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Estudo aponta como será a experiência de viajar daqui a 10 anos

Check-in sem filas, scanners moleculares, aeroportos com piscinas e assentos moldáveis nos aviões são as novidades reveladas pelo relatório Viagens no Futuro 2024

31/07/2014 | 17h04
Estudo aponta como será a experiência de viajar daqui a 10 anos Guto Kuerten/Agencia RBS
Relatório sobre o futuro das viagens foi elaborado por uma equipe de 56 especialistas Foto: Guto Kuerten / Agencia RBS

Como serão as viagens daqui a 10 anos? Para responder a esta pergunta, o Skyscanner, site de pesquisa online de passagens aéreas, hospedagem e aluguel de carros, criou um relatório detalhado sobre o impacto das tecnologias nas viagens da década de 2020, em parceria com The Future Laboratory e uma equipe de 56 especialistas. 

Foram exploradas tecnologias de viagens e comportamentos futuros combinando o conhecimento de um painel de especialistas mundialmente reconhecidos, incluindo o futurista Daniel Burrus, autor de Technotrends: Como usar a tecnologia para ficar à frente dos concorrentes.

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A seguir, confira três grandes mudanças apontadas pelo estudo.

1. Sem filas no check-in e no controle aduaneiro

Em 10 anos, todos os procedimentos de check-in vão demorar segundos. O desenvolvimento das tecnologias biométricas, incluindo o reconhecimento facial e a integração com smartphones e bilhetes eletrônicos irão contribuir para o desaparecimento das longas filas.

Scanners moleculares modernos irão substituir máquinas de raios-X e identificarão composições químicas das bagagens, além de reconhecer itens proibidos 10 milhões de vezes mais rápido do que agora.

Etiquetas digitais vão substituir as etiquetas de bagagem regulares e, futuramente, estas bagagens serão capazes de se comunicar com aparelhos domésticos via wireless, facilitando a troca de informações e serviços.

Segundo Filip Filipov, diretor de B2B do Skyscanner, “no futuro, os aeroportos serão totalmente automatizados e os passageiros assumirão o controle total, eliminando balcões e filas de check-in. As malas poderão ser deixadas na área de alimentação quando os passageiros forem comprar um café, e os smartphones poderão ser usados para monitorar filas e também para escolher o melhor caminho para o portão de embarque. Estes sistemas futuros, juntamente com cartões de dados biométricos – que substituirão os passaportes – vão propiciar aos viajantes uma experiência muito mais eficiente, agradável e rápida”.

Tecnologias biométricas facilitarão check-in
Foto: Guto Kuerten, Agência RBS

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2. Mais entretenimento nos aeroportos

Hoje, aeroportos são considerados lugares maçantes durante a espera de voos, mas essa visão vai mudar radicalmente. Até 2024, na maioria deles (hoje em dia, são poucos), os viajantes poderão passar o tempo no cinema, em uma exposição de arte, praticando ioga ou nadando em uma piscina.

A revolução tecnológica incidirá também nas lojas duty-free, que terão paredes de compras virtuais gigantes onde se poderá comprar qualquer item e organizar a entrega em domicílio. Será possível não só verificar as mercadorias de todos os ângulos, mas também tocar e sentir o cheiro.

3. Mais conforto nas aeronaves

As aeronaves estarão adaptadas para maior comodidade do passageiro, com poltronas que se moldarão ao corpo, feitas com material semelhante à espuma com memória usada pelos astronautas, e sistema de supressão de ruído, que acabará com a necessidade do uso de protetores de ouvido.

Classes econômicas e executivas, como conhecemos hoje, não existirão mais. A cabine do avião do futuro será dividida em diferentes zonas. Uma delas permitirá que os viajantes se encontrem para conversar, jogar ou assistir filmes. Outra será reservada para relaxar e dormir.

Os assentos da próxima geração também serão equipados com controle individual de temperatura e centros de entretenimento. Cabines de iluminação inteligente terão lâmpadas que produzem melatonina, eliminando assim o jetlag para sempre. Além disso, o padrão 5G de conectividade fará parte regular do serviço de bordo. Como resultado, a conectividade e velocidade de internet no ar será quase o mesmo que em terra.

Para ler o relatório completo, visite www.skyscanner2024.com

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