mateus Bruxel / Agência RBSTurmas pequenas e mesas em círculoTurmas pequenas, entre 20 e 30 alunos, dividem-se em salas sem fileiras, mas com mesas dispostas em círculos. A divisão em grupos, acredita a escola, favorece o aprendizado por meio da solução de problemas em conjunto. A maioria dos alunos vem da rede pública e, dos atuais 113 alunos matriculados, 112 não pagam mensalidade. O ensino na escola é gratuito para filhos de trabalhadores da indústria. Assim, pais e mães que trabalham em empresas como Pirelli, GM e Philip Morris, em Gravataí e região, não têm custos. Jovens que não são filhos de industriários também podem candidatar-se, mas, nesses casos, a mensalidade fica em torno de R$ 1,2 mil.– Ter aulas de robótica, teatro e música são coisas que a gente não via em outras escolas. A gente vem para cá e fica até meio deslumbrado – diz o estudante Wesley Padilha, 16 anos. – Tem jovens que gostariam de estar aqui e não puderam. Então, damos muito valor.No início, a escola teve dificuldades para selecionar os alunos. As inscrições começaram em 2016 e estenderam-se até o verão por quatro chamadas – a causa seria o desconhecimento das famílias em relação a um colégio de proposta diferenciada, que sequer havia sido inaugurado. Hoje, há apenas alunos de 1º ano, mas a estrutura poderá receber mais cerca de 200 alunos, de 2º e 3º anos, a partir de 2018 e 2019.Inscrever-se, porém, não é garantia de obtenção de vaga. Os candidatos passam por entrevistas, nas quais são avaliados disposição, capacidade de articulação e potencial para o empreendedorismo. Outra questão fundamental é saber se o jovem e sua família poderão manter-se durante os três anos de ensino em turno integral, sem que seja preciso trocar de escola ou ir atrás de emprego.Alunos controlam os próprios horáriosPassadas essas etapas, é necessário adaptar-se às novidades. Além de todas as mudanças na forma de ensinar, também a rotina na escola é diferente. A diretora Bianca Visentin ilustra um problema encontrado (e solucionado) nos primeiro dias de aula pelos recém-chegados.– Deixamos uma geladeira no refeitório. Logo, eles começaram a levar de tudo e aquilo ficou cheio. Aí vieram me pedir: ¿Ô, sora, tem que esvaziar aquilo ali¿. Solicitaram outra geladeira. Eu disse: ¿A geladeira é aquela ali. Vocês que têm de se organizar¿. Olha agora como está – conta Bianca, mostrando o aparelho limpo e organizado.Outra diferença é que, ao fim das aulas, não se ouvem sinais. A proposta é que os próprios alunos controlem os horários e se dirijam ao ambiente da próxima aula. Não há salas por turmas, como no modelo tradicional. Assim, nada de esperar o professor chegar: é o aluno quem vai em busca do conhecimento.– Os estudantes circulam muito nas dependências do colégio, têm salas-ambiente para aulas de português, biologia, física – destaca a gerente de Educação do Sesi-RS, Sonia Bier. – Estudar, para eles, é também uma tarefa de mobilidade.O resultado é que aprender acaba se tornando uma tarefa que vai além da escola. E os alunos dedicam-se mais ao estudo, até mesmo além das cerca de 10 horas por dia que já passam na escola.A inspiração para esse modelo de ensino, conforme a gerente de educação do Sesi, veio de experiências internacionais: foram avaliados alguns dos sistemas de educação considerados mais eficazes do mundo e, então, foi formulado o currículo da instituição. SAIBA MAISO que há de diferente em relação às instituições convencionaisPara os alunos- Há aulas de música, teatro e robótica. Aborda-se o empreendedorismo.- Em vez de ficarem ¿em recuperação¿, os alunos passam por processos de ¿reconstrução¿. Os conteúdos são constantemente reforçados.- A partir do 2º ano, alunos passam por cursos de qualificação profissional.Para os professores- A maior parte dos 15 docentes trabalha na escola em regime de dedicação exclusiva. É incentivado que eles pensem nas aulas em conjunto.- É garantido tempo, na escola, para que os professores planejem as aulas e trabalhem o desenvolvimento individual dos alunos.Para os pais- Filhos de trabalhadores da indústria são isentos de mensalidade.-Em caso de demissão, há a garantia de um ano de matrícula sem custo.- Com alta adesão, as reuniões de pais mostram um pouco do que os próprios estudantes estão aprendendo, inclusive em aulas como robótica.Na escola-Não há sinal avisando o início ou fim de um período: os próprios alunos organizam-se para ir às salas de aula no tempo certo.-Não há salas por turma: as aulas são feitas em ¿ambientes¿, como o de humanas e o de exatas. Os alunos se deslocam de uma aula para outra.Porto Alegre, RSZH 2014Conheça a Escola do Sesi, que libera eletrônicos, adota métodos próprios e combina disciplinas nas aulasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-conheca-a-escola-do-sesi-que-libera-eletronicos-adota-metodos-proprios-e-combina-disciplinas-nas-aulas-9826978Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:19226659Quem está à frente das chapas que disputam as eleições do CpersProfessores vão às urnas nesta terça (27) e na quarta-feira (28) 2017-06-26T17:43:33-03:002017-06-26T17:43:33-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAdriana FranciosiQuem está à frente das chapas que disputam as eleições do CpersZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:19226659Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-quem-esta-a-frente-das-chapas-que-disputam-as-eleicoes-do-cpers-9825549Quem está à frente das chapas que disputam as eleições do CpersProfessores vão às urnas nesta terça (27) e na quarta-feira (28) 2017-06-26T17:43:33-03:002017-06-26T17:43:33-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm dos maiores sindicatos em número de docentes afiliados da América Latina e um dos mais emblemáticos do Rio Grande do Sul vai às urnas nesta terça (27) e na quarta-feira (28) para definir quem estará à frente das reivindicações da categoria pelos próximos três anos. Para assumir a diretoria central, quatro chapas disputam o apoio de 83,2 mil mil professores. Apesar do número grandioso, a presidente da comissão eleitoral, Nilza Schebella, acredita que o pleito de 2017 conte com a presença de 50% dos associados. Neste ano, a novidade é um projeto-piloto de urnas eletrônicas, que serão colocadas à disposição nas sedes de alguns núcleos para a votação.As chapas apostam em um discurso combativo, de não poupar o governador José Ivo Sartori das mobilizações contra ações do governo como o não cumprimento da lei do piso salarial, o parcelamento de salários e o fechamento de turmas, entre outras. Os grupos de oposição à presidência atual de Helenir Aguiar Schürer acreditam que a forma como a atual gestão articulou as reivindicações não ficou à altura do tratamento dado pelo Piratini aos professores. Helenir tenta se reeleger encabeçando a Chapa 2 — Cpers Unido e Forte, e divide com o governador o alvo das críticas de seu oponentes.— A atual gestão trata o governo de forma branda, não dá a resposta à altura dos ataques que ele faz à categoria — disse Rejane Oliveira, ex-presidente do Cpers entre 2009 e 2014 e candidata da Chapa 1— A Categoria em Primeiro Lugar. Unida para Lutar — Oposição. Leia mais:Rosane de Oliveira: oposição se une para disputar eleição no CpersEvento discute o preconceito e leva drag queen e drag king para a escola Na mesma linha de não dar folga ao governo, a professora de língua portuguesa Tânia Mara Magalhães Freitas, do 24º núcleo de Pelotas, decidiu disputar novamente a diretoria central (ela concorreu em 2014) pela Chapa 5 — Lutar Sempre, ampliando os debates entre as diferentes forças políticas que hoje se destacam no sindicato. O caráter agregador, segundo ela, é o diferencial de seu grupo na eleição.— Para fazermos uma boa luta, temos de ter um bom trânsito entre as correntes internas e respeitar as diferenças — disse.O mais jovem candidato, Lucas Berton, 33 anos, foca seu discurso na valorização das bases e na desburocratização do sindicato. Ele também promete oposição ferrenha ao governo Sartori, inclusive no campo ideológico.— O Cpers perdeu a confiança, em parte, por conta de métodos burocráticos que vão contra as reais reivindicações da categoria. Temos de pensar nossas propostas no chão da escola — diz.A atual presidente, Helenir Schürer, 63 anos, reconhece que há divisões da categoria, mas entende como um desafio para um segundo mandato a busca por maior sintonia entre os núcleos e as correntes políticas dentro do Cpers. Quanto às criticas de que mantém uma postura "branda" em relação ao chamado ataque do governo à categoria, ela rebate:— Sou uma educadora e balizo minhas ações assim. Não sairei quebrando cadeira por aí. Não tomarei nenhuma atitude que eu não concebesse numa sala de aula.Como seus opositores, enxerga no governo falta de habilidade para o diálogo e pouco compromisso com a educação. Quanto ao atual secretário da pasta, Ronald Krummenauer, os discursos de todos os candidatos convergem: é um representante do modo de agir do governo.Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) afirmou que não se manifestaria sobre as eleições do Cpers porque acredita que o tópico trata-se de uma questão interna do sindicato.QUEM CONCORREChapa 1 — A Categoria em Primeiro Lugar. Unida para Lutar - Oposição Candidata: Rejane Silva de OliveiraO grupo, ligado a Conlutas, aposta na experiência da professora Rejane, 55 anos, que esteve à frente do sindicato por dois mandatos, de 2009 a 2014, para recolocar a luta pelo piso salarial como prioridade na pauta da diretoria central, algo que, segundo os integrantes da chapa, foi esquecido pela atual gestão. O caráter de negociação com o governo promete ser mais combativo, visando à reafirmação do Cpers como um sindicato autônomo quanto a governos e partidos. A ideia também é valorizar as negociações salariais, mas mantendo a mobilização da categoria. A pauta da chapa também inclui luta por condições melhores de trabalho para professores e funcionários das escolas e melhorias no aprendizado dos alunos. Outra preocupação é retomar a credibilidade do Cpers frente a sociedade. Rejane aposentou-se neste ano e, antes disso, sempre atuou na Escola Custódio de Mello, no bairro Serraria, em Porto Alegre. Está desde 1982 no magistério e é formada em Pedagogia, com especialização em alfabetização pela Fapa.Chapa 2 — Cpers Unido e Forte Candidata: Helenir Aguiar SchürerAtual presidente do Cpers, Helenir, 63 anos, lança mão de conquistas de seu mandato para se reeleger, entre elas, as melhorias nas condições financeiras da entidade, com acerto de dívidas e prestação de contas online, o que, segundo ela, reforça a participação de associados e as condições de luta do sindicato. Ela também cita ações na área pedagógica, como as mostras de trabalhos escolares, que valorizam a atividade do professor frente à sociedade e melhoram o aprendizado nas escolas. Assim como as chapas de oposição, ela promete ser implacável com o governo, mas reconhece que as negociações não foram cumpridas pelo Piratini. O trabalho também se dará no campo político, mobilizando a categoria para as próximas eleições para o governo do Estado, colocando-se em oposição ao atual governo. Helenir, que já dirigiu um núcleo em Santana do Livramento e hoje vive em Porto Alegre, reconhece divergências dentro da categoria e promete discutir mais com a base para saná-las. Quanto às greves — no ano passado, durante a gestão dela, houve a maior paralisação em 25 anos —, ela acredita que é preciso reorganizá-las e ampliar os debates, inclusive, com mudanças no estatuto. A chapa é ligada a movimentos sociais e a iniciativas como Educadores do Projeto Popular.Chapa 4 — Construção pela Base — Por um Cpers Organizado Pela Base e de Luta Pelo Socialismo Candidato: Lucas Cortozi BertonA principal bandeira da chapa é acabar com o afastamento da categoria do que chama de "chão da escola" e reorganizar a soberania das bases. Lucas concorreu no último pleito. Professor de história, sociologia e filosofia na Escola Alcídes Cunha, em Porto Alegre, ele tem 33 anos e é o mais jovem candidato. Na opinião dele, é preciso mais debates com as bases e mais respeito às decisões da categoria. Outro ponto questionado pelo grupo é a burocratização do Cpers em detrimento de uma aproximação com o dia a dia das escolas. A chapa também critica a maneira como está sendo implantado o Plano Nacional de Educação (PN), que inclui as reformas do Ensino Médio. Como os outros concorrentes, promete um trabalho ferrenho de oposição ao governo Sartori, ressaltando que também fará uma oposição ideológica, porque entende que o governo usa a desculpa da crise política para desqualificar os professores.Chapa 5 — Lutar Sempre Candidata: Tânia Mara Magalhães FreitasConcorrendo pela segunda vez, mas com larga experiência em direções do Cpers, a professora de português da escola Dom João Braga, de Pelotas, Tânia Mara entende que, para enfrentar o governo, não basta negociação, é preciso mobilização da categoria. A chapa, ligada à CUT, em uma concepção mais à esquerda na política, promete ser combativa na luta pelas reivindicações históricas da categoria. Um dos pontos que considera a seu favor é o bom trânsito entre as várias correntes políticas que estão presentes no Cpers. Não concordam com a nomeação de Ronald Krummenauer para a Seduc e temem que as terceirizações dos serviços bata à porta das escolas. Plano de carreira e nomeação de concursados é outra luta que o grupo pretende investir frente ao governo do Estado.QUEM PODE VOTAR— Nestes dois dias, os sócios da entidade elegerão a diretoria estadual do Sindicato e as respectivas diretorias dos 42 núcleos do Cpers. Os educadores poderão votar em seus núcleos ou nas escolas de suas regiões, entre 8h e 22h nas instituições que têm três turnos e, nos demais colégios, nos turnos regulares de funcionamento.— Podem participar da eleição aqueles que tenham ingressado na entidade até 28 de abril deste ano ou reingressado até 28 de março e que estejam em dia com a tesouraria. — Aqueles professores que mudaram suas atividades para outro núcleo também podem participar do pleito, desde que a alteração de endereço tenha ocorrido 60 dias antes da data da eleição. Fora deste prazo, esse eleitores só poderão votar para a direção central.Confira as chapas concorrentes nos 42 núcleos do Estado: bit.ly/42nucleosPorto Alegre, RSZH 2014Quem está à frente das chapas que disputam as eleições do CpersZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-quem-esta-a-frente-das-chapas-que-disputam-as-eleicoes-do-cpers-9825549Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23431277Evento discute o fim dos preconceitos e leva drag queen e drag king para a escola  Mobilização do Colégio de Aplicação, em Porto Alegre, tem como objetivo discutir temas da sociedade atual2017-06-26T14:39:40-03:002017-06-26T14:39:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSOmar FreitasEvento discute o fim dos preconceitos e leva drag queen e drag king para a escola  ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23431277Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-evento-discute-o-fim-dos-preconceitos-e-leva-drag-queen-e-drag-king-para-a-escola-9825397Evento discute o fim dos preconceitos e leva drag queen e drag king para a escola  Mobilização do Colégio de Aplicação, em Porto Alegre, tem como objetivo discutir temas da sociedade atual2017-06-26T14:39:40-03:002017-06-26T14:39:40-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brDo desejo de discutir e desconstruir os estereótipos criados pela sociedade nasceu o tema central da nona edição da Semana de Línguas do Colégio de Aplicação da UFRGS, em Porto Alegre. Aberto oficialmente nesta segunda-feira (26), o evento terá programação para todas as turmas dos ensinos Fundamental e Médio até a próxima sexta.A primeira barreira quebrada foi a cerimônia de abertura: uma drag queen e um drag king participaram de uma performance no saguão da escola, no Campus do Vale. Ao som da música Robocop Gay, dos Mamonas Assassinas, Julha Franz encarnou León Rojas, sob palmas da jovem plateia. O ponto alto da apresentação foi quando León tirou a batina e revelou o macacão de paetê dourado. Nas mãos, uma bandeira do Rio Grande do Sul com as cores do arco-íris — em referência ao símbolo associado ao movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) — animou ainda mais os alunos. Na sequência, Andrew Tassinari desceu rolando — literalmente — a rampa entre o primeiro e o segundo piso da instituição. Usando vestido, salto alto e uma peruca no estilo Amy Winehouse, o aluno de dança se apresentou no meio do saguão. Com os celulares em punho, os estudantes se posicionaram ao redor do artista e aproveitaram para fazer fotos e vídeos. Leia mais:Carlo Rovelli: "A escola deveria aceitar a diversidade dos jovens"Respeito às diferenças começa na escola— Queremos quebrar qualquer tipo de estereótipo para construir uma sociedade mais unida — defendeu Gabriele Carvalho Maia, aluna do 8º ano, durante seu discurso na abertura do evento. Após as apresentações, os alunos aproveitaram para tirar fotos e parabenizar a dupla pela performance. Palestras e bate-papos fazem parte da programação Nascido das discussões em sala de aula, o tema foi construído de forma conjunta por alunos e professores. Ingrid Frank, membro da comissão organizadora da Semana e docente de Língua Inglesa, destacou a importância de trazer para a escola os debates da sociedade: — Essa é a nossa maneira de acolher a pluralidade e a diversidade. Ao longo da semana, os alunos ainda poderão participar de palestras, debates e atividades diferenciadas, como aulas de ciências em inglês, por exemplo.Porto Alegre, RSZH 2014Evento discute o fim dos preconceitos e leva drag queen e drag king para a escola  ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-evento-discute-o-fim-dos-preconceitos-e-leva-drag-queen-e-drag-king-para-a-escola-9825397Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23364006Convocação da lista de espera do Sisu terá início nesta segunda-feiraMinistério da Educação recomenda que estudantes acompanhem convocação junto às instituições de ensino2017-06-26T10:22:39-03:002017-06-26T10:22:39-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoConvocação da lista de espera do Sisu terá início nesta segunda-feiraZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23364006Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-convocacao-da-lista-de-espera-do-sisu-tera-inicio-nesta-segunda-feira-9825229Convocação da lista de espera do Sisu terá início nesta segunda-feiraMinistério da Educação recomenda que estudantes acompanhem convocação junto às instituições de ensino2017-06-26T10:22:39-03:002017-06-26T10:22:39-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA convocação dos candidatos da lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2017 terá início nesta segunda-feira (26). Segundo o Ministério da Educação, a convocação dos estudantes será feita pelas instituições de ensino. Leia maisSisu: MEC divulga resultado da seleção do segundo semestre de 2017MEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017Conheça plataformas para aprender onlineA segunda chamada é aberta aos candidatos que não foram selecionados na primeira fase ou que foram aprovados apenas para a segunda opção de curso. O Sisu é um sistema gerenciado pelo MEC, no qual são oferecidas oportunidades para estudantes que prestaram o Exame Nacional do ensino Médio (ENEM).Nesta edição do Sisu, o número de inscritos somou 935.550 mil pessoas, 64,2 mil a mais que o registrado no mesmo período do ano passado.Leia as últimas notíciasPorto Alegre, RSZH 2014Convocação da lista de espera do Sisu terá início nesta segunda-feiraZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-convocacao-da-lista-de-espera-do-sisu-tera-inicio-nesta-segunda-feira-9825229Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23429836MEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017Os alunos selecionados devem apresentar a documentação nas instituições de ensino a partir desta segunda. Quem não cumprir os prazos, perderá o direito à bolsa2017-06-26T10:01:01-03:002017-06-26T10:01:01-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoMEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23429836Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-divulga-nova-chamada-do-prouni-do-2-semestre-de-2017-9825209MEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017Os alunos selecionados devem apresentar a documentação nas instituições de ensino a partir desta segunda. Quem não cumprir os prazos, perderá o direito à bolsa2017-06-26T10:01:01-03:002017-06-26T10:01:01-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta segunda-feira (26) a segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2017. As informações são do G1.A lista de selecionados está disponível no site. A consulta pode ser feita por nome da instituição de ensino, campus, curso, turno e com o número de inscrição do Enem 2016 e senha. Também é possível saber se o candidato está na lista de espera. Nesta edição, são oferecidas 147.492 bolsas, sendo 67.603 integrais e 79.889 parciais em instituições particulares de Ensino Superior. A seleção é feita a partir do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), levando em conta critérios socioeconômicos da família do estudante.Leia mais:Conheça plataformas para aprender onlineRegras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasOs alunos convocados devem apresentar a documentação nas instituições de ensino a partir desta segunda. Quem não cumprir os prazos, perderá o direito à bolsa.Calendário do Prouni 2017.2:Resultado da segunda chamada: 26 de junhoComprovação de informações: 26 a 30 de junhoPrazo para manifestar interesse em participar da lista de espera: 7 a 10 de julhoPorto Alegre, RSZH 2014MEC divulga nova chamada do Prouni do 2º semestre de 2017ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-divulga-nova-chamada-do-prouni-do-2-semestre-de-2017-9825209Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23429836MEC divulga nesta segunda-feira nova lista de aprovados no Prouni do 2º semestreGoverno não definiu horário para dosponibilizar os resultados2017-06-26T06:41:50-03:002017-06-26T06:41:50-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoMEC divulga nesta segunda-feira nova lista de aprovados no Prouni do 2º semestreZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23429836Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-divulga-nesta-segunda-feira-nova-lista-de-aprovados-no-prouni-do-2-semestre-9825124MEC divulga nesta segunda-feira nova lista de aprovados no Prouni do 2º semestreGoverno não definiu horário para dosponibilizar os resultados2017-06-26T06:41:50-03:002017-06-26T06:41:50-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério da Educação (MEC) vai divulgar nesta segunda-feira (26) a segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2017. O governo não definiu horário para dosponibilizar os resultados.Nesta edição, são oferecidas 147.492 bolsas, sendo 67.603 integrais e 79.889 parciais em instituições particulares de Ensino Superior. A seleção é feita a partir do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), levando em conta critérios socioeconômicos da família do estudante.Leia mais:Conheça plataformas para aprender onlinePlano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasRegras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasOs alunos convocados devem apresentar a documentação nas instituições de ensino a partir desta segunda. Quem não cumprir os prazos, perderá o direito à bolsa.Calendário do Prouni 2017.2:Resultado da segunda chamada: 26 de junhoComprovação de informações: 26 a 30 de junhoPrazo para manifestar interesse em participar da lista de espera: 7 a 10 de julhoPorto Alegre, RSZH 2014MEC divulga nesta segunda-feira nova lista de aprovados no Prouni do 2º semestreZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mec-divulga-nesta-segunda-feira-nova-lista-de-aprovados-no-prouni-do-2-semestre-9825124Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23429643Escola em estado precário tem prédio novo pronto, mas não pode usá-loEstado mantém paralisada obra quase pronta que poderia dar melhores condições para 740 alunos da Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre2017-06-25T23:00:04-03:002017-06-25T23:00:04-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMateus BruxelEscola em estado precário tem prédio novo pronto, mas não pode usá-loZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23429643Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-escola-em-estado-precario-tem-predio-novo-pronto-mas-nao-pode-usa-lo-9825045Escola em estado precário tem prédio novo pronto, mas não pode usá-loEstado mantém paralisada obra quase pronta que poderia dar melhores condições para 740 alunos da Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre2017-06-25T23:00:04-03:002017-06-25T23:00:04-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brFoto: Mateus Bruxel / Agencia RBSO prédio e o ginásio de esportes novinhos despontam atrás da enorme figueira que acolhe o pátio da Escola Estadual de Ensino Fundamental Maria Cristina Chiká. São 18 salas, laboratório, sala de materiais, escadas e corredores com piso de porcelanato, banheiros em cada pavimento e elevador. Um "luxo" que cerca de 740 alunos da instituição de ensino da Lomba do Pinheiro, na Capital, olham todos os dias, mas não podem acessar.Leia também:Plano Nacional de Educação completa três anos com 20% das metas cumpridasCom investimento de R$ 40,5 milhões, governo anuncia escolas que passarão por reformas no RSA obra deveria ter sido concluída em junho de 2015, mas, quando estava quase pronta, parou. Aparentemente, são necessários alguns acabamentos internos, mas o que impede mesmo a escola de transferir suas atividades para a nova sede é a falta de energia elétrica. Uma rede adequada precisa ser instalada para abastecer o prédio. É o que todos aguardam para sair do sufoco imposto há seis anos à rotina escolar.No edifício precário onde atualmente funciona, o colégio — um dos mais centrais do bairro — faz uma dança das cadeiras para acomodar os estudantes. Nos dois pavimentos de concreto, são seis salas, todas com algum problema de infraestrutura. A sala dos professores é depósito de materiais, arquivo morto e biblioteca, resumida a exemplares acomodados em um armário. Há um banheiro feminino, outro masculino e um de uso dos professores, e a secretaria divide o já modesto espaço com o Serviço de Orientação Educacional (SOE).— Se temos de tratar um assunto mais delicado com algum pai ou aluno, o pessoal da secretaria tem de sair para garantirmos privacidade — conta a vice-diretora Tatiane Carvalho, 38 anos.Não bastasse isso, a casa do PM residente abriga os alunos do primeiro ano, deixando a escola, encravada numa região de disputas entre facções do tráfico de drogas, desguarnecida. No pátio, estão dois símbolos do quanto a instituição só esteve como prioridade nos discursos das autoridades: duas salas de aula volantes, permanentemente provisórias, onde os professores mal têm condições de se movimentar em frente ao quadro. A ventilação é precária, e a umidade já deforma as paredes — que são nada mais do que aglomerados com uma camada finíssima de cimento e pintura. As duas estruturas estão ali há três anos, sob a promessa de que a escola teria suas atividades transferidas para o prédio novo. Os dias de chuva do começo do mês comprometeram ainda mais as peças nas quais nove turmas do Ensino Fundamental se revezam em atividades.Salas de aula volantes são símbolo do quanto a instituição só esteve como prioridade nos discursos das autoridades Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBSVida escolar sem recreaçãoA obra de aproximadamente R$ 3 milhões que repousa — e se deteriora — ao lado da Cristina Chiká resolveria muito mais do que a organização dos espaços. Sem um ambiente adequado, a escola precisou mudar o cronograma de aulas, dividindo os alunos em três turnos sem intervalos. Os estudantes têm atividades ou das 7h30min às 11h, ou das 11h às 14h30min ou das 14h30min às 18h, adaptação exigida nos tempos em que se anunciou o estudo de solo da obra e o fim das brizoletas, estruturas que abrigavam as aulas na área onde fica a futura sede. Desde então não há recreio, porque o pátio, ocupado pelas duas salas volantes e com uma área interditada por conta do prédio inacabado, ficou sem espaço. — Isso me dói muito. Temos alunos que nunca tiveram recreio desde que vieram para cá — conta Tatiane.As aulas de educação física ocorrem sem bolas ou jogos coletivos e se transformaram em treinos de coordenação motora e equilíbrio e jogos de tabuleiro. Nesse dia a dia de improvisos, não é raro ter de juntar turmas — mesmo de níveis diferentes — por conta de goteiras, telhas quebradas e rachaduras. Na segunda-feira pós-feriado de Corpus Christi, a professora Nilda Souza buscava manter a atenção de alunos do 3º e 4º anos, amontoados em uma sala. Preferiu juntar as turmas a ficar na sala volante tomada pelo cheiro de mofo e umidade.— É difícil, mas tem de ter fé na educação. Tenho fé que esse ainda é meu talento — conformava-se.Seduc promete prédio pronto em até 90 diasProcurada pela reportagem, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) manifestou-se somente por meio de sua assessoria de imprensa. A pasta informou que, para finalizar as obras na Escola Estadual de Ensino Fundamental Maria Cristina Chiká, será feito um termo aditivo de R$ 27 mil no contrato com a empresa vencedora da licitação, e a execução do serviço deverá ser concluída em até 90 dias. No projeto de 2013 não estava previsto, segundo o órgão, a criação de uma "subestação" de energia. A CEEE não confirma que seja necessária uma subestação, porque precisa receber a solicitação da demanda para avaliar o que será preciso fazer. A Seduc garantiu que a instalação elétrica da escola será contemplada no novo cronograma de obras, anunciado no dia 14 pelo governador José Ivo Sartori, a ser executado a partir do segundo semestre deste ano.Outra obra "para breve"No início do ano letivo, outra escola despontava no universo de 93 instituições de ensino estaduais da Capital que aguardavam por obras estruturais. No Lami, a Escola Heitor Villa Lobos, que atende a 170 estudantes do 1º ao 9º ano, começou as atividades deste ano em salas improvisadas e com o prédio principal interditado. Em novembro de 2016, um temporal destelhou o pavilhão onde funcionavam três salas de aula, secretaria, sala dos professores, sala da direção e cozinha, e não houve providências até então.Enquanto a reforma não começa, os materiais no prédio interditado se deterioram. Além de classes e cadeiras, mobiliário da sala dos professores, instrumentos musicais e outros equipamentos foram perdidos pela ação do tempo. A Seduc informou que em 20 dias ocorrerá o início das obras na escola. A reforma da cobertura é tratada como demanda emergencial e terá custo de R$ 111 mil.Porto Alegre, RSZH 2014Escola em estado precário tem prédio novo pronto, mas não pode usá-loZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-escola-em-estado-precario-tem-predio-novo-pronto-mas-nao-pode-usa-lo-9825045Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23424807Conheça plataformas para aprender onlineVárias oferecem cursos em português e certificados válidos2017-06-23T17:10:18-03:002017-06-23T17:10:18-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoConheça plataformas para aprender onlineZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23424807Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-conheca-plataformas-para-aprender-online-9823603Conheça plataformas para aprender onlineVárias oferecem cursos em português e certificados válidos2017-06-23T17:10:18-03:002017-06-23T17:10:18-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brOs MOOCs – Cursos Online Abertos e Massivos na tradução para o português – são uma opção para quem busca se aperfeiçoar em conhecimentos de áreas específicas para desenvolvimento profissional ou apenas por interesse pessoal no assunto. Alguns têm data de início e outros são self-paced, o que quer dizer que você faz no ritmo que quiser, sem necessidade de cumprir um cronograma.As certificações válidas para currículo são pagas na maioria das plataformas, mas nada impede que você inclua os cursos na sua lista de conhecimentos e habilidades. Quer tentar um curso e aprender uma coisa nova? Conheça as plataformas mais populares:Coursera Foto: Reprodução / Coursera- Tem 26 milhões de usuários- 29 países estão associados, incluindo o Brasil. São seis instituições brasileiras: Universidade de São Paulo (USP), Fundação Instituto de Administração (FIA Business School), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Fundação Lemann, Insper e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)- 2.183 cursos no totaledX Foto: Reprodução / edX- 12 milhões de estudantes de todos os países do mundo. São 430 mil estudantes só do Brasil- Há dois cursos em português: Parcerias Público Privadas para o Desenvolvimento: Implementando Soluções no Brasil e Liderando o Desenvolvimento Sustentável das Cidades. - Além do inglês, cursos também são ministrados em espanhol, mandarim, francês, japonês, turco, holandês, coreano, alemão, híndi e russo. São 1.604 cursos no total.- Nem todos oferecem certificados, mas os que oferecem dão a possibilidade de imprimir em casa ou validar online mediante pagamento de taxa.Miríada X Foto: Reprodução / Miríada X- Tem 3 milhões de usuários- Em maioria, instituições da América Latina, Espanha e Portugal são associadas. Entre as brasileiras, as gaúchas Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) disponibiliza um curso básico de química geral I, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) oferece quatro cursos, nas áreas de engenharia de produção, processadores Multicore, marketing e responsabilidade social. Já a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) ministra um curso de inovação orientada pelo design. - Seis cursos são em português. No total, são 580 cursos.- Certificados de participação e superação são simbólicos, mas é possível comprar o certificado oficial e validado.Udacity Foto: Reprodução / Udacity- 30 cursos em português voltados para tecnologia- Há cursos gratuitos, mas nesses só é possível assistir as aulas e fazer os exercícios em casa. Nos cursos pagos, há a correção dos exercícios, revisão de projetos e certificação oficial.VEDUCA Foto: Reprodução / Veduca- O acesso aos cursos é gratuito, mas para ter um certificado validado há cobrança de taxa.Porto Alegre, RSZH 2014Conheça plataformas para aprender onlineZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-conheca-plataformas-para-aprender-online-9823603Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-com-investimento-de-r-40-5-milhoes-governo-anuncia-escolas-que-passarao-por-reformas-no-rs-9823411Com investimento de R$ 40,5 milhões, governo anuncia escolas que passarão por reformas no RSAo todo, 298 escolas de 169 municípios serão contempladas2017-06-23T16:50:04-03:002017-06-23T16:50:04-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA partir de segunda-feira (26), começa o repasse de R$ 40,5 milhões para obras de infraestrutura em escolas do Rio Grande do Sul. Serão contempladas 298 escolas da rede pública de ensino, e os investimentos poderão incluir desde grandes reformas até pequenas ampliações. A previsão é de que o prazo para a transferência de recursos, por depósitos, entre na conta até 30 de junho. A lista de escolas contempladas pode ser conferida no site da secretaria.De acordo com o governo, as diretorias em 169 municípios terão autonomia para aplicar os recursos, no valor de R$ 150 mil para cada escola, sem a necessidade de licitação por parte da secretaria estadual – apenas com as coordenadorias regionais de Educação (CREs) e de Obras Públicas (CROPs). Leia mais:Em cada 10 alunos, nove têm problemas com matemática no Ensino MédioPNE completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasA expectativa é de que até o final de 2018 sejam entregues mais de 600 escolas reformadas. Os critérios técnicos para a escolha da destinação dos recursos obedecem a demandas com projeto e orçamento prontos, apontamentos do Ministério Público, pesquisa do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Seap/Saers), demandas de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) com projeto entregue por empresa terceirizada e aprovado pelos Bombeiros e demandas de obras represadas desde 2014.— O objetivo é melhorar o ambiente escolar, contribuindo para aumentar a qualidade do ensino público, pois o atendimento ao estudante gaúcho é o nosso foco — afirma o titular da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), Carlos Antônio Búrigo.O anúncio sobre o investimento, que usa recursos disponibilizados a partir de financiamento do Estado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bird), foi feito pelo governador José Ivo Sartori na semana passada.Conforme a Secretaria Estadual da Educação, para receberem os recursos, as escolas não podem ter sido contempladas por recursos do Bird 2016 as obras não podem exceder a R$ 150 mil . Nos próximos dias, os diretores participarão de oficinas para capacitação da utilização adequada dos recursos, como fiscalização e acompanhamento das obras.Porto Alegre, RSZH 2014Com investimento de R$ 40,5 milhões, governo anuncia escolas que passarão por reformas no RSZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-com-investimento-de-r-40-5-milhoes-governo-anuncia-escolas-que-passarao-por-reformas-no-rs-9823411Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:21104296Plano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasValorização dos professores é considerada um dos gargalos do ensino no Brasil2017-06-22T08:28:36-03:002017-06-22T08:28:36-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMateus BruxelPlano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:21104296Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-plano-nacional-de-educacao-completa-tres-anos-com-apenas-20-das-metas-cumpridas-9822318Plano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasValorização dos professores é considerada um dos gargalos do ensino no Brasil2017-06-22T08:28:36-03:002017-06-22T08:28:36-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brApós três anos de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE), apenas seis das 30 metas e estratégias que deveriam ter sido cumpridas até 2017 foram alcançadas total ou parcialmente. O número representa 20% do total, o que significa que quatro em cada cinco metas não foram atingidas. O balanço é do Observatório do PNE (OPNE), uma plataforma formada por 24 organizações parceiras, coordenada pelo movimento Todos Pela Educação.O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de 10 anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. As estratégias preveem aumento do investimento, melhorias em infraestrutura e valorização do professor. O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais oito têm prazos intermediários, que já venceram. A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.Leia mais:93% dos alunos estão abaixo do nível adequado em matemática40% dos municípios do RS descumpriram meta de universalizar pré-escola Na avaliação da presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, o principal entrave para o cumprimento do PNE é a falta de um plano estratégico que estabeleça uma ordem de execução das metas. Para ela, os governos federal, estaduais e municipais deveriam ter traçado uma estratégia de execução para definir o que deve ser feito primeiro.— O plano não coloca as metas e as estratégias em uma ordem para que a gente consiga fazer com que ele seja realmente executado e cumprido. Algumas metas são gargalos para outras, é preciso definir quais deveriam ser cumpridas antes para que outras avancem e quais metas vão impedir que as demais sejam cumpridas — aponta.Para a pedagoga Anna Helena Altenfelder, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), o balanço dos três anos do PNE é preocupante:— Ainda mais se levarmos em consideração que as metas são articuladas e o sucesso de uma depende da execução da outra. Temos que pensar no plano como um todo.Valorização dos professoresEntre as metas consideradas fundamentais para o avanço da educação no país e que não foram cumpridas, algumas dizem respeito à valorização dos professores, considerada um dos gargalos para o avanço do ensino. A meta 18, por exemplo, estabelece que devem ser assegurados planos de carreira para os profissionais da Educação Básica e Superior públicas, tomando como referência o piso salarial nacional. Segundo o Observatório, não há iniciativas em curso em âmbito federal.— Com um bom professor, em uma escola com um bom diretor e bem gerida, com infraestrutura adequada, você consegue andar com várias metas [previstas no plano] — diz Priscila.Ela também cita como exemplo a meta que prevê a melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador criado pelo Ministério da Educação (MEC) para medir a qualidade do ensino em diferentes etapas. A avaliação do Observatório é que apenas a meta do 5º ano do Ensino Fundamental foi cumprida, enquanto os anos finais dessa etapa e o Ensino Médio ainda estão em um patamar muito baixo:— Essa meta do Ideb não vai acontecer se não melhorarmos a formação dos professores. O maior determinante para a aprendizagem de alunos é a qualidade do professor.A valorização da carreira docente também é apontada pela superintendente do Cenpec como fundamental para o sucesso do restante do plano. — Se queremos uma educação de qualidade, não se pode pensar nisso sem a valorização da carreira docente, que passa pelas condições de trabalho, pela carreira do professor e pela formação — destaca Anna Helena.Educação infantilUma das metas do PNE determina que todas as crianças de quatro a cinco anos deveriam estar matriculadas na escola até 2016. Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), que são de 2015, mostram que a taxa de atendimento nessa faixa etária é de 90,5%. O cumprimento real da meta só poderá ser aferido quando a Pnad 2016 for divulgada, mas o relatório da Observatório destaca que o percentual de 9,5% restante representa cerca de 500 mil crianças dessa faixa etária fora da escola.— Se a criança não entrou na Educação Infantil, ela vai ter mais dificuldades de se alfabetizar. Não se alfabetizando, ela não vai conseguir aprender tudo aquilo que ela deveria. Não aprendendo, ela vai abandonar a escola antes do tempo. É uma reação em cadeia — explica Priscila.No Brasil, a Educação Infantil é responsabilidade dos municípios. Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Aléssio Costa Lima, a garantia da matrícula de todas as crianças nesta etapa de ensino depende de políticas públicas de inclusão social, uma vez que quem está fora da escola nessa faixa etária são moradores de periferias de centros urbanos ou de lugares distantes, com difícil acesso:— Teremos que ter um conjunto de políticas articuladas que venham a garantir a questão da inclusão.O PNE prevê também que o investimento público em educação deve ser ampliado para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2019 e para 10% até 2024. O presidente da Undime destaca que a ampliação de recursos para a educação é fundamental para o cumprimento das metas restantes. Para ele, o modelo atual de financiamento, que ocorre principalmente por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), não é suficiente para atender as necessidades do setor:— É preciso assegurar novas fontes de investimentos porque a melhoria da qualidade e a ampliação da oferta, como está colocado em muitas metas, isso não se faz sem acréscimo de investimentos.ExpectativaEntre as metas que já foram cumpridas no PNE estão a formação de um fórum permanente para acompanhar o piso salarial do magistério público na educação básica e a divulgação de resultados pedagógicos de indicadores educacionais.Outra meta alcançada, embora com atraso, foi a que estabeleceu o encaminhamento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A proposta foi encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE) em abril deste ano, quando o prazo inicial era até 2016. Também foi considerada cumprida parcialmente a meta que determina que os estados e municípios deverão elaborar seus planos de educação, com metas próprias para seus sistemas. Apenas dois estados e 14 municípios ainda não sancionaram seus planos.A Agência Brasil procurou o MEC para um posicionamento sobre o cumprimento das metas do PNE, mas a pasta ainda não respondeu às perguntas da reportagem, e informou que irá se manifestar nos próximos dias.Com o avanço ainda lento do plano, a presidente do Todos pela Educação diz que tem uma perspectiva pessimista quanto ao cumprimento da lei até 2024:— A gente já perdeu muito tempo. A falta desse planejamento estratégico fez com que a gente não conseguisse dar uma certa ordem na execução do plano. Então ficamos sem prioridade nenhuma.Para Anna Helena, é preciso uma ampla mobilização da sociedade para que o país avance no cumprimento das metas:— O PNE deve ser uma discussão de todos, não só das áreas especializadas. Ele precisa ser discutido nas escolas, pelos alunos, pelos professores, pelas famílias, pela sociedade como um todo, porque o plano fala sobre a escolha que estamos fazendo para o futuro do nosso país.Porto Alegre, RSZH 2014Plano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-plano-nacional-de-educacao-completa-tres-anos-com-apenas-20-das-metas-cumpridas-9822318Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:19687864Nova norma do EAD deve permitir expansão de pequenas instituições por parceriasA medida também retira a exigência de autorização prévia para polos de educação a distância2017-06-21T22:15:02-03:002017-06-21T22:15:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPexelsNova norma do EAD deve permitir expansão de pequenas instituições por parceriasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:19687864Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nova-norma-do-ead-deve-permitir-expansao-de-pequenas-instituicoes-por-parcerias-9822178Nova norma do EAD deve permitir expansão de pequenas instituições por parceriasA medida também retira a exigência de autorização prévia para polos de educação a distância2017-06-21T22:15:02-03:002017-06-21T22:15:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA nova portaria do Ministério da Educação para o EAD deve permitir a expansão de pequenas instituições privadas de ensino por meio de parcerias, conforme avalia o diretor executivo do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), Rodrigo Capelato. Além de retirar a exigência de autorização prévia para polos de ensino a distância, a medida passou a permitir que uma instituição de ensino credenciada no EAD ofereça cursos em parceria com outras.Para Capelato, essa pode ser uma forma de faculdades reconhecidas por sua especialidade em alguma área do conhecimento expandirem sua atuação para além da região onde estão presentes fisicamente. Assim, uma faculdade forte em Saúde na capital paulista, por exemplo, poderia ter um braço de EAD em parceria com outra do Interior.Leia mais:Regras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MECMais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática Hoje esse tipo de relacionamento entre companhias de educação diferentes no EAD é mais frágil, diz ele. Grandes grupos costumam abrir polos de ensino a distância por meio de parceiros, mas não há normalmente envolvimento desse parceiro na parte acadêmica, apenas cessão da estrutura física.– Deve acelerar o surgimento de novos modelos de ensino a distância, mais híbridos, que combinem aspectos do ensino presencial e que tenham diferenciais para os alunos – conclui Capelato.Para o executivo, o surgimento de novos modelos de EAD é importante para que esses novos entrantes no setor tenham um diferencial ante o modelo hoje adotado por grandes grupos.– Hoje existe basicamente só um modelo de EAD em que se concorre em função de preço – criticou. – Nesse modelo, não há como competir.Pesquisas apontam que os preços de mensalidades no ensino a distância têm caído nos últimos anos como reflexo dos ganhos de escala e da concorrência entre os líderes do setor. De acordo com a consultoria especializada Hoper Educação, o valor de referência para mensalidades no EAD era de R$ 347 em 2012 e, em 2017, chegou a R$ 279.O Ministério da Educação permitirá que companhias de ensino privado com notas satisfatórias nas avaliações do governo abram ao menos 50 polos de ensino a distância por ano sem necessidade de autorização prévia. A medida consta de portaria publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU) e pode acelerar a oferta de cursos de ensino superior a distância, mercado importante para grandes grupos como Kroton, Estácio, Ser Educacional e Anima.A novidade trazida pela portaria desta quarta-feira é a definição da quantidade de polos que as empresas poderão abrir. Essas aberturas vão depender do Conceito Institucional da empresa de ensino, uma medida de qualidade usada pelo MEC e que varia de 1 a 5, sendo as notas superiores a 3 consideradas satisfatórias.Porto Alegre, RSZH 2014Nova norma do EAD deve permitir expansão de pequenas instituições por parceriasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-nova-norma-do-ead-deve-permitir-expansao-de-pequenas-instituicoes-por-parcerias-9822178Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17654162Sistemas de avaliação do ensino que só apontam problemas são criticados por especialistasPara professores, exames não estão cumprindo função essencial: alavancar melhorias na qualidade da educação no Brasil2017-06-21T20:20:20-03:002017-06-21T20:20:20-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCarlos MacedoSistemas de avaliação do ensino que só apontam problemas são criticados por especialistasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:17654162Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-sistemas-de-avaliacao-do-ensino-que-so-apontam-problemas-sao-criticados-por-especialistas-9821904Sistemas de avaliação do ensino que só apontam problemas são criticados por especialistasPara professores, exames não estão cumprindo função essencial: alavancar melhorias na qualidade da educação no Brasil2017-06-21T20:20:20-03:002017-06-21T20:20:20-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO desempenho sofrível apresentado pelos estudantes gaúchos na edição mais recente do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers) revela que há um personagem em particular que não está conseguindo atingir os objetivos propostos: o próprio sistema de avaliação. Especialistas observam que, ano após ano, em testes realizados por todo o país, os resultados ruins se repetem, às vezes até com piora, uma clara demonstração de que os exames não estão cumprindo a função primordial de alavancar melhorias na qualidade do ensino.— Fazer avaliações é bom. Mas elas não estão sendo bem usadas, porque as causas dos problemas que revelam não são atacadas — critica Carlos Roberto Jamil Cury, professor de políticas educacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).Leia mais:93% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em MatemáticaJuca Gil, professor da Faculdade de Educação da UFRGS, recorre a uma metáfora médica para descrever a situação: é como diagnosticar repetidamente uma febre e não fazer nada para combatê-la.— Vocês, no jornal, sempre que sai o resultado do Enem ou das avaliações estaduais, são obrigados a requentar a mesma desgraceira. O problema é que essas avaliações são descoladas de políticas de intervenção. Concretamente, o que o governo faz a partir dos resultados? Não faz nada. Ele fica só gastando dinheiro e alimentando o noticiário. Também professora da Faculdade de Educação da UFRGS, Tania Marques ressalta que o sentido de fazer um exame é chegar a um diagnóstico que mostre o que está ruim e precisa mudar. Se depois de testagens recorrentes, realizados ao longo de vários anos, o desempenho dos alunos não evoluiu, isso pode significar duas coisas: ou que as políticas adotadas como resposta pelo governo fracassaram ou que o governo não aplicou política alguma para alterar o quadro.Tania observa que o Saers permite identificar, por exemplo, escolas de condições parecidas e recursos semelhantes, mas com resultados díspares no que diz respeito ao ensino. Um primeiro passo poderia ser investigar como é o trabalho naquelas que se saem bem e replicá-lo nas que se saem mal. Ela não vê isso acontecer.— Acaba emperrando em questões políticas e também no fato de direções e professores se fecharem a discussões de cunho pedagógico. Às vezes, ações muito simples são difíceis de efetivar. Existem poucas escolas, por exemplo, que fazem experiências de docência compartilhada, em que se colocam dois professores no mesmo espaço, de forma que um aprenda com o outro. Isso seria uma primeira ação a tomar — opina.Gargalo no fim do ensino primárioJamil Cury identifica um padrão nas avaliações feitas no país, que se repete nos dados do Saers. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a performance dos estudantes é razoável e tem evoluído. Nos anos finais, piora consideravelmente. Quando se chega ao Ensino Médio, é calamitosa. Ele entende que tais dados mostram que existe um gargalo no fim do ensino primário e indicam o tipo de ação que as políticas educacionais deveriam estar buscando.— Muitos alunos acabam o Ensino Fundamental fora da idade apropriada, sem a devida preparação, e, além disso, a passagem para o Ensino Médio costuma significar uma mudança de escola, de cidade ou de rede de ensino. É óbvio que há um prejuízo para o estudante. Falta buscar uma articulação, uma organicidade, entre os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio, o que poucas vezes é levado em consideração — analisa o professor. * Zero HoraPorto Alegre, RSZH 2014Sistemas de avaliação do ensino que só apontam problemas são criticados por especialistasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-sistemas-de-avaliacao-do-ensino-que-so-apontam-problemas-sao-criticados-por-especialistas-9821904Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23418266Mais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática Dados foram divulgados na tarde desta quarta-feira em Porto Alegre2017-06-21T16:50:02-03:002017-06-21T16:50:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGuilherme JustinoMais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática ZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23418266Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mais-de-60-dos-alunos-do-2-ano-do-ensino-fundamental-na-rede-publica-atingem-indices-adequados-em-portugues-e-matematica-9821708Mais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática Dados foram divulgados na tarde desta quarta-feira em Porto Alegre2017-06-21T16:50:02-03:002017-06-21T16:50:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brSe os dados sobre o Ensino Médio (EM), especialmente em matemática, podem ser considerados trágicos — 93% dos estudantes de escolas públicas têm conhecimento básico ou abaixo disso no 1º ano do EM —, o Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers) aponta que, nos primeiros anos do Ensino Fundamental (EF), o aprendizado não vai tão mal.Leia mais:Pesquisadores criticam corte de turmas nas escolas estaduaisGoverno do RS anuncia recursos para obras em 287 escolas estaduaisNo 2º ano do EF, 61,7% dos alunos alcançaram níveis considerados adequados ou avançados em Língua Portuguesa, e 62,5% apresentaram índices satisfatórios em matemática. O quadro piora conforme os anos de escolaridade avançam. No 6º ano, apenas 27% dos alunos avaliados demonstraram competências adequadas ou avançadas em matemática, e 43% alcançaram esse padrão em português. Já no início do EM, há uma queda brusca: só cerca de 7% dos estudantes apresentaram habilidades adequadas com os números, enquanto 19% atingiram bons índices na língua materna.Para o secretário estadual de Educação, Ronald Krummenauer, a explicação para essa diminuição do conhecimento aferido com o passar dos anos escolares não é só questão de qualidade educacional, mas também de fatores sociais:— Conforme as crianças vão envelhecendo, outros fatores também vão entrando em jogo. Tem a menina que engravida, o adolescente que se envolve com drogas. A evasão também é grande.Krummenauer se declarou constrangido com os resultados apresentados no Saers, especialmente em relação ao aprendizado de Matemática, mas afirmou que a secretaria está trabalhando para melhorar a qualidade do ensino. Foram mencionadas iniciativas já em andamento ou que serão aplicadas no segundo semestre, como maior capacitação de professores, acompanhamento das escolas com maus resultados e monitoramento por parte das coordenadorias regionais.Interrompida desde 2011, a prova foi retomada no ano passado para analisar o desempenho dos alunos no Estado. São avaliadas turmas do 2º e 6º anos do Ensino Fundamental e do 1º ano do Ensino Médio.Promovida pela Secretaria Estadual da Educação (Seduc) em todas as 2,6 mil escolas estaduais, o Saers reúne também instituições municipais e estabelecimentos particulares que aderiram à metodologia de avaliação externa, visando verificar os níveis de aprendizagem de seus alunos. A iniciativa, diferente das avaliações nacionais, é feita somente no Rio Grande do Sul, e considerada pela secretaria como uma ferramenta importante para ajudar o governo e cada estabelecimento de ensino a melhorar os seus índices de aprendizado.Assim como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), do governo federal, o Saers avalia o desempenho de alunos nas áreas de português e matemática. A diferença é que, no Ideb, fazem a prova alunos do 5º e do 9º ano do EF e do 3º ano do EM. Já a avaliação estadual é para 2º e 6º anos do EF e 1º ano do EM. * Zero HoraPorto Alegre, RSZH 2014Mais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática ZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-mais-de-60-dos-alunos-do-2-ano-do-ensino-fundamental-na-rede-publica-atingem-indices-adequados-em-portugues-e-matematica-9821708Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:2341826693% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemáticaDados do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers) de 2016, que não era realizado havia seis anos, foram divulgados nesta quarta-feira (21) em Porto Alegre2017-06-21T15:35:03-03:002017-06-21T15:35:03-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGuilherme Justino93% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemáticaZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:23418266Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-93-dos-alunos-de-1-ano-do-ensino-medio-de-escolas-publicas-estao-abaixo-do-nivel-adequado-em-matematica-982166493% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemáticaDados do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers) de 2016, que não era realizado havia seis anos, foram divulgados nesta quarta-feira (21) em Porto Alegre2017-06-21T15:35:03-03:002017-06-21T15:35:03-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUma avaliação realizada pela própria Secretaria Estadual da Educação (Seduc) pinta um quadro preocupante sobre a situação do ensino público no Rio Grande do Sul: 93% dos estudantes do 1º ano do Ensino Médio estão abaixo do nível esperado para sua escolaridade em matemática.Os números são do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Rio Grande do Sul (Saers), apresentado nesta quarta-feira (21) pelo governo em Porto Alegre. Realizada pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a avaliação consiste em provas destinadas a aferir a aptidão dos alunos com leitura, escrita e números.Leia mais:Mais de 60% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública atingem índices adequados em português e matemática Sistemas de avaliação do ensino são criticados por especialistasGoverno do RS anuncia recursos para obras em 287 escolas estaduaisE quanto a estes últimos, em especial, as notícias não são boas. A falta de conhecimento adequado em matemática é o padrão: no 6º ano do Ensino Fundamental, chega a 73% o total de estudantes incapazes de demonstrar o conhecimento em matemática esperado para a idade. Em português, o total é de 57% e, em ambas as disciplinas, não passam de 5% os alunos com habilidades consideradas avançadas para sua série.— Não há satisfação em relação a esses resultados. Em matemática, o que estamos mostrando é constrangedor — considera o secretário estadual da Educação, Ronald Krummenauer.O alento está nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Chega a 62,5% o total de alunos dentro do padrão adequado em matemática — número inclusive maior do que o de estudantes que demonstraram aptidão dentro ou acima do esperado em português, que somam 61,7%. A questão é que, como mostram os números apresentados pela Seduc, os índices vão caindo conforme avançam os anos escolares.Uma análise da evolução desses números fica comprometida por conta da inconstância da avaliação. Criadas por decreto em 2007, no governo de Yeda Crusius (2007-2010), as provas do Saers deixaram de ser aplicadas na gestão de Tarso Genro (2011-2014). Assim, os últimos resultados disponíveis foram apresentados há seis anos. A ideia do governo, agora, é manter o exame, promovendo sua realização a cada dois anos. A próxima edição está prevista para o final de 2018.Leia mais:Censo mostra que 11% dos alunos do Ensino Médio deixaram a escola em 2014 e 2015Realizado entre os dias 7 e 13 de dezembro do ano passado em todas as escolas estaduais — e também em algumas particulares e federais, que puderam participar para conferir os próprios resultados, mas não estão incluídas nos dados apresentados pela secretaria —, o Saers foi aplicado a 151.952 estudantes. O edital de abertura do exame previa a participação de 249.322 estudantes da rede estadual.— Como as provas só foram aplicadas em dezembro, muitos alunos já estavam em férias — explica Cecilia Furst, diretora de planejamento da Seduc.A demora, além do longo hiato desde a última realização do exame, é explicada porque a primeira empresa escolhida para realizar o Saers foi desclassificada em outubro por não atender todas as exigências do edital. O custo para a realização das provas saltou de R$ 3,2 milhões para R$ 5,5 milhões — pagos, segundo a Seduc, a partir de financiamento do Estado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bird).Diante dos resultados, a secretaria pretende agir. Junto com o balanço do Saers, foram apresentadas propostas como a capacitação de professores, com realização de cursos online, a construção de planos de intervenção nas escolas e o monitoramento dessas ações por parte da pasta. Boas práticas também deverão ser apresentadas como referência.— Apesar de os resultados estarem aquém do esperado, o que não é uma grande surpresa, a novidade é o que vamos fazer com esses números — afirmou o secretário Krummenauer.Para ele, a explicação para números piores nos anos finais da Educação Básica está não só na qualidade do ensino, mas também em questões sociais.— Conforme as crianças vão envelhecendo, outros fatores também vão entrando em jogo. Tem a menina que engravida, o adolescente que se envolve com drogas. A evasão também é grande.Divulgados pela secretaria à imprensa, os dados estarão disponíveis para as escolas a partir de amanhã. Cada instituição terá acesso aos dados individuais de cada aluno que participou da prova. A ideia é que diretoria e professores aproveitem essas informações para reforçar os pontos positivos e corrigir os problemas enquanto ainda há tempo, já que a avaliação é feita em meio à formação estudantil, e não apenas nos anos finais. * Zero HoraPorto Alegre, RSZH 201493% dos alunos de 1º ano do Ensino Médio de escolas públicas estão abaixo do nível adequado em matemáticaZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-93-dos-alunos-de-1-ano-do-ensino-medio-de-escolas-publicas-estao-abaixo-do-nivel-adequado-em-matematica-9821664Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:21231887Regras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasMEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos  2017-06-21T13:54:43-03:002017-06-21T13:54:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStock PhotosRegras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasZH 2014urn:publicid:clicrbs.com.br:21231887Change0Usableurn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-regras-dos-cursos-de-ensino-a-distancia-sao-atualizadas-pelo-mec-confira-as-mudancas-9821595Regras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasMEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos  2017-06-21T13:54:43-03:002017-06-21T13:54:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério da Educação (MEC) publicou nesta quarta-feira (21) portaria que regulamenta o Decreto 9057/2017, com a intenção de ampliar a oferta de cursos superiores na modalidade a distância.Leia maisMansão se transforma em creche pública em Morro ReuterPrêmio RBS de Educação abre inscrições para sua 5ª ediçãoA portaria autoriza o credenciamento de instituições de ensino superior (IES) para cursos de educação a distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EaD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. O objetivo, conforme o MEC, é ajudar o país a atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos. Na mesma linha, as IES públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta EaD – devem ser recredenciadas pelo MEC em até cinco anos após a oferta do primeiro curso EaD.A portaria ainda renova que a oferta de cursos EaD requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento — exceto para as instituições que possuem autonomia — e que todas devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu. O documento detalha, ainda, a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no conceito institucional (CI) mais recente da instituição. As principais mudanças com a portaria- Possibilita o credenciamento de instituições de ensino superior para cursos de educação a distância sem o credenciamento para cursos presenciais.- Instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EaD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial.- As IES públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até 5 anos após a oferta do primeiro curso EaD.- A oferta de cursos EaD requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia.- Todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento — não é permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu.- Criação de polos de educação a distância pelas próprias instituições já credenciadas para esta modalidade de ensino.- As instituições de ensino superior que possuem conceito institucional (CI) 3 poderão criar até 50 polos por ano, as com CI 4 poderão criar 150 e as com CI 5 poderão criar até 250 polos por ano. Elas também podem optar por continuar atuando somente na sede.- As avaliações in loco realizadas pelo MEC passarão a se concentrar na sede das instituições, e não mais nos polos.- Cursos sem atividades presenciais passam a ser permitidos, mas exigem autorização prévia do MEC e visita de avaliação in loco, mesmo para as IES com autonomia.Porto Alegre, RSZH 2014Regras dos cursos de ensino a distância são atualizadas pelo MEC: confira as mudançasZH 2014urn:publicid:zh-clicrbs-com-br-rs-vida-e-estilo-educacao-regras-dos-cursos-de-ensino-a-distancia-sao-atualizadas-pelo-mec-confira-as-mudancas-9821595Change0Usable