Porto Alegre

Obra da trincheira da Avenida Ceará para por falta de pagamento 

A obra já está 90% concluída, e havia expectativa de que o término dos trabalhos poderia ocorrer em dezembro

01/12/2016 - 10h34min | Atualizada em 01/12/2016 - 10h35min
Obra da trincheira da Avenida Ceará para por falta de pagamento  Divulgação/
Foto: Divulgação

A construção da trincheira da Avenida Ceará parou nesta quinta-feira. O motivo é o atraso nos pagamentos da prefeitura de Porto Alegre. Desde esta quinta, 70 funcionários do consórcio formado pelas empresas Conpasul; Sogel; e Toniolo, Busnello deixaram de comparecer ao canteiro de obras e aguardam uma definição em casa. Apenas trabalhos mínimos estão sendo mantidos, como acompanhar a cura do concreto que está sendo aplicado na obra. As informações são da Rádio Gaúcha.

A reclamação é que há várias pendências financeiras que estão se arrastando há dois anos. O coordenador técnico das obras de mobilidade urbana da Secretaria Municipal de Gestão, Rogério Baú, informa que a reclamação de falta de pagamentos não procede e está indo verificar in loco o que está ocorrendo.

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A obra já está 90% concluída, e havia expectativa de que o término dos trabalhos poderia ocorrer em dezembro. Falta realizar o acabamento no pavimento em concreto e nas paredes da nova estrutura. Também está sendo finalizada a casa de bomba, que será usada para evitar que a água da chuva se acumule no trecho de pista rebaixado.

A obra deveria ter sido concluída em agosto de 2014. Os desvio no trânsito da região ocorrem desde fevereiro de 2013. Durante os primeiros meses de obra, o solo se mostrou instável. Havia risco de afetar as fundações dos prédios vizinhos. Com isso, foi identificado que, para realizar o serviço, as construtoras teriam que escavar mais de oito metros de profundidade.

Em outubro de 2014, a prefeitura chegou a anunciar que lançaria uma nova licitação, após as empresas responsáveis terem manifestado a desistência da obra. Um mês depois, as empresas responsáveis pela obra anunciaram que mudaram de ideia, decidiram aceitar o reajuste proposto pela prefeitura e retomaram os trabalhos que ficaram sete meses parados.

*Rádio Gaúcha

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