Sertanejo ocasional 

"Meu sonho era cantar Evidências em um local público", diz atriz de vídeo no metrô que bombou nas redes sociais 

Zenaide Denardi contou ao Timeline que performance no trem, em São Paulo, teve até história inventada para engajar público 

Por: Zero Hora
18/07/2017 - 11h20min | Atualizada em 19/07/2017 - 09h50min
"Meu sonho era cantar Evidências em um local público", diz atriz de vídeo no metrô que bombou nas redes sociais  Reprodução / Facebook/Facebook
Foto: Reprodução / Facebook / Facebook  

Com mais de 2,2 milhões de visualizações, 56 mil curtidas e 27 mil compartilhamentos em três dias, a atriz Zenaide Denardi viralizou no Facebook um desejo pessoal antigo: cantar a música Evidências, da dupla Chitãozinho e Xororó, no metrô de São Paulo. A dimensão alcançada pela empreitada, publicada na rede social no último dia 15, surpreendeu a paulista:

— Realmente não esperava que isso fosse acontecer desse jeito, mas cantar no metrô era um sonho que eu queria realizar. Se eu soubesse que viraria viral, teria passado mais rimel, colocado uma cinta modeladora — brincou a Zenaide durante entrevista para o programa Timeline da Rádio Gaúcha na manhã desta terça-feira (18).

Segundo Zenaide, a ideia inicial era cantar no corredor que liga as duas linhas do metrô da capital paulista. Até começou ali, mas a reação do público não foi a que ela esperava. 

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— Quando chegou o vagão do metrô, eu disse: vamos cantar dentro do vagão — conta a atriz, que precisou criar uma história para provocar a comoção dos ocupantes do transporte:

— Na realidade, meu sonho era cantar Evidências em um local público, então precisei contar uma historia pra comover o povo, e inventei que estava cantando para conquistar o meu amor.

Zenaide também afirmou que a ação pode ser compreendida como uma forma sua de exercitar uma aproximação maior entre as pessoas.

— Eu acho que tá todo mundo com a cara no telefone, não tem mais relacionamento humano. Fica todo mundo procurando quem está ao redor no celular ao invés de olhar ao redor. As pessoas não se olham mais. Acho que tá faltando um pouco mais de relacionamento humano entre a gente — opina.

Confira a entrevista na íntegra


 
 
 
 
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